Palavra do dia

"Eis que DEUS é meu ajudador, o SENHOR é quem me sustenta a vida." (SALMO 54:4)


terça-feira, 10 de abril de 2018

O AÇAFRÃO E SUAS PROPRIEDADES

O açafrão é uma planta da família do gengibre, originária da Ásia. Sua utilização mais comum é na forma de tempero, especiaria.
Pode ser chamado também de açafrão-da-terra, cúrcuma, açafrão da Índia e gengibre amarelo.
Mas, além de dar sabor aos alimentos, o açafrão se destaca por oferecer inúmeros benefícios à saúde, especialmente devido à presença da curcumina, um flavonoide que é seu principal componente.
Abaixo, você confere quais são os benefícios comprovados do açafrão, como consumi-lo e ideias de receitas que contam com a especiaria como ingrediente.
Atualmente o açafrão é visto como uma das especiarias mais completas que existe. Vários estudos têm apontado as vantagens que ele oferece para o corpo e para o cérebro. Conheça as principais:
1. O açafrão tem componentes com poderosas propriedades medicinais
Pâmela Miguel, nutricionista da Clínica de Nutrição Funcional de São Paulo, destaca que açafrão ou cúrcuma (como também é bastante conhecido) possui um grande número de compostos com ações benéficas ao organismo, porém é a curcumina, um flavonoide, seu principal componente.
“A curcumina é a responsável pela ação anti-inflamatória, antioxidante, antidiabética, antitumoral, antiviral, antibacteriana e antifúngica”, explica a nutricionista.
2. O açafrão está relacionado à melhoria da função cerebral
“Devido à presença de seus compostos, o açafrão tem papel de aumentar o fator neurotrófico, que é responsável pela multiplicação de neurônios e formação de novas ligações e sinapses entre eles, melhorando, assim, a função cerebral e reduzindo os riscos de doenças como o Alzheimer”, diz Pâmela.
3. O açafrão pode ajudar a reduzir o risco de doenças do coração
Pâmela explica que isso acontece devido à sua potente ação antioxidante, que combate o excesso de radicais livres, causadores do chamado estresse oxidativo (que, por sua vez, está associado às doenças cardiovasculares).
“Além disso, o açafrão tem atuação na redução do LDL (colesterol ruim)”, acrescenta a nutricionista.
4. O açafrão pode ajudar a prevenir o cancro
Pâmela destaca que vários estudos associam o consumo do açafrão com a prevenção do câncer. “Os componentes fitoquímicos do açafrão possuem ação anti-inflamatória, reduzindo a inflamação no organismo, e o desenvolvimento de tumores está relacionado a um meio pró-inflamatório no organismo. Estudos também indicam que os fitoquímicos presentes no açafrão inibem a proliferação das células cancerígenas”, explica.
5. A curcumina do açafrão pode ajudar a prevenir e tratar Alzheimer
“Devido à sua ação antioxidante, neuroprotetora e antienvelhecimento, a curcumina previne a degeneração cerebral. Estudos também indicam que uma dieta rica em antioxidantes reduz a inflamação que, por sua vez, está associada ao risco de demência e alterações cerebrais”, diz Pâmela.
6. O açafrão tem papel importante na prevenção de diferentes doenças
Pâmela lembra que o açafrão contém um flavonoide, a curcumina, que possui ações anti-inflamatória, antioxidante, antidiabética, antitumoral, antiviral, antibacteriana e antifúngica.
Tais propriedades fazem com que o açafrão atue na prevenção, não só do câncer, da doença de Alzheimer e de doenças cardiovasculares, mas também: de artrite, alergias, gastrites e diabetes.

Açafrão: como consumir?


Pâmela explica que o açafrão pode ser utilizado como tempero de carnes, peixes, frango. “Também pode ser utilizado em preparações como arroz, sopas, molhos e massas. Ou ainda, pode ser adicionado a sucos naturais.”
De acordo com a nutricionista, o açafrão pode ser combinado com outras ervas secas para ser utilizado como tempero básico no dia a dia. “Algumas sugestões de ervas são: orégano, salsinha desidratada, cebolinha desidratada, alecrim desidratado, alho desidratado”, diz.
“Combinar o açafrão com a pimenta-do-reino é uma boa opção também, pois a piperina favorece a absorção do açafrão”, acrescenta Pâmela.
A nutricionista destaca que, no caso do açafrão na forma de raiz, a quantidade diária ideal é de duas a três rodelas. “Na forma de pó, a quantidade diária ideal é de uma colher de chá ao dia (aproximadamente 5g)”, diz.

