Palavra do dia

"Eis que DEUS é meu ajudador, o SENHOR é quem me sustenta a vida." (SALMO 54:4)


sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

FIDEÍSMO: A MAIOR BARREIRA DA FÉ


Alguns meses atrás, ao conversar com um membro da nossa igreja, entramos no assunto do mestrado que estou fazendo: filosofia da religião. Ao perceber que o rapaz não entendia exatamente do que se tratava, de maneira empolgada passei a explicar a ele que a filosofia da religião tratava basicamente da forma como podemos pensar na religião e nas nossas crenças religiosas de maneira racional e, também, nos preparar para responder os questionamentos racionais vindos da parte de pessoas que não creem em Deus. A reação dele não foi tão empolgada como a minha explicação. Contraiu os músculos da testa e da sobrancelha ao mesmo tempo e fez a pergunta que honestamente o estava atormentando durante toda a conversa: “Mas a nossa crença não deveria ser pela fé e pela fé somente? Não é em Hebreus 11 que se diz que a fé é a certeza das coisas que não se veem? Por que necessitamos de evidências racionais?”

Esse questionamento não é isolado. Ao realizar séries de apologética (defesa racional da fé cristã) por algumas cidades do Brasil, alguns membros tinham o mesmo questionamento e criavam automaticamente uma barreira para essa abordagem. Em termos mais técnicos, chamaríamos isso de fideísmo. O que significa isso? Fideísmo vem do latim fides que significa “fé”. Esta crença baseia-se na ideia de que todos os conceitos religiosos como crença em Deus, fidelidade à Bíblia como palavra revelada de Deus, entre outros, são inalcançáveis à razão e, portanto, devem ser justificados apenas através da fé. Para estes, a apologética é quase instrumento do “inimigo” para que nos apeguemos apenas à nossa capacidade mental de racionalizar e não na fé que devemos ter em vista destas questões!

Acredito que esse tipo de pensamento venha de um conceito falso do que é “fé”. Muitos mantêm o conceito de que fé é um salto cego para um abismo divino em que não existe racionalização ou racionalidade. Fé é muito mais do que isso! Significa confiar a vida, as ações, os pensamentos e crenças a algo/alguém. Em termos cristãos, trata-se de uma vida depositada nas mãos de Deus. Agora, pare para pensar um pouco comigo. Como alguém obtém fé? A Bíblia dá uma alternativa: “Mas nem todos deram ouvidos ao Evangelho. Pois Isaías disse: Senhor, quem creu na nossa mensagem? Logo a fé vem pelo ouvir, e o ouvir vem pela palavra de Cristo” (Rm 10:16, 17). Ou seja, uma das formas de se obter essa confiança em Deus é ouvir Sua Palavra. Isso não seria uma evidência dos feitos de Deus e de quem Ele é? Isso não é usar a razão para crer? Claro que sim!

O grande problema do fideísmo é que não importa o quanto digamos que não precisamos da razão para crer em Deus, quanto mais se cava, mais aparecem “bases” para a fé, ou seja, provas. Não é possível divorciar a fé de tais bases que o próprio Deus nos proporcionou. Vamos pensar um pouco mais: Por que será que Deus nos deu a capacidade de raciocinar? Será que era para que não a usássemos? Qual o motivo de Deus Se revelar nas histórias da Bíblia, ou clamar através da natureza a respeito de Sua existência, se não fosse para nos dar bases para a nossa fé?

A apologética é um lindo campo de estudo que demonstra o quanto Deus quer Se revelar para mim e para você. Não existe cegueira espiritual tão forte que não possa ser curada por esse Deus, que de muitas formas pode criar em nós a fé que Ele tanto quer que tenhamos. Basta “abrir os olhos”.

(Marina Garner Assis, Fé Racional)

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

ONDE HOMENS SÃO IMPEDIDOS DE PREGAR, PESSOAS SE CONVERTEM ATRAVÉS DE SONHOS



Os testemunhos de que muçulmanos se converteram ao Evangelho através de sonhos se espalham mundo afora e se tornam cada vez mais recorrentes. O relato mais recente é o de uma jovem que foi evangelizada por sua amiga, que havia sido muçulmana e alcançou a Salvação também através de sonhos. O relato, publicado por diversos portais cristãos mundo afora, conta a história de Taline e Brielle (nomes fictícios, por questão de segurança). As duas jovens mantinham longa amizade, e Brielle sentia o desejo de compartilhar sua experiência com Deus através de sonhos, e explicar a Taline a essência da Bíblia Sagrada e o plano divino para a Salvação do mundo através de Jesus. Numa oportunidade, durante um happy hour, Brielle e Taline conversavam sobre coisas cotidianas, quando Taline passou a fazer perguntas sobre o Deus descrito na Bíblia. Nessa ocasião, Brielle identificou a oportunidade ideal para contar o que havia acontecido com ela.

“Eu estava pronta. Eu estava com medo (e estava orando): ‘Senhor, o que eu posso compartilhar com ela? Como posso responder suas perguntas sobre a Bíblia?”, contou Brielle.

Durante a conversa, Brielle passou a falar sobre sua fé à amiga: “Tínhamos que entrar na Palavra, e eu comecei a orar com ela e responder as perguntas que ela tinha”, revelou a jovem, que propôs a Taline que as duas se encontrassem com um amigo que havia se convertido ao Evangelho e tinha mais conhecimento bíblico.

As duas marcaram o encontro, mas Taline resolveu cancelar, por medo de que fosse uma má ideia. No entanto, durante a noite anterior ao encontro, Taline sonhou com Jesus, que disse a ela: “Se você quiser saber mais sobre Mim, você deve ir a essa reunião de amanhã.”

Ansiosa, Taline foi ao encontro e ouviu do ex-muçulmano sobre a história de Adão e Eva, e sobre os profetas que existiram ao longo do Antigo Testamento, e pôde compreender por que Jesus era o plano de Deus para a Salvação.

“Agora eu entendo como Jesus é Deus”, disse Taline, que se converteu ao cristianismo. Já Brielle, pediu oração pelos cristãos em países árabes e explicou que lá a prática da fé cristã tem uma dinâmica diferente: “A plantação de igrejas [no Oriente Médio] não se trata de um edifício. Se trata de compartilhar Jesus com as pessoas, e essas pessoas sendo convertidas, dizendo a seus amigos, e se reunindo para a leitura da Palavra.”


NOTA. É  emocionante saber que o Espírito está atuando em lugares onde homens não conseguem levar a mensagem do evangelho.Isto indica que JESUS está as portas, nossa bem aventurada esperança se desponta no horizonte. 