Além da culinária: usos medicinais e caseiros do açafrão


A cúrcuma pode ter usos que vão além do fato de dar mais sabor a um prato! Conheça alguns deles:
  • O açafrão é muito utilizado na medicina Ayurvedica, na forma de chás ou misturados a bebidas quentes como o leite. Pode ajudar a tratar gripes e resfriados, por exemplo. Basta misturar uma pitada de açafrão com uma xícara de leite e uma pitada de açúcar demerara ou mascavo.
  • Pode ajudar ainda a combater a dor de garganta. Basta polvilhar uma colher (chá) de mel com pitadinhas de cúrcuma e lamber aos poucos a mistura.
  • O açafrão pode ser usado como um esfoliante natural para a pele, ajudando a remover as células mortas, deixando a pele suave e com brilho. Misture três colheres (sopa) de açafrão em pó com um pouco de água e aplique na parte do corpo desejada. Depois enxague.
  • A pasta de cúrcuma com mel também pode ser aplicada no rosto e pescoço para esfoliar a pele.
  • No caso de pequenas queimaduras na pele, cortes ou feridas, o açafrão pode ser um bom aliado devido às suas propriedades anti-sépticas. Misture um pouco de açafrão com gel de aloe vera e aplique no local desejado.
  • O açafrão pode ser aplicado ainda em calcanhares rachados. Basta misturar uma pitada com óleo de coco e aplicar preferencialmente 15 minutos antes do banho.
Esses são alguns exemplos de receitas caseiras com o açafrão. Vale destacar, porém, que tais receitas não possuem comprovação científica.
O ideal é que o consumo e/ou uso do açafrão seja feito sob orientação de um profissional nutricionista ou médico, para evitar surpresas desagradáveis.

Contraindicações e cuidados

Pâmela explica que a cúrcuma não deve ser utilizada por pessoas que possuem cálculos na vesícula, pois ela aumenta contrações biliares.
“Gestantes e lactantes também devem utilizá-la somente com orientação médica ou nutricional, pois ela pode estimular contrações uterinas”, acrescenta a nutricionista.
“Sua toxicidade é baixa, porém, consumos exagerados (acima de 10g por dia) podem causar sintomas, como náusea, desconforto gástrico, dermatite”, orienta Pâmela.
Alergias específicas à planta também podem existir, de acordo com a nutricionista. Por isso, ainda que o produto seja natural, o ideal é sempre usar/consumir com cautela e, preferencialmente, com orientação profissional.

quarta-feira, 4 de abril de 2018

VEJA AS 10 PRINCIPAIS FRUTAS PARA SUA ALIMENTAÇÃO!

Banana – Rica em vitaminas do complexo B e C, a fruta mais brasileira de todas contém triptofano, elemento que aumenta os níveis de serotonina, controlando o desejo por doces. "As bananas, que muitos acreditam ter muitas calorias, oferecem um número bem razoável: uma unidade grande fornece apenas 120 calorias. Quando você precisa (ou deseja) perder peso, trocar uma caixa de bombom por uma fruta doce e suculenta pode ajudar muito!"

Maçã – Auxilia a manter os níveis de colesterol estáveis, pois contém pectina, que dificulta a absorção das gorduras e também da glicose. Como também tem uma grande quantidade de potássio, ela elimina o sódio e o excesso de água retida no corpo. Além disso, o fruto da macieira é rico em vitaminas B1, B2 e niacina, além de sais minerais, como fósforo e ferro.

Melancia – Super hidratante, é composta por mais de 80% de água, a melancia é uma das frutas que mais contém vitaminas do complexo A e B, além de promover uma verdadeira limpeza tanto no intestino, como no estômago.

Abacate – A gordura monoinsaturada presente nessa fruta é responsável por elevar o colesterol bom no organismo. Além disso, o abacate auxilia a saciar a fome e estimula a cicatrização. Por ser rico em vitamina E, é bom para pessoas com doenças cardiovasculares e reforça também o sistema imunológico.

Uvas - O seu bagaço reduz o risco de doenças cardiovasculares por ação do resveratrol. A uva também contém flavonoides, que são antioxidantes e combatem o mau colesterol.

Pera - A fruta é rica em vitamina A, C, vitaminas do complexo B, fibras e água. Ela também é um poderoso diurético, combate os gases estomacais e intestinais e contém apenas 98 Kcal.

Laranja – Muito famosa por seu alto teor de vitamina C que fortalece o sistema imunológico, a laranja também é rica em muitos outros compostos anticancerígenos.

Melão – Ajuda a estabilizar a pressão arterial e possui níveis elevados de vitamina C, vitamina A, vitamina B6-, potássio, niacina, fibra dietética, e ácido fólico.

Morango – Rico em antioxidantes, o morango ainda é amigo do coração, por conter também antocianinas. Além disso, possui poucas calorias (cerca de 4kcal por unidade) e retarda o envelhecimento.

Abacaxi – Rico em bromelinas, o abacaxi auxilia na digestão, especialmente de proteínas, além de conter um poderoso efeito cicatrizante. Também contém poucas calorias e muita água em sua composição.




sábado, 31 de março de 2018

VISITA AO MUSEU DE ARQUEOLOGIA BÍBLICA DO UNASP CAMPUS ENGENHEIRO COELHO SP

Um tempo atrás eu tive o privilégio de visitar o UNASP em Engenheiro Coelho SP, apreciei o conforto de suas dependências e a beleza do local tal como a cordialidade cujo a qual eu fui recebido.

Estando lá aproveitei para visitar o Museu De Arqueologia Bíblica e apreciar algumas peças que me fizeram viajar nos tempos bíblicos e aprender um pouco mais de seu significado e da cultura da época.


Resolvi disponibilizar as imagens aqui para que você também possa compreender um pouco sobre a importância que a arqueologia bíblica possui para os dias de hoje. Se possível for, faça você também uma visita ao CAMPUS e garanto que irá se surpreender com a beleza do local, a cordialidade das pessoas, a praça de alimentação 100% vegetariana e o lindo Templo Adventista que o local possui.





RÉPLICA DO PAPIRO DE IPUWER

O Papiro de Ipuwer descoberto em Menfis (Sakkara) no Egito foi escrito aproximadamente 1850 - 1600 a.C, foi comprado por Giovanni Anastasi, ( 1780-1860) um rico mercador nascido em Damasco, na Síria, que tinha o hábito de comprar antiquidades. Este documento escrito em forma de poema traz alguns relatos das 10 pragas do Egito mandada por Deus na época de Moisés.

Durante a tradução o que chamou muita atenção dos egiptólogos foi a frase (Nu em sangue), esta palavra Nu, de acordo com  egiptólogos significa Nilo, ou seja, o Nilo virou sangue de acordo com Ipuwer. Os fragmentos do texto ainda cita sangue por todo os lugares, os príncipes foram trucidados ou seja, mortos cruelmente,o fogo consume a terra do Egito, os mantimentos como trigo e a cevada são consumidos, e os Escravos (Hebreus) ganham prata e pedras preciosas. Não há duvida que este documento refere-se as 10 pragas egípcias, é a visão e o desabafo de um escriba egípcio que vê a sua cidade sendo consumida pela ira do Altíssimo. Os egípcios tiveram a chance de serem poupados, mas preferiram desafiar o Deus Criador. Esta é uma prova clara que Deus além de existir é todo poderoso e com ele não se zomba e nem se desafia.Não é a primeira vez que vemos a arqueologia comprovar histórias descritas na bíblia, mas o que mais me chama a atenção é como Deus guia a história deste mundo com mão poderosa.
O papiro original está no museu arqueológico de Leiden na Holanda, este que se encontra no UNASP é apenas uma réplica (cópia autêntica ao original).



POTES EGÍPCIOS 
Estes potes, ou recipientes eram usados para guardar os órgãos humanos após a morte. Os egípcios tinham por costume embalsamar os cadáveres e mumificá-los, durante a preparação, os órgãos eram retirados e armazenados dentro destes potes que por sua vez eram colocados ao lado do caixão ou sarcófago do morto


LÂMPADA DE ÓLEO IDADE DO BRONZE

Idade do Bronze é um período da civilização no qual ocorreu o desenvolvimento desta liga metálica, resultante da mistura de cobre com estanho . Iniciou-se no Oriente Médio em torno de 3.330 A.C
Esta lâmpada a óleo, de cerâmica data de aprox, 1200 A.C escavada no território de Jerusalém.
lâmpada a óleo, também designada por candeialamparina ou lâmpada de azeite, é constituída de um recipiente com algum tipo de óleo combustível, sobre o qual flutua um pedaço de madeira ou cortiça, com um pavio encerado fixo.


LÂMPADAS SEMITAS, DATADO DO 4º SÉCULO ANTES DE CRISTO

Esta lâmpada tem a mesma função das lâmpadas da idade do bronze, porém o modelo é diferente



SHOFAR OU TROMBETA FEITO DE CHIFRE 

Trombetas semelhantes a esta foram tocadas e usadas pelos israelitas no dia da invasão da cidade e destruição do muro de Jericó, leia esta emocionante história no livro de Josué capítulo 6.
Era tocada também nas guerras, cada som ou repique significava um tipo de alerta, tais como recuar, avançar etc.