"E será pregado o evangelho a  todo o mundo, para  testemunho a todas as nações . Então virá o fim"( Mateus 24:14)

A UM PASSO DA VITÓRIA


Uma noite cheia de estrelas se converte em pesadelo. Ali estou correndo e escapando dos meus captores. Dezenas de corpos cujos rostos eu não consegui reconhecer, mas sabia com quem estava lutando e de quem fugia. A noite era escura, e suas vozes me afligiam. Todos queriam tomar meus braços e pernas para não me deixar ir, mas não podia dar-me por vencida nem descansar por um segundo, porque me pegariam. Em minha mente escutava duas vozes. Uma me persuadia a fugir e a outra a não fugir. Corria e me abria passo entre as pessoas, eu tropeçava e voltava a me levantar. Minhas forças iam se perdendo, mas uma e outra vez as retomava.
Quando pensei que havia sido apressada, consegui chegar a uma atmosfera diferente. De repente, fui recebido por dois anjos que desenhavam em seus rostos alegria transbordante e gestos de vitória, que me animaram a continuar sem olhar para trás.  Eles me disseram que estavam comigo e que nunca me deixariam. Também me deram a grande notícia de que faltava pouco para chegar à meta. Sim, muito pouco para estar a salvo nos braços de Jesus e viver para sempre com Ele, em um lugar onde não existirá mais desespero, somente paz e felicidade. Aquelas palavras calaram fundo em mim.
Com as forças retomadas, coloquei- me de pé, olhei para cima e disse para mim: Jesus, não mudaria um segundo contigo, por uma vida inteira sem Ti. Quero viver ao Teu lado para sempre. Por favor, ajuda-me! Dá-me forças para continuar.
Abri meus olhos e voltei ao mundo real. Ali estava, outra vez, entre a quietude da manhã e a voz de minha irmã que em pouco sairia para suas atividades.
A famosa escritora Ellen G. White disse o seguinte: “Se pudessem ser abertos os nossos olhos, veríamos os anjos de Deus ao nosso redor; os anjos maus aqui estão também, tentando destruir-nos, mas os anjos bons os afastam para trás” (Cristo Triunfante, p. 89).
Desde então, não deixo de pensar no que seria de mim se houvesse sido feita prisioneira por aqueles seres. Talvez tivesse estado à beira da morte espiritual.
Este sonho me ajudou a fortalecer a minha decisão sobre de que lado eu quero estar. De que lado você está? Ou pior ainda, você está prisioneiro (a)? Se você sente que está, não fique lá. Só de mencionar o nome de Jesus e suplicar Sua ajuda, Ele virá imediatamente para socorrer você. Mas há uma coisa que Ele não pode fazer: obrigá-lo(a). Você decide se fica entre aqueles seres do mal (submerso/a no pecado) ou se segue a Jesus, onde você verá o que olho não viu nem ouvido ouviu. Decida hoje a quem seguir!
“Caso nos fossem abertos os olhos para ver os anjos maus em atuação junto dos que se sentem à vontade e se consideram seguros, não nos sentiríamos tão em segurança. Os anjos maus estão em nosso encalço a cada momento. Da parte dos homens ímpios esperamos prontidão para agir segundo as sugestões de Satanás; mas, quando temos o espírito desapercebido contra seus invisíveis agentes, eles ocupam novo território, e realizam maravilhas e milagres a nossa vista. Estamos nós preparados para resistir-lhes pela Palavra de Deus, a única arma com que podemos ser bem-sucedidos?” (Conselhos para a Igreja, p. 341)
A resposta que você e eu devemos dar para a pergunta encontra-se em Efésios 6:12-18: “Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.
Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes.
Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça; e calçados os pés na preparação do evangelho da paz;
Tomando sobretudo o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno.
Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos”.
Portanto, o imperativo de Deus para hoje é: “Tomai toda a armadura… para que possais resistir no dia mau…”, porque a vitória só é segura com Jesus.

[ Carolyn  Azo - Licenciada em Ciências de Comunicação. Atualmente é jornalista na Divisão Sul Americana]

domingo, 23 de fevereiro de 2014

BENEFÍCIOS E CURIOSIDADES SOBRE O AZEITE DE OLIVA


A cor dourada já aponta para uma de suas características: em todos os sentidos, ele vale ouro. Literalmente porque pode custar caro e nutricionalmente por suas propriedades. Das oliveiras e de seus frutos para a sua mesa, o azeite sempre surpreende

Origem
De acordo com a associação portuguesa Casa do Azeite, que reúne as mais variadas informações sobre o óleo, folhas de oliveiras fossilizadas foram encontradas por arqueólogos em toda a região do Mediterrâneo e da Ásia Menor, principalmente na Síria e na Palestina. Muitos deles afirmam que esses achados são dos períodos Paleolítico e Neolítico. Porém, os responsáveis pela dissipação das sementes nas Américas foram os portugueses e os espanhóis.

Apesar de terem chegado ao Brasil por volta de 1800, as oliveiras daqui ainda não produzem azeitonas suficientes para o mercado interno e, por isso, praticamente 100% do que os brasileiros consomem vem de países como Portugal, Itália e Espanha. No entanto, a realidade tem mudado. Tanto na questão do aumento no número de consumidores quanto na produção interna - afinal produtores de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul já começam a dar sinais de interesse nesse tipo de plantação. De acordo com Marcus Pimentel, gerente da boutique de azeites Oliviers & Co, em São Paulo, o consumo do verdadeiro azeite (aquele que não é um composto de óleo e azeite) vem aumentando no país e isso se deve a alguns fatores importantes. "Até pouco tempo atrás, o brasileiro só tinha contato com aquele azeite do mercado. Mas, a partir do momento que a pessoa tem oportunidade do conhecimento, a coisa muda. Além disso, existe também um incentivo dos médicos pelo consumo do azeite de oliva."

Nome

O nome científico da oliveira, a árvore que dará origem à azeitona ou oliva, é a Olea europaea. Já esse pequeno fruto é o responsável por um dos óleos mais saborosos e nutritivos do mundo. Talvez por isso a grafia seja tão parecida. O líquido dourado conhecido como azeite pelos brasileiros vira aceite de oliva para os espanhóis e óleo de oliva para os portugueses. Grafia e pronúncia não muito diferentes em italiano - olio di oliva. Já os franceses os chamam de huile d'olive, os ingleses e norte-americanos como olive oil e os alemães, olivenöl.

Propriedades nutricionais

Segundo o nutricionista George Guimarães, o azeite é um alimento rico em ácidos graxos monoinsaturados, representando 73% da sua composição. Especializado em nutrição vegetariana, George alerta que apesar de o consumo do azeite ser recomendado, este não deve ser o óleo de preferência para o vegetariano. "O azeite pode estar presente na dieta diária do vegetariano, mas deve haver espaço para outros óleos, como por exemplo, o óleo de linhaça. Isso porque o uso exclusivo do azeite limita o consumo de ômega-3, que é um ácido graxo poli-insaturado essencial nesse tipo de dieta e que não pode ser encontrado no azeite." Com um uso moderado, é possível obter todos os benefícios do azeite de oliva sem que ele tome o lugar de outros.

Propriedades medicinais

Segundo a Associação Brasileira do Câncer, o benefício mais conhecido do azeite é a capacidade de diminuir os níveis de colesterol ruim. Porém, um estudo da Universidade de North western  de Chicago, afirma que ele também pode prevenir câncer de mama. Outro estudo, dessa vez publicado na revista Diabetes Care, afirma que o consumo de duas colheres de sopa do tipo extra-virgem pode ajudar a reduzir a barriga.