ARTEFATOS DE GUERRA DO PERÍODO DO BRONZE.

Pedaço do escudo e espadas assírias

Os historiadores alegam que os Assírios foram os inventores do exército profissional, com divisões especializadas e tropas que jamais se desmotivavam.
Originários do norte da Mesopotâmia (região que hoje corresponde ao Iraque), os assírios começaram a expandir seus domínios a partir do primeiro milênio antes de Cristo. E chegaram a controlar uma vastidão territorial que ia até o Egito. O segredo? Um exército profissional, que também foi o primeiro de que se tem notícia. Entre os séculos 9 a.C. e 6 a.C., praticamente todos os povos vizinhos conheceram – em maior ou menor grau – a força dessa máquina de guerra. “Os assírios inventaram o exército hierarquizado e com divisões especializadas, composto por homens dedicados exclusivamente a lutar por seu povo” 
Os soldados assírios, segundo Karen, eram especialmente bons em pelo menos 3 quesitos: organização, disciplina e brutalidade. Tinham armas poderosas, como carros de guerra puxados por até 4 cavalos e capazes de levar 3 combatentes além do condutor. Quando as carruagens encontravam um rio pela frente, não havia problema: as tropas inflavam balsas feitas com couro de ovelha e faziam a travessia. Nenhum outro povo dispunha de tecnologia parecida. A quantidade de homens também impressionava: no auge, o exército assírio chegou a ser formado por 150 mil guerreiros. Nas maiores batalhas, até 50 mil podiam ser mobilizados.
A Bíblia registra dois grandes conflitos militares contra os israelitas, ambos [...] ocorridos no século 8 a.C. – época em que os assírios já entravam em decadência . A batalha que marcou o declínio definitivo dessa civilização, no entanto, só seria travada no século 7 a.C. e contra outro povo: os medo-persas. Eles não só derrotaram os rivais em Harã, no ano de 612 a.C., como aproveitaram o embalo e destruíram sua capital , Nínive.
2 REIS 19:35-36 

Ora, nessa mesma noite o anjo do Senhor apareceu no campo dos assírios e feriu 185 mil homens. No dia seguinte pela manhã só havia cadáveres. Senaquerib, rei da Assíria, retirou-se, tomou o caminho de sua terra e deteve-se em Níneve.

RETAGUARDA 

Chamados zuk shepe, os guardas de infantaria formavam as tropas de retaguarda do exército assírio no início do século 8 a.C. Eles não usavam armaduras. Além do escudo, feito de couro com acabamentos de bronze, a única proteção era o capacete de ferro – em forma de cone, para aliviar o impacto de golpes desferidos de cima para baixo contra a cabeça.

LINHA DE FRENTE 

Esses eram os soldados mais bem protegidos: usavam armaduras com lâminas de bronze costuradas sobre um colete de couro – novidade introduzida no reinado de Tiglath-Pileser 3º (745 a.C. a 727 a.C.). Os guerreiros da linha de frente geralmente eram integrantes do chamado kisir sharutti: o exército permanente, formado por tropas que jamais eram desmobilizadas.

INFANTARIA 
Um pouco mais tarde, por volta de 700 a.C., os soldados de infantaria passaram a proteger os pés usando calçados de couro que lembram sapatilhas de boxe. Outra inovação foi o irtu: um disco de bronze que protegia o centro do peito e era preso sobre a armadura. Além de resistir a golpes de espada e lança, ele dava ao combate uma inigualável sensação de segurança.  (Revista Super Interessante)

[Eles eram cruéis com seus prisioneiros e assim como os babilônicos eles tinham por costume furar os olhos dos prisioneiros quanto os capturavam].



DEUSES DA FERTILIDADE (100 A.C)


Acreditava-se que estes deuses tinham o poder da fertilidade e muitas mulheres que tinham dificuldade de engravidar recorriam a estes "deuses" em culto de adorações pagãs e ofereciam oferendas e holocaustos no intuito de conseguirem gerar filhos. Normalmente eram os pagãos que costumavam recorrer a estes "deuses", pois o Deus (Jeová, Javé ou Yhawhe) abomina tais práticas de adoração a qualquer tipo de imagem (Êxodo 20:4)

Conheça um pouco sobre a história desses "deuses":


"Inanna era a deusa do amor, do erotismo, da fecundidade e da fertilidade, entre os antigos Sumérios, sendo associada ao planeta Vênus.
Era especialmente cultuada nos enormes e importantes templos em Ur,  mas era alvo de culto em todas as cidades sumérias.
Inanna surge em praticamente todos os mitos, sobretudo pelo seu carácter de deusa do amor (embora seja sempre referida como a virgem Inanna). Inanna representava também a primavera e as festividades relacionadas com o plantio. Sua história conta que como a deusa se tivesse apaixonado pelo jovem Dumuzi (um deus que antes era humano, representante das plantações, que todo ano morria e posteriormente era ressuscitado). Durante o Inverno, tendo Duzumi morrido, a deusa Inanna desceu aos Infernos para o resgatar dos mortos, para que este pudesse dar vida à humanidade, agora transformado em deus da agricultura e da vegetação no final dos tempos tenebrosos.

É cognata das deusas semitas da Mesopotâmia (Ishtar) e de Canaã (Asterote e Anat), tanto em termos de mitologia como de significado.

um dos ritos destacados era os ritos sexuais do Hieros Gamos, Além destes rituais, o mais importante festival em honra a Ishtar consistia na Celebração do Equinócio da Primavera."



[Como pode ver a crença em deuses deste tipo surgiu no meio pagão e passou a integrar na cultura Israelita, porém toda vez que Israel dedicava culto aos falsos deuses, eles eram repreendidos por Deus por intermédio dos profetas. Ur dos Caudeus, cidade onde Abraão morava com sua família, era uma cidade com fortes influências pagãs e mesmo em meio a forte influência da cultura pagã, Abraão se manteve firme e fiel a DEUS
 - veja Gênesis 15:1 a 7]



COLAR E AMULETOS EGÍPCIOS DATADOS DE (600 A 400 A.C)

Os amuletos egípcios geralmente tinham o formato de deuses ou de objetos associados a eles. Não eram apenas as pessoas vivas que utilizavam esse recurso; o corpo do morto também recebia amuletos de proteção para a outra vida. Eles eram feitos dos mais variados materiais, como lápis-lazúli, turquesa, ouro e madeira. O material mais popular era a Faiança, uma espécie de massa que precisava passar pelo processo de vitrificação, ou seja, era levada ao fogo diversas vezes.

A fabricação dos amuletos era feita através de formas (moldes), que serviam para uma espécie de produção em escala, sendo que desse modo não era necessário que cada objeto fosse feito de maneira única. Com os moldes prontos, era inserida a faiança, que precisava ser pressionada até que fosse totalmente compactada. Esse era o processo mais comum, mas também existiam artefatos exclusivos (encomendados pelos Faraós e pela Nobreza), feitos pelos melhores artesãos.




RÉPLICA DO DEUS "ÁPIS" (Hep em egípcio)

O deus Ápis era uma divindade pagã adorada no Egito e quando os israelitas fabricaram para si a imagem de um bezerro de ouro para cultuar, levando em consideração os fatos, acredita-se que estavam cultuando e dirigindo louvores ao deus pagão Ápis.
Os antigos egípcios consideravam-no como a expressão mais completa da divindade sob a forma animal e representaram-no muitas vezes como, por exemplo, nesta estatueta que se vê na foto. Diferentemente de outras divindades, era sempre representado na forma animal e nunca na forma humana com cabeça animal. Ele encarnava, ao mesmo tempo, os deuses Osíris e Ptah. O culto do touro Ápis, em Mênfis, existia desde a primeira dinastia pelo menos. Também em Heliópolis e Hermópolis este animal era venerado desde tempos remotos



SALTÉRIO

Instrumentos musical Bíblico construído pelo Rei Davi. Davi além de Rei foi pastor de ovelhas, excelente soldado e guerreiro, poeta, músico e inventor de vários instrumentos musicais
O saltério (do grego ψαλτήριο psaltêrion "instrumento musical de cordas; espécie de harpa"; de ψαλμός "canto"(como se vê, por exemplo, nos famosos salmos); pelo latim psalterium,ìi "cítara, lira") é um instrumento de cordas geralmente pulsadas ou beliscadas, como a harpa.