Já a FDA, agência norte-americana de controle das indústrias alimentícias, considera o azeite de oliva um alimento funcional e ideal para combater os sinais do tempo, por suas propriedades antioxidantes. Porém, é preciso cautela na hora do consumo. Afinal, apesar das propriedades, ele é bastante calórico.


( Revista dos Vegetarianos) via (Cantinho Vegetariano)

MULHER DE 72 ANOS ADEPTA A DIETA VEGETARIANA CRUA, APARENTA TER 30 ANOS

mulher sem idade? Vegetariana de 72 anos aparenta ter 30
Annette Larkins 72, mostra sua horta no seu quintal do Condado de Miami-Dade. É cheio de frutas e vegetais. Em cada canto do seu jardim há algo comestível. Ela tambem coleta água da chuva para beber e regar suas plantas. 

Annete diz que a comida da sua horta é a sua fonte da juventude 

"Eu sou muito vibrante, tenho muita energia, como eu te disse antes, eu me levanto no máximo até as 5:30 da manhã como regra, e estou pronta para ir," ela disse.

O marido de Annete, Amos, se tornou dono de um açougue em 1960. Foi quando ela se tornou vegetariana. Mas com o passar dos anos, ela se tornou uma vegetariana crudívora.

Annete diz que ela nao come alimentos de origem animal-- sua comida é não-processada e crua. "Minha dieta consiste de frutas, nozes, vegetais e sementes. Eu faço muito germinação de sementes como você pode ver pela minha horta e claro que esses são os alimentos crus que eu como." 

Annette tambem faz suco de frutas e vegetais. Você dá nome a isso, ela faz suco disso. Toranja, abacaxi, até mesmo espinafre. Mas não são todos da sua família que se alimentam desse jeito. 

Amos, de quase 54 anos, escolheu continuar comendo do jeito que fazia quando eles se casaram. "Eu realmente queria ter feito o que ela fez", ele disse. 

Ele diz que as pessoas até perguntam se Annette é sua esposa. "Eles irão me perguntar o que eu estou fazendo com uma menina jovem ou eles dirão 'você está com sua neta' coisas desse tipo." 

Amos toma remédios prescritos diariamente para pressão alta e diabetes. Annette diz que ela não toma nem uma aspirina. 

Annette diz que por quê amigos e estranhos ficam pergutando questões sobre sua saúde ou aparência jovial, ela decidiu publicar dois folhetos "Jornada para a Saúde", e ela gravou um DVD 12 anos atrás.

"O Discovery Channel pegou partes do folheto e traduziu para o espanhol que é, a propósito, minha segunda língua".

So how old is this size 4 beauty (nao consegui traduzir essa expressão)? Anette acabou de completar 70 anos de idade.

Annette diz que seus amigos vêem a diferença na sua qualidade de vida. "Essa moça que é da minha idade, ela estava contando à sua amiga que eu costumava contar a eles sobre alimentação e eles não quiseram ouvir e sua resposta é olhar para ela agora e olhar para nós

Seu marido diz que ela é uma pessoa vibrante. "Ela é uma pessoa maravilhosa, ela faz tudo. Te digo que ela monta computadores, faz suas próprias roupas, cultiva seu próprio alimento, fala três idiomas, é incrível."


(WPTV)   via  (Fórum Notícias Naturais) 


NOTA: Mais uma vez a Bíblia antecipa a ciência, DEUS nos proveu o alimento certo para sobrevivermos com saúde. No princípio da criação o homem não se alimentava de carnes, somente de vegetais, cereais e nozes conforme descrito em  (GÊNESIS 1:29). 

Não é atoa que os homens antediluvianos viviam mais tempo do que nós pós-diluvianos. 
 Adão viveu 930 anos (veja em Gênesis 5:4). A dieta de Adão era a prescrita por DEUS em (Gênesis 1:29), cereais, verduras e nozes. 
Noé viveu 950 (Gênesis 9:29). Sem contar Matusalém o homem mais velho da Bíblia: "E foram todos os dias de Matusalém novecentos e sessenta e nove anos, e morreu."  (Gênesis 5 : 27). 
Tá certo que as condições climáticas da época ajudavam bastante, pois não havia poluição. Mas ainda assim nos dias de hoje, a alimentação vegetariana prescrita por DEUS, com certeza nos provê uma vida mais saudável e muito mais longeva.
 Infelizmente ainda tem gente que afirma que não se pode viver sem comer carne, tsc, tsc, tsc. Isso é um mito absurdo! Esta mulher de 70 anos é a prova Real de que o que as recomendações de (Gênesis 1:29) está corretíssima!
 Ninguém melhor do que o nosso Criador para nos indicar a melhor alimentação. Todos os alimentos vegetarianos trazem algum benefício para a saúde, (veja este aqui por exemplo)., (este aqui), (este aqui) (este aqui), (este aqui) e 
(este aqui)
Veja aqui os (benefícios de uma dieta vegetariana), pois vale a pena optar para uma dieta com base em leguemes, verduras, frutas e nozes.  [WO]



sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

PRIMEIROS ÍNDIOS AMERICANOS VIERAM DA ÁSIA

ARTEFATO DA CULTURA CLOVIS
Cerca de 13 mil anos atrás [segundo a cronologia evolucionista], um bebê do sexo masculino morreu onde atualmente é o estado norte-americano de Montana. A comunidade, de luto, tingiu seu pequeno corpo com ocre vermelho e o sepultou com artefatos que, provavelmente, estiveram em sua família por gerações. Após passar milênios intocado, o corpo do menino foi exumado acidentalmente em um canteiro de obras em 1968 e é considerado o mais antigo esqueleto encontrado nas Américas. Cientistas afirmam que os restos mortais ajudaram a liquidar uma longa discussão sobre a linhagem dos nativos americanos e lançaram luz sobre o assentamento do último continente a ser povoado pelos humanos modernos. Depois de decodificar o genoma da criança, uma equipe internacional de especialistas afirmou ser capaz de confirmar que os índios americanos modernos são descendentes diretos do primeiro povo que se estabeleceu no continente, vindo da Ásia, há 15 mil anos [idem], e não eram migrantes da Europa. “Os dados genéticos confirmam que os ancestrais desse menino se originaram na Ásia”, disse Michael Waters, do Centro de Estudos dos Primeiros Americanos, com sede no Texas, coautor do artigo publicado na revista Nature. A família da criança, por sua vez, era “ancestral direta dos nativos americanos atuais”.

O menino era membro da chamada cultura Clóvis, que viveu na América do Norte entre 13 mil e 12,6 mil anos atrás [idem] e é conhecido por suas características machadinhas de mão, espadas e ferramentas de ossos e marfim. A procedência dos ancestrais desse grupo foi tema de uma longa disputa. Alguns acreditavam que os ancestrais dos Clóvis vieram do leste da Ásia, cruzando o Estreito de Bering, que cerca de 15 mil anos atrás [idem] formou uma ponte de gelo. Outros alegavam ter encontrado evidências de que os nativos americanos derivaram de uma migração transatlântica de europeus do sudoeste durante o último Máximo Glacial, entre 21 mil e 17 mil anos atrás [idem], quando vastos mantos de gelo cobriram grande parte da América do Norte, norte da Europa e Ásia.