RÉPLICA (cópia autêntica) DA ESPADA E CAPACETE DE UM CENTURIÃO ROMANO

Um centurião, como o nome já diz, é um soldado responsável por comandar 100 homens, geralmente as espadas de um centurião romano eram maiores e mais pesadas do que as espadas de um soldado raso.
O centurião na hierarquia militar romana era o sexto na cadeia de comando numa legião. Era o oficial responsável por comandar uma centúria, dando ordens que deveriam ser prontamente obedecidas pelos homens que liderava, inclusive na rápida execução de uma qualquer formação militar e, encarregava-se da disciplina e instrução da legião.
Devido ao fato na maioria das vezes as legiões estarem distantes da pátria, os centuriões eram escolhidos pelas suas capacidades de comando e pela prontidão em lutarem até à morte. Dessa forma conseguiam conquistar vitórias contra inimigos em números bem superiores, em territórios hostis onde era por vezes difícil de receberem reforços, ao contrário do inimigo.
O centurião de maior experiência dirigia a primeira centúria da primeira coorte, sendo uma pessoa respeitada e condecorada. Essa posição em liderar a primeira centúria da primeira coorte era uma possibilidade de mérito em poder um dia alcançar a promoção a centurião-chefe e liderar a primeira coorte. Um enorme prestigio, pois a primeira coorte era a elite máxima com os melhores soldados numa legião romana.

No Evangelho de Lucas Capílo 7 versos de 1 a 10, podemos ler a passagem cujo a qual Jesus se depara com um centurião romano que roga-lhe que Jesus cure a sua filha que está enferma em cima de uma cama a beira da morte.



ESTÁTUA QUE ILUSTRA COMO ERA UM SOLDADO ROMANO NA ÉPOCA DE CRISTO

Os soldados eram treinados com diversos tipos de armas, como escudos, espadas, lanças e punhais. Muitas vezes esses instrumentos de treinamento eram mais pesados que os usados em combate. Tal medida era adotada para tornar os soldados ainda mais fortes e hábeis.
Construir fortificações e acampamentos também era parte do treinamento, buscando escolher os melhores locais, próximos de estradas e longe de morros, além de contar com acesso a mantimentos, como água, madeira e alimento para os animais.
Engenheiros, carpinteiros, pedreiros e ferreiros também eram necessários na construção desses locais, bem como na construção de pontes flutuantes e levadiças, usadas para atravessar rios ou escalar fortificações.



MOEDAS DA ÉPOCA DE CRISTO

Dentre essas moedas encontra-se também as drácmas e os denários

DRÁCMA

Dracma era um tipo de moeda utilizada na Antiga Grécia e em alguns reinos do Oriente Médio, durante o período helenístico. A dracma é considerada a unidade monetária com maior tempo de circulação no mundo, sendo utilizada na Grécia até o ano de 2002, quando o Euro passou a ser adotado pelos gregos como moeda oficial. 


A parábola da "dracma perdida" é uma história bíblica, pertencente ao livro de Lucas (Lc 15, 8-10). 
“Ou qual é a mulher que, tendo dez dracmas e perdendo uma dracma, não acende a candeia, e não varre a casa, buscando com diligência até encontrá-la? E achando-a, reúne as amigas e vizinhas, dizendo: alegrai-vos comigo, porque achei a dracma que eu havia perdido.” (Lucas 15:8,9) ​
DENÁRIO
          Denário era uma moeda romana cunhada em prata e utilizada na época do Império Romano. Juntamente com a dracma grega, o denário romano era a moeda de prata mais circulada naquele tempo.Por ser tão significativo no contexto histórico da época do Novo Testamento,naturalmente o denário aparece na narrativa bíblica, o que acaba despertando a curiosidade de muita gente em saber o que é o denário e qual era o seu valor.As moedas que circulavam na época em que o Novo Testamento foi escrito poderiam ser de origem romana, grega ou local, isto é, em alguns casos a própria província poderia cunhar algum tipo de moeda. Essas moedas eram fabricadas em diferentes metais, como: ouro, prata, bronze e cobre.

Como foi dito, o denário era a moeda de prata com maior circulação em todo o Império Romano. No Novo Testamento essa moeda é mencionada como sendo o salário diário dos trabalhadores na Parábola dos Trabalhadores da Vinha contada por Jesus (Mt 20:1-16).

Em outra parábola do Senhor Jesus, a Parábola do Bom Samaritano registrada no Evangelho de Lucas (Lc 10:35), o samaritano pagou dois denários ao hospedeiro quando deixou o homem que necessitava de maiores cuidados.
O denário romano também aparece na tentativa planejada pelos fariseus a fim de fazer com que Jesus caísse em uma armadilha ao se posicionar sobre o pagamento do tributo a César. De forma muito sábia, e conhecendo a hipocrisia que dominava aqueles homens que se aproximaram dele, Jesus pediu para que lhe mostrassem a moeda do tributo, nesse caso, o denário, o qual trazia a efígie e a inscrição de César. Ele concluiu esse episódio com as conhecidas palavras: “Dai, pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus” (Mt 22:19; Mc 12:15; Lc 20:24).
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Além de você poder visitar o museu de Arqueologia Bíblica do UNASP Campos Engenheiro Coelho SP, e poder ver e apreciar essas e outras inúmeras peças que estão em exposição no museu, você poderá também visitar uma loja da CASA PUBLICADORA BRASILEIRA que  fica dentro do CAMPUS, é uma livraria com inúmeras opções em títulos e assuntos compondo uma ampla variedade literária abordando várias facetas.



[Por Weverson Oliveira _ Crédito extra especificado nas fontes anexadas aos links de cada texto e ao UNASP Campos Engenheiro Coelho SP) ]


Quer conhecer mais sobre arqueologia Bíblica? Recomendo a leitura do Livro ESCAVANDO A VERDADE  escrito pelo Dr. Rodrigo P. da Silva, editora Casa Publicadora Brasileira 














domingo, 25 de março de 2018

COMBATE A INTOLERÂNCIA RELIGIOSA

Defensor da liberdade religiosa fala sobre as ameaças a 
esse direito fundamental no Brasil, onde uma denúncia de 
intolerância tem sido registrada a cada 15 horas

Advogado adventista também é membro titular do Comitê 

Distrital de Diversidade Religiosa do Governo do Distrito 

Federal. 



Na semana em que foi comemorado o Dia Internacional da Tolerância (16 de novembro), 
um novo levantamento divulgado pelo Ministério dos Direitos Humanos mostrou que o 
Brasil tem avançado na direção oposta em relação ao respeito à liberdade de crença. 
Casos de templos invadidos e profanados, agressões verbais, destruição de imagens 
sacras e até ataques incendiários e tentativas de homicídios vêm sendo registrados com 
frequência no país. Entre janeiro de 2015 e o primeiro semestre deste ano, o Disque 100 
recebeu 1.486 relatos de discriminação religiosa, o equivalente a uma denúncia a cada 15 
horas.
Embora o Brasil não esteja entre os países com severas restrições governamentais ao 
direito de crença, nos últimos anos ele entrou para a lista dos que apresentam elevado 
grau 
de hostilidade social, segundo pesquisa divulgada pelo Pew Research Center em 2015.
Felizmente, nos últimos anos o país viu surgir várias iniciativas que têm buscado mudar 
esse cenário. Em 2004, por exemplo, foi criada a Associação Brasileira de Liberdade 
Religiosa (Ablirc). Dois anos depois, a OAB/SP estabeleceu a primeira Comissão de 
Direito 
e Liberdade Religiosa do Brasil.
Mais recentemente, o país também ganhou o Observatório da Liberdade Religiosa (Olir). 
De caráter não sectário, a entidade sediada em Brasília (DF) é liderada por Bernardo 
Pablo 
Sukiennik. “O Olir fornece subsídios ao poder público e à sociedade civil organizada para 
que possam criar políticas públicas efetivas de promoção da laicidade e enfrentamento da 
intolerância”, ele explica.
Diariamente, o Observatório faz um levantamento de notícias vinculadas ao tema e 
disponibiliza esse serviço em sua página do Facebook, além de divulgar análises 
no YouTube. Ademais, no site olir.org.br ela oferece um compêndio de legislação sobre 
Nesta entrevista à Revista Adventista, o presidente da entidade dá um panorama da 
intolerância religiosa no país e fala sobre avanços e desafios vistos nos últimos anos no 
campo do direito de crença.

Quais são os segmentos religiosos mais atingidos pela onda de intolerância?
Em 2007, o Brasil ainda era o país com menor taxa de intolerância religiosa, entre os 25 
países mais populosos do mundo. Porém, em 2013, entramos no grupo daqueles que 
possuem alta taxa de hostilidade social, segundo relatório publicado pelo Pew Research 
Center em 2015. Os dados do Relatório sobre Intolerância e Violência Religiosa no Brasil 
(Rivir), divulgado em 2016, confirmaram essa realidade. As religiões de matrizes africanas 
são as que mais sofrem ataques. No estado do Rio de Janeiro, é registrada uma denúncia 
de intolerância religiosa a cada dois dias. Cabe lembrar que não há dados claros sobre o 
tema. Ainda há muita subnotificação e ocorrências registradas sob categorias diversas. 
Contudo, até a religião majoritária, o catolicismo, tem sido hostilizada. É recorrente a 
destruição de imagens de santos. Um exemplo recente foi a performance polêmica do 
artista nu que destruiu uma imagem de Nossa Senhora. Em síntese, no Brasil, todos os 
segmentos religiosos possuem agressores e agredidos. Essa é uma característica muito 
peculiar do nosso país. Normalmente, a religião majoritária oprime as menores. Aqui, a 
maior tanto bate quanto apanha.