Análises genéticas mostraram que o menino, que tinha de 12 a 18 meses de idade quando morreu cerca de 12,6 mil anos atrás [idem], era mais parecido aos siberianos do que outros eurasiáticos ou qualquer outro povo no mundo, afirmaram os cientistas. “O estudo não apoia a ideia de que os primeiros americanos se originaram da Europa”, disse Waters. “Uma única migração de humanos introduziu a maioria da população fundadora dos americanos ao sul do manto de gelo no final da última Era do Gelo”, prosseguiu.

Segundo o coautor do estudo, Eske Willerslev, do Museu de História Natural da Dinamarca, a família da criança era “ancestral direta de muitos povos das Américas”. “É assombroso. Certamente não temos informação genética de todas as tribos, mas se poderia dizer que uma estimativa muito, muito grosseira, seria de que cerca de 80% se originariam desse grupo. É quase como um elo perdido”, prosseguiu.

Exames feitos nos restos também renderam um novo insight sobre as práticas culturais dos primeiros habitantes das Américas. Os restos mortais da criança foram encontrados sepultados debaixo de 125 artefatos, que incluíam pontas de lanças e ferramentas feitas de chifres de alce.

O esqueleto, assim como as relíquias, datadas de cerca de 13 mil anos [idem], estavam cobertas com ocre em pó, um tipo de mineral. “A diferença de idade entre o esqueleto e as ferramentas, assim como o fato de que este [alce] era um animal raro, sugerem que os artefatos eram objetos rituais muito especiais ou herança passada de geração a geração”, disse Waters.

Os cientistas da equipe se declararam ansiosos para estabelecer laços mais próximos com grupos de nativos americanos em suas futuras missões científicas. “Queremos trazer os índios americanos para a mesa com esta pesquisa, de forma que nos guiem da forma mais respeitosa e apropriada nesse tipo de pesquisa”, disse Shane Doyle, da Universidade do Estado de Montana. Os restos mortais da criança serão sepultados no fim deste ano.


Nota: Faz sentido pensar que as correntes migratórias iniciais tenham vindo da Ásia, uma vez que foi naquela região que a arca de Noé pousou e que, logo depois, houve a dispersão a partir da Torre de Babel. O fato de algumas civilizações ameríndias terem construído pirâmides, assim como fizeram os caldeus com seus zigurates e os egípcios, também parece apontar para uma identidade cultural primeva comum.
 [Michelson Borges, Jornalista e Mestre em Teologia]

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

CIÊNCIAS E RELIGIÃO ANDAM JUNTAS NOS EUA


Ciência e religião podem se misturar facilmente nos Estados Unidos, um país relativamente religioso, revelou uma pesquisa publicada no domingo, 16. O estudo da Universidade de Rice, no Texas, foi feito com mais de 10 mil americanos, inclusive cientistas e evangélicos. “Nós descobrimos que quase 50% dos (cristãos) evangélicos acreditam que ciência e religião podem trabalhar juntas e apoiar uma a outra”, afirmou a socióloga Elaine Howard Ecklund. Ecklund apresentou os resultados no encontro anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS), em Chicago. Apesar de amplamente diverso, os Estados Unidos têm maioria cristã. “Isso contrasta com o fato de que apenas 38% dos americanos sentem que ciência e religião podem trabalhar juntas”, explicou Ecklund. A consulta revelou que 27% dos americanos acreditam que ciência e religião estão em desacordo e que entre aqueles que se sentem dessa forma, 52% se posicionam do lado da religião.

O estudo da Universidade de Rice demonstrou que os cientistas e a maioria da população são ativos similarmente em suas vidas religiosas. A pesquisa demonstrou que 18% dos cientistas assistiram a cultos religiosos semanais, em comparação com 20% da população em geral.

A consulta também demonstrou que 15% dos cientistas se consideram muito religiosos contra 19% da população em geral. Enquanto isso, 13,5% dos cientistas leem textos religiosos semanais, em comparação com 17% da população americana. Dezenove por cento rezam várias vezes ao dia contra 26% da população como um todo.

Além disso, quase 36% dos cientistas afirmaram não ter dúvidas sobre a existência de Deus. “A maioria do que vemos nos noticiários é de histórias sobre esses dois grupos divergentes sobre questões controversas, como o ensino do criacionismo nas escolas”, disse Ecklund. Portanto, “essa é uma mensagem esperançosa para os desenvolvedores de políticas e educadores, porque os dois grupos não têm que abordar a religião com uma atitude de combate”, prosseguiu Ecklund. “Ao invés disso, deveriam abordar o tema tendo a colaboração em mente”, concluiu.


NOTA: De certa forma, essa é uma boa notícia, pois mostra que, em um país desenvolvido, onde se faz ciência e pesquisa de ponta, a religião continua tendo um papel importante, e que o antagonismo entre ciência e religião é artificialmente estimulado pelos neoateus militantes. O lado ruim da questão é que os criacionistas, pra variar, são, de certa forma, tidos como os “patinhos feios” (fundamentalistas).
 [Michelson Borges - Jornalista e Mestre em teologia]  via (Criacionismo)

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

VERGONHA INTERNACIONAL (UM CONTRAPONTO)


[Em reposta ao artigo da revista France Football, destacado no Blog CRIACIONISMO , o amigo jornalista  e professor universitário Ruben Dargã Holdorf escreveu o seguinte, a título de contraponto:]

A maior parte dos comentários azedos da revista francesa France Football (que estranho, justo na França!?) a respeito do Brasil procede. Todavia, ainda persiste no discurso europeizante um ranço discriminatório e de autoexaltação e perfeccionismo humano. Determinadas considerações merecem uma resposta, começando pela própria revista, que não é um primor de jornalismo e se encontra em um país cujos veículos vivem atolados na lama até os fios de cabelo da cabeça. Basta lembrar que o maior jornal francês, o Le Monde, pertence ao Grupo Dassault, o mesmo que fabrica os aviões de guerra Mirage; e o até então de maior credibilidade, o Liberation, pertence aos banqueiros da família Rotschild. [Os comentários do Ruben seguem entre colchetes, logo a seguir às afirmações atribuídas ao France Football.]

Alguns fatos sobre a Europa:

Política
- A Fifa não pediu ao Brasil para sediar a Copa, foi o Brasil que procurou a Fifa e fez a proposta. [Enquanto empresa que apregoa o tal do fair play, a Fifa não teve nenhum pudor em interferir na soberania brasileira e alterar a Constituição, a fim de não pagar um centavo em impostos ao país-sede.]
- A corrupção no Brasil é endêmica, do povo ao governo. [Se os franceses têm o direito de generalizar o gene corruptivo, então podemos afirmar com muita convicção que todos os franceses são desprovidos de higiene e péssimos anfitriões.]
- A burocracia é cultural, tudo precisa ser carimbado, gerando milhões para os Cartórios. [Verdade, mas os franceses não ficam muito longe disso. Tente um visto de permanência na França para estudar.]
- Tudo se desenvolve a base de propinas. [A polícia francesa é considerada uma das mais corrompíveis da Europa.]
- Todo o alto-escalão do governo Lula está preso por corrupção, mas os artistas e grande parte da população acham que eles são honestos, e fazem campanhas para recolher dinheiro para eles. [Ninguém está preso. Todos os safados desfilam pelas ruas diariamente e promovem festinhas com as doações dos imbecis. A revistinha francesa se esquece de que o ex-presidente Nicolas Sarkozy foi considerado um dos governantes mais corruptos da história daquele país e, de quebra, basta conferir a ficha corrida de Jacques Chirac, François Miterrand e do atual François Hollande que, além de malversação de verbas, é desprovido de moral.]
- Hoje, tudo que acontece de errado no Brasil a culpa é da Fifa; antes era dos EUA, já foi de Portugal... O brasileiro não tem culpa de nada? [Não é bem assim. Se a revista entrevistasse as pessoas certas, o mundo saberia que os culpados desse caos no pardieiro tupiniquim são os políticos, seus eleitores e os lobistas de multinacionais, inclusive francesas.]
- A carga tributária do Brasil é altíssima maior que a da França, e os serviços públicos são péssimos comparáveis aos do Congo. [Exagero! O Congo é um lixo perto da favela da Maré, no Rio. O serviço público brasileiro se assemelha ao da Albânia, na época de Enver Hoxha.]
- Mas o brasileiro médio pensa que ele mora na Suíça. Quem está lá, na verdade, é a Fifa. [O brasileiro médio não mora na Suíça. Quem mora na Suíça é a classe dominante, os ladrões de colarinho-branco que são bem-aceitos pelos banqueiros e políticos suíços. Por que a Fifa não estaria satisfeita? Quem é pilantra está confortável em uma terra de meliantes. A Suíça inteira deveria ser conduzida à Corte Internacional de Justiça. Trata-se do país mais corrompível do planeta. A Suíça é um verdadeiro prostíbulo, cujas principais “mulheres da vida” são as instituições financeiras e a Fifa.]
- A Fifa, como imagem institucional, busca não se associar a ditaduras. Tanto que excluiu a África do Sul na época do Apartheid e, ao contrário do COI, recusou a candidatura da China, apesar das ótimas condições que o país oferecia. Mas o Brasil, sede da Copa, vive um caso de amor com ditaduras. Ou já é ditadura? [Parece que ignoraram o livro Como Eles Roubaram o Jogo, de David Yallop. Para se expandir e fazer crescer os negócios, a Fifa se alinhou aos piores carniceiros da África e tiranos da Ásia.]
- O Brasil pleiteava uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU, para se sentar ao lado da França, mas, devido ao seu alinhamento com ditaduras, a França já se manifestou contrariamente. [Quem são os franceses para se considerar guardiões do planeta? Em Memórias da Segunda Grande Guerra, Winston Churchill esclarece que a França optou pelo nazismo e quase entrou em conflito contra o Reino Unido e os Estados Unidos. O governo francês sempre simpatizou com as causas nazistas e antissemitas. Quem livrou a França do caos foram os norte-americanos no Dia D.]

Obras
- O francês [Humm!] Jérome Valcke, secretário-geral da Fifa, criticou o Brasil pelos atrasos. O governo brasileiro disse que não conversaria mais com Jérome Valcke. [Esse sujeito atuou como marqueteiro das grandes indústrias de produtos esportivos usando mão-de-obra escrava em países do Sul da Ásia, África e América Central. Ele, sim, deveria receber um tremendo chute no traseiro.]
- A França teve apenas três anos, e finalizou as obras um ano e dois meses antes. [A maior parte dos estádios já estava pronta e em uso.]
- A África do Sul teve cinco anos e terminou com cinco meses de antecedência. [Não foi bem assim. Os sul-africanos também sofrem da endemia da corrupção. Ocorre que essa situação veio à tona porque no Brasil tem imprensa que investiga, Tribunais de Contas e Ministério Público. A campanha para acabar com as prerrogativas de investigação do MP tinha por trás o lobby da Fifa, que não encontrou resistência na África do Sul, país sem imprensa à altura e desprovida de MP e Tribunais de Contas.]
- Em Brasília, estão construindo um estádio para 68 mil pessoas, sendo que o time local está na quarta divisão do campeonato brasileiro e tem média de público de 600 pagantes. Tudo com financiamento público. [Na África do Sul, defendida pela revista, construíram um estádio em meio à savana à bicharada, numa cidade com menos de um quarto da capacidade do bordel da Fifa.]
- Em São Paulo, há dois estádios, Morumbi e Pacaembu. Em lugar de reformá-los, construíram um terceiro estádio: Itaquerão, a 23 km do centro da cidade e sem metrô até lá. [Infelizmente, tem metrô até o estádio, sim. Ou eles queriam que o metrô passasse pelos vestiários?]
- O ex-presidente Lula, torcedor do Corinthians, empenhou-se pessoalmente para que construíssem esse estádio, em lugar de reformar um dos outros dois já existentes. [Não apenas o Lula, mas a Globo também.]
- Lula é amigo íntimo de Marcelo Bahia, diretor da Odebrecht, vencedora da licitação. Uma reforma custaria menos de 100 milhões de euros; um novo estádio tinha previsão de custo inicial de 300 milhões de euros - mas já passou de 500 milhões -, um dos mais caros da história da humanidade. Lula e Marcelo são constantemente vistos em caríssimos restaurantes de Paris, tomando bons vinhos franceses. [Sarkozy também era íntimo de Lula e queria enfiar goela abaixo seus aviões de guerra Rafale.]

Transportes
- Em 2009, foram aprovados 13 bilhões de euros no PAC, uma soma gigantesca de dinheiro, suficiente para construir um TGV de Paris a Cabul, no Afeganistão. Nunca se viu um orçamento tão alto. [O que foi a construção da Ponte de Millau, ao custo de 420 milhões de euros?]
- Para os taxistas, não há cursos de inglês financiados pelo governo, mas, para as prostitutas, sim. Parece piada, mas é verdade. [Nenhum taxista francês fala sequer o inglês, e bem que eles apreciam as prostitutas do terceiro mundo.] 
- Metrôs não funcionam bem, não cobrem nem 10% das cidades ou simplesmente não existem. [Assim como não existe sistema de tratamento de esgoto nos bairros dos franco-africanos de Lyon e Marselha.]
- O sistema de ônibus é complicadíssimo e ineficiente. [Não é muito diferente do sistema francês.]
- Os preços de passagens de aviões dispararam. Por um trajeto de 400 km chegarão a cobrar mil euros, durante a Copa. [Quem se encontra entre as empresas que extorquem os passageiros? Exatamente: a Air France.]
- Como o Brasil não tem infraestrutura, não aproveitará a alta demanda, devendo permitir que empresas aéreas estrangeiras atuem durante a Copa; o lucro irá para a Europa ou EUA. [Exatamente! Estão reclamando do quê?]
- Aluguel de carros é caríssimo, e, como disse o ex-presidente Fernando Collor, também afastado por corrupção, os carros brasileiros são carroças, sem os principais itens de segurança. [Entre essas carroças, os Renault e os Peugeot, cujas peças de reposição são caríssimas.]
- Mas o brasileiro defende o monopólio do petróleo. É o único país do mundo em que os consumidores acham que o monopólio é bom para o consumidor, e não para o monopolista. [Eu não acho. Só os franceses, mesmo! Eu gostaria que a Petrobras quebrasse...]

Saúde
- O Brasil precisa importar médicos de Cuba, já que não tem competência para formar médicos no próprio país. Acredite: há um programa governamental para isso. [A revistinha francesa dá mostras de que não entende nada de política e desconhece que o programa do governo se trata de uma estratégia ideológico-política do partido vigente. Quem são eles para falar disso? Confiram o que fizeram em Ruanda!]

Hospedagem
- Paris é a cidade mais visitada do mundo, com quase 20 milhões de turistas/ano. São Paulo é menos visitada que a pequena Benidorm, na Espanha, ou que a cinza Varsóvia, na Polônia ou a poluída Chenzen, na China. [Poderia ser mais visitada ainda se não fosse a má-educação dos parisienses.]
- Amarga o posto 68 na lista das mais visitadas do mundo. [Nem eu quero visitar São Paulo. Só quem se odeia e precisa visita a pauliceia desvairada.]

Segurança
- A guerra do Vietnã matou 50 mil pessoas em sete anos. No Brasil, se mata a mesma quantidade em um ano. [A pesquisa está defasada.]
- No ano passado, foram 50.177, segundo o governo; segundo as ONGs, superam 63 mil mortes. [Continua errada. É muito pior!]
- Todo brasileiro conhece alguém que foi assassinado. [Todos? Como eles souberam disso? Que jornalismo de quinto mundo!]
- Esse 1% não chega a cumprir 1/6 da pena, e é beneficiado por vantagens que se dão aos criminosos. [Quem já ouviu falar no Caso Dreyfuss?]

Conclusão
- O que falta no Brasil é educação. Os números são assustadores, mesmo quando comparados com seus vizinhos sul-americanos. [E ao francês não falta educação? Hãhã!]
- O Brasil tem uma porcentagem de universitários menor que o Paraguai. [E o Paraguai continua uma bagaça.]
- A Argentina tem cinco prêmios Nobel, a Colômbia três, o Chile três, a Venezuela
um, a Colômbia quatro; o Brasil? Zero! [A Colômbia tem sete Nobel? Colômbia do Sul e do Norte ou do Leste e do Oeste? Quem não se educou em Geografia na França? Ah, sim, o redator era argelino!]
- Entre as 300 melhores universidades do mundo, não tem nenhuma universidade brasileira. [Tem duas: USP e Unicamp. É pouco, e vergonhosa a situação.]
- No Brasil, há 33 milhões de analfabetos funcionais. [A França tem a mesma proporção, se forem computados os descendentes dos medievais homens das cavernas e os imigrantes.]
- No ano passado, surgiram 300 mil novos analfabetos. [Todos nascem analfabetos no Brasil. Na França, não? Que interessante e inusitado!]
- No ranking da ONU de 2012, o Brasil, que já estava mal colocado, caiu mais três posições, e hoje é o número 88 no mundo. A França é 5°. [O mundo está em decadência, mesmo!]
- Uma vergonha internacional, mas o brasileiro está muito feliz de ser pentacampeão de futebol. Nos corredores da Fifa, já se admite que foi o maior erro da história da instituição eleger o Brasil como sede. [Estou me lixando para os títulos do futebol brasileiro. Parece-me que é o francês que se importa com essa tosquice.]

[Acréscimo
Nenhuma ex-colônia francesa se tornou um paraíso. A maior parte delas se encontra na miséria absoluta. O Quebec é desenvolvido graças aos britânicos. Os franceses exploraram e destruíram suas colônias – Haiti, Congo, Camboja, etc. Além disso, eles mantêm em seu território como exilado Jean-Claude Duvalier, o Baby Doc, o pior ditador do Haiti, cuja riqueza roubada da ilhota se encontra disponível a seus familiares em plenos bancos franceses. Quem são eles para arrotar moralidade?]

PARAR DE FUMAR DEIXA MAIS FELIZ, AFIRMA ESTUDO


O CIGARRO É UM VENENO
"Deixar cigarro tem mesmo efeito de antidepressivos, dizem pesquisadores.

Estudo derruba mito de que fumar é antiestressante, afirma coordenadora."


Deixar o cigarro contribui para o bem-estar mental, tendo o mesmo efeito que o uso de antidepressivos, aponta um estudo publicado no periódico médico British Medical Journal (BMJ), na edição disponível a partir [do dia 14 de fevereiro]. De acordo com os pesquisadores britânicos, que revisaram 26 estudos sobre o tema, o efeito de parar de fumar pode ser “equivalente, ou superior, ao de antidepressivos utilizados no tratamento da ansiedade, ou de transtornos de humor”. Os fumantes incluídos nos trabalhos eram “medianamente dependentes”, com idade média de 44 anos, e fumavam de 10 a 40 cigarros por dia. Do total, 48% eram homens. Eles foram entrevistados antes de sua tentativa de parar de fumar e, novamente, depois de conseguirem largar o hábito, em uma janela que variou de seis semanas a seis meses.

Os que conseguiram deixar o cigarro estavam menos deprimidos, menos ansiosos, menos estressados e com uma visão positiva da vida do que os que não conseguiram abandonar o vício. A melhora foi perceptível nas pessoas afetadas por transtornos mentais logo que pararam de fumar. Nenhuma avaliação de acompanhamento do estado mental voltou a ser feita, porém, em especial nos casos dos ex-fumantes que tiveram recaídas.

A coordenadora do estudo, Genma Taylor, da Universidade de Birmingham, disse esperar que os resultados permitam dissipar falsas ideias, como a que atribui ao cigarro qualidades antiestressantes, ou relaxantes. “Comparando não fumantes e fumantes, encontramos uma associação entre uma pior saúde mental nos fumantes”, acrescentou.

Segundo números divulgados em julho passado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), o cigarro seria responsável pela morte de pelo menos seis milhões a cada ano, número que pode atingir oito milhões até 2030.

domingo, 16 de fevereiro de 2014

A ARQUEOLOGIA E A BÍBLIA


Das muitas definições dadas à Bíblia, é provável que uma das mais interessantes tenha sido a de Gerald Wheeler que definiu a inspiração como “Deus falando com sotaque humano”. De fato, a Bíblia é a Palavra do Altíssimo entrando em nossa história e participando ativamente dela.
Logo, seria interessante lembrar que as Escrituras Sagradas não nasceram num vácuo histórico. Elas possuem um contexto cultural que as antecede e envolve. Suas épocas, seus costumes e sua língua podem parecer estranhos a nós que vivemos num tempo e geografia bem distantes daqueles fantásticos acontecimentos, mesmo assim são importantíssimos para um entendimento saudável da mensagem que elas contêm.
Como poderíamos, então, voltar a esse passado escriturístico? Afinal, máquinas do tempo não existem e idéias fictícias seriam de pouco valor nesta jornada. A solução talvez esteja numa das mais brilhantes ciências dos últimos tempos: a Arqueologia do Antigo Oriente Médio.
Usada com prudência e exatidão, a Arqueologia poderá ser uma grande ferramenta de estudo não apenas para contextualizar corretamente determinadas passagens da Bíblia, mas também para confirmar a historicidade do seu relato. É claro que não poderemos com a pá do arqueólogo provar doutrinas como a divindade de Cristo ou o Juízo final de Deus sobre os homens. Esses são elementos que demandam fé da parte do leitor. Contudo, é possível – através dos achados – verificar se as histórias da Bíblia realmente aconteceram ou se tudo não passou de uma lenda. Aí, fica óbvio o axioma filosófico: se a história bíblica é real, a teologia que se assenta sobre essa história também o será. Talvez seja por isso que ao invés de inspirar a produção de um manual de Teologia, Deus soprou aos profetas a idéia de escreverem um livro de histórias que confirmassem a ação divina em meio aos acontecimentos da humanidade.
Como tudo começou
Dizer exatamentequando começou a arqueologia bíblica não é tarefa fácil. Na verdade, desde os primeiros séculos da era cristã já havia pessoas que se aventuravam na arte de tirar da terra tesouros relacionados à história da Bíblia Sagrada. Helena, a mãe de Constantino, foi uma dessas “pioneiras” que numa peregrinação à Terra Santa demarcou com igrejas vários locais sagrados onde supunham ter ocorrido algum evento especial. Muitos destes locais servem até hoje de ponto turístico no Oriente Médio.
As técnicas porém desses primeiros empreendimentos eram bastante duvidosas e o fervor piedoso levava as pessoas a verem coisas que na verdade nem existiam. Aparições de santos, sonhos e impressões eram o suficiente para demarcar um local como sendo o exato lugar da crucifixão ou do nascimento de Cristo.
Mas a partir do final do século XIII, a arqueologia das Terras Bíblicas começou finalmente a ter ares de maior rigor científico. A descoberta acidental da Pedra de Roseta, ocorrida em 1798, levou vários especialistas a se interessarem pela história do Egito, da Mesopotâmia e da Palestina, descobrindo um passado que há muito se tinha por perdido.
Babilônia, Nínive, Ur e Jericó foram apenas algumas das muitas localidades que começaram a ser escavadas revelando importantes aspectos da narrativa bíblica. Para os críticos que na ocasião levantavam argumentos racionalistas contra a Palavra de Deus, os novos achados representavam um grande problema, pois desmentiam seus arrazoados confirmando vários elementos do Antigo e do Novo Testamento.
Um exemplo pode ser visto no próprio ceticismo com que encaravam a existência de uma cidade chamada Babilônia. Muitos pensavam que tal reino jamais existira. Era apenas o fruto mitológico da mente de antigos escritores como Heródoto e os profetas canônicos. Até que, finalmente, suas ruínas foram desenterradas em 1899 pelo explorador alemão Robert Koldewey, que demorou pelo menos 14 anos para escavar as suas estruturas.
Mais tarde veio a descoberta de várias inscrições cuneiformes que revelaram o nome de pelo menos dois personagens mencionados no livro de Daniel, cuja historicidade também tinha sido questionada pelos céticos. O primeiro foi Nabucodonosor, o rei do sonho esquecido e o segundo, Belsazar que viu sua sentença de morte escrita com letras de fogo nas paredes de seu palácio.
Contribuições adicionais
Além de ajudar tremendamente na confirmação de episódios descritos na Bíblia, a arqueologia presta um grande serviço ao estudo elucidativo de determinadas passagens. Graças a ela, é possível reconhecer o porquê de alguns comportamentos estranhos à nossa cultura. É o caso de Raquel roubando deliberadamente os “ídolos do lar” que pertenciam a Labão, seu pai (Gn 31:34). Aparentemente o delito parecia ter um fim religioso, mas antigos códigos de lei sumerianos revelaram que naquela época a posse de pequenos ídolos do lar (comumente chamados de Terafim) era o certificado de propriedade que alguém precisava para firmar-se dono de uma terra. Caso os ídolos fossem parar nas mãos de outra pessoa, essa se tornava automaticamente a proprietária dos terrenos que eles demarcavam. Por serem pequenos, poderiam facilmente ser roubados e cabia ao dono o cuidado de guardá-los para não ser lesado. Foi portanto num descuido de Labão que Raquel roubou seus ídolos (ou seja suas escrituras) com o fim de entregá-los posteriormente a Jacó, e fazer dele o novo senhor daquelas terras. Tratava-se, portanto, de uma tentativa de indenização do esposo pelo engano que o levou a sete anos extras de trabalho nas terras de seu pai.
Várias palavras e expressões antigas também tiveram seu significado esclarecido pelo trabalho da arqueologia. O nome de Moisés, que certamente não era de origem hebraica pode ter sua explicação na raiz do verbo egípcio ms-n que significa “nascer ou nascido de”. Não é por menos que muitos faraós e nobres da corte egípcia tinham o seu apelido formado pela junção desse verbo e do nome de uma divindade. Por exemplo: Ahmose (“nascido de Ah, o deus da lua”); Ramose (“nascido de Rá, o deus sol”), Thutmose (“nascido de Thot, outra forma do deus da lua”). É possível que Moisés (ou em Egípcio Mose) também tivesse originalmente o nome de um deus local acoplado ao seu próprio nome. Talvez fosse Hapimose (o deus do Nilo) uma vez que, de acordo com Êxodo 2:10, a rainha escolheu chamá-lo assim, porque das águas do Nilo o havia tirado.
Uma embaraçosa situação entre Jesus e um discípulo também pode ser esclarecida pela arqueologia. Trata-se do episódio descrito em Lucas 9:59, onde o Senhor aparentemente nega a um jovem que queria seguir-lhe o direito de sepultar o seu próprio pai. Olhando pela cultura moderna ocidental, dá-se a impressão que o pai do moço estava morto em um velório e que ele estaria pedindo apenas algumas “horas” a Cristo para que pudesse seguir o féretro e, logo em seguida, partir com o Senhor. Um pedido, a princípio, bastante justo para não ser atendido!
Mas as dificuldades se esvaem quando entendemos pelo resgate arqueológico que, naquela época (e também hoje, nalguns idiomas como o árabe e o siríaco), a expressão “sepultar o meu pai” seria um idiomatismo que nem de longe indicava que seu pai houvesse recentemente morrido! Tanto o é que o episódio se dá “caminho fora” (Lc. 9:57). Se o pai do jovem houvesse morrido o que estaria ele fazendo à beira da estrada? Na verdade, essa expressão idiomática significava que o pai estava sadio e feliz e que seu filho prometia sair de casa apenas depois que ele morresse.
Ademais, segundo o costume oriental, quando o pai morria, o filho mais velho ficava encarregado do seu sepultamento, mas esse também não ocorria imediatamente após a sua morte. Primeiramente o corpo era banhado, perfumado e envolvido num lençol para ser depositado numa gruta tumular onde ficava deitado sobre uma cama de pedra por um ano ou mais até que a carne houvesse completamente sido decomposta restando apenas os ossos. Então, nesse dia, o filho retirava a ossada de seu pai, colocando-a delicadamente num pequeno caixão de pedra (conhecido como ossuário) e, somente aí, tinha-se finalmente completado o “sepultamento”, isto é, vários meses após a morte do indivíduo.
Com esse pano de fundo trazido dos estudos arqueológicos o diálogo de Jesus com aquele jovem passa a ter outra dimensão. Esclarece-se a questão e torna o texto mais compreensivo e agradável de se ler.
È curioso como a Bíblia – evidentemente usando uma figura de linguagem – descreve a teimosia do rei do Egito com a idéia de que Deus endureceu (literalmente “petrificou”) o coração de Faraó. O estudo das línguas orientais mostra que Deus muitas vezes é colocado como autor daquilo que Ele na verdade apenas tolera. É um limite do idioma e nada mais. Nós também temos as mesmas limitações em nossa língua pátria: quando dizemos a alguém “vá com Deus” ou “que o Senhor te acompanhe” não estamos com isso negando a onipresença do Altíssimo como se Ele precisasse “ir” a um lugar onde já não estivesse. Também não estamos de maneira nenhuma nos matando quando dizemos: “Estou morto (isto é, cansado)!”
A idéia de um faraó de coração duro pode ser ainda mais esclarecida se atentarmos para o fato de que o estudo de várias múmias revelou o estranho costume egípcio de colocar dentro do corpo mumificado um escaravelho de pedra bem no lugar do coração. Esse amuleto servia ao defunto como uma espécie de salvo conduto no juízo final perante Osíris. Um coração normal (que era pesado na balança da deusa Ma’at) poderia denunciar os seus pecados fazendo-o perder um lugar no paraíso. Mas um coração de pedra, enganaria os deuses. Ocultaria os erros que ele cometeu garantindo-lhe o paraíso, mesmo que houvesse levado uma vida de constantes pecados. Ter, portanto, um coração duro (ou “de pedra”) era para Faraó a certeza de uma salvação forjada à custa do engano dos deuses! Daí a forma irônica e eufemística de dizer: “Deus endureceu o coração de faraó”.
Arqueologia do Antigo Testamento
Estes são alguns dos principais achados alusivos ao Antigo Testamento:
1 – Leis mesopotâmicas – uma coleção de várias leis datadas do terceiro e segundo milênios antes de Cristo que ilustram em muitos detalhes o período patriarcal. O conhecido código de Hamurabi (c. 1750 a.C.) é uma delas.
2 – Papiro de Ipwer – trata-se da oração sacerdotal de um certo egípcio chamado Ipwer que reclama junto ao deus Horus as desgraças que assolavam o Egito. Entre elas ele menciona o Nilo se tornando em sangue, a escuridão cobrindo a terra, os animais morrendo no pasto e outros elementos que lembram muito de perto as pragas mencionadas no Êxodo.
3 – Estela de Merneptah – uma coluna comemorativa escrita por volta de 1207 a.C. que conta as conquistas militares do faraó Merneptah. É a mais antiga menção do nome “Israel” fora da Bíblia. Alguns céticos insistem em negar a história dos Juízes dizendo que Israel não existia como nação naqueles dias. Porém, a Estela de Merneptah desmente essa afirmação ao mencionar Israel entre os inimigos do Egito.
4 – Textos de Balaão – fragmentos de escrita aramaica foram encontrados em Tell Deir Allá (provavelmente a cidade bíblica de Sucote). Juntos eles trazem um episódio na vida de “Balaão filho de Beor” – o mesmo Balaão de Números 22. Os textos ainda descreviam uma de suas visões, indicando que os cananitas mantiveram lembrança desse profeta.
5 – Estela de Tel Dã – outra placa comemorativa, desta vez da conquista militar da Síria sobre a região de Dã. Encontrada em meio aos escombros do sítio arqueológico, a inscrição trazia de modo bem legível a expressão “casa de Davi” que poderia ser uma referência ao templo ou à família real. Porém o mais importante é que mencionava pela primeira vez fora da Bíblia o nome de Davi, indicando que este fora um personagem real.
6 – Obelisco negro e prisma de Taylor – Estes artefatos mostram duas derrotas militares de Israel. O primeiro traz o desenho do rei Jeú prostrado diante de Salmanazar III oferecendo tributo e o segundo descreve o cerco de Senaqueribe a Jerusalém, citando textualmente o confinamento do rei Ezequias.
7 – Inscrição de Siloé –  encontrada acidentalmente por algumas crianças que nadavam no tanque de Siloé, essa antiga inscrição hebraica marca a comemoração do término do túnel construído pelo rei Hezequias, conforme o relato de II Crônicas 32:2-4.
Arqueologia do Novo Testamento
Estes são alguns dos principais achados alusivos ao Novo Testamento:
1 – Ossuários de Caifás e (possivelmente) Tiago irmão de Jesus – Alguns ossuários costumavam trazer uma inscrição com o nome da pessoa que estaria ali. Sendo assim, dois ossuários chamaram a atenção dos arqueólogos. O primeiro foi encontrado em 1990 e legitimado como sendo do mesmo Caifás mencionado em Mateus 26 e João 18. Já o segundo, cuja autenticidade é disputada entre os especialistas, pertenceria a Tiago, um dos irmãos de Jesus conforme o texto de Mateus 13:55. Caso se demonstre verdadeiro, este ossuário será a mais antiga menção do nome de Jesus que temos notícia.
2 – O esqueleto do crucificado – Um outro ossuário encontrado em 1968 revelou a ossada de um certo Yehohanan (“João” em aramaico) que morrera crucificado. Seu calcanhar ainda trazia um pedaço torcido do prego romano. Esse foi o único exemplar de um crucificado de que temos notícia. Graças ao seu estudo foi possível levantar importantes detalhes sobre os modos de crucifixão usados no tempo de Cristo.
3 – Inscrição de Pilatos – Uma placa comemorativa encontrada em Cesaréia Marítima no ano de 1962 revelou o nome de Pilatos como prefeito da Judéia. Antes disso, sua existência histórica era questionada pelos céticos.
4 – Cafarnaum – A cidade onde Jesus morou foi escavada e preservada para visitação. Ali é possível se ver os restos de uma sinagoga e uma igreja bizantinas que foram respectivamente construídas sobre a sinagoga dos dias de Jesus e a casa de Pedro, o líder dos doze apóstolos.
Qumran e os Manuscritos do Mar Morto
Um isolado sítio arqueológico foi acidentalmente descoberto por um garoto beduíno em 1947, nas redondezas do Mar Morto junto ao deserto da Judéia. Ali podem ser vistas as ruínas de Khirbet Qumran onde, segundo a opinião de muitos, viveram os antigos essênios, uma facção religiosa judaica que rompera com o partido sacerdotal de Jerusalém.
Mas o achado do garoto foi ainda mais surpreendente. Ele descobriu numa das grutas locais antigas cópias do Antigo Testamento e outros livros judaicos que estavam guardados por quase dois mil anos.
Juntos esses manuscritos (advindos de pelo menos 11 cavernas) formavam uma enorme biblioteca de textos inteiros ou fragmentados que contextualizam o judaísmo dos dias de Cristo. E mais, ajudam a estabelecer a confiança na transmissão texto bíblico, uma vez