Segundo esse mesmo relatório que você citou, o Rivir, os adventistas são os que 
mais procuram os tribunais. Quais são os principais pontos de tensão?
No caso dos adventistas, o problema tem que ver com restrições governamentais. As 
tensões mais frequentes acontecem em concursos públicos e vestibulares realizados aos 
sábados. Outro motivo de conflito é a dificuldade de conciliar a guarda do quarto 
mandamento com o horário de trabalho.

Nos últimos anos, houve avanços na esfera legislativa no que diz respeito à 
prestação alternativa?
Sem dúvida! Por exemplo, a Lei 8.239, de 1991, garantiu aos guardadores do sábado o 
direito à prestação alternativa ao serviço militar obrigatório. No entanto, ainda existem 
lacunas em outras áreas que projetos de lei que tramitam no Congresso Nacional estão 
tentando preencher. Destaco dois deles: o Projeto de Lei do Senado 564/2015 e o Projeto 
de Lei da Câmara 130/2009, que buscam assegurar a prestação alternativa a alunos de 
escolas públicas e privadas de todos os níveis de ensino, bem como a participantes de 
concursos públicos. O que resolveria, por exemplo, problemas como o que era enfrentado 
pelos sabatistas antes de o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) ser mudado para 
dois domingos. Ambos são objeto, inclusive, de consultas públicas abertas no site do 
Senado (acesse: adv7.in/JC e adv7.in/Jx). Por outro lado, cresceu o número de 
proposições com viés intolerante e que atacam a laicidade do Estado. Felizmente, esses 
projetos não têm avançado no Congresso Nacional.

Que outros desafios para a liberdade religiosa no país você apontaria?
A liberdade religiosa possui desafios que vão além da esfera legislativa. No campo 
acadêmico, é preciso melhorar a produção bibliográfica em português. Isso envolve a 
necessidade de pesquisas com maior rigor metodológico e dados mais precisos. Somente 
com a ajuda desses dados será possível prescrever soluções mais efetivas para o 
problema da intolerância no país. Além disso, na esfera individual, cada pessoa precisa 
entender que as convicções de todos não são imunes a críticas e que podemos criticar e 
ser criticados, sem a necessidade de fazer disso uma escalada de intolerância. Por fim, 
creio que outro desafio seja a criação de uma rede de proteção às vítimas de intolerância 
religiosa. Enfim, a seara é grande e os ceifeiros são poucos. É preciso que mais pessoas 
se dediquem à defesa dessa bandeira. Felizmente, nos últimos anos, muitos advogados, 
professores e leigos se engajaram nessa causa.

Desde quando você defende essa bandeira?
Desde novembro de 2011. Numa época em que eu estava frustrado com o exercício do 
Direito, recebi o convite para liderar o departamento de Liberdade Religiosa da Igreja 
Adventista da Asa Norte, em Brasília (DF). Foi a resposta às minhas orações, uma vez que 
eu estava buscando entender minha missão na obra de Deus. Como dica para quem 
deseja ser um embaixador da liberdade, digo que o mais importante é ter interesse e 
compromisso. Com esses dois elementos, qualquer pessoa contribuirá muito para essa 
causa.

Como a igreja local pode ser mais efetiva na defesa do direito de crença?
Especialmente o diretor de assuntos públicos e liberdade religiosa possui um papel de 
destaque. Cabe a ele promover atividades que ajudem os membros a entender, por 
exemplo, a liberdade religiosa como um direito de todos e os limites que deve haver à 
crítica e ao proselitismo. Pensando em promover a conscientização, a sede sul-americana 
adventista está sugerindo que as igrejas realizem encontros sobre o tema periodicamente.

Como deve ser a relação da igreja com o poder público no que diz respeito à 
liberdade religiosa? Que limites devem ser respeitados?
A relação da igreja com o poder público deve ser de respeito e parceria na busca de 
manter 
conquistas históricas e ampliar direitos. Entendo que a igreja não deve se envolver em 
política partidária nem negociar princípios. Por outro lado, deve buscar manter relações 
cordiais e republicanas com todas as autoridades. É importante lembrar que a liberdade 
religiosa é o conceito jurídico para o livre-arbítrio. Na defesa desse dom concedido por 
Deus, é lícito conversar com parlamentares e chefes do Poder Executivo. O que é 
inaceitável é negociar princípios ou valores fundamentais do adventismo em favor de 
benefícios terrenos.

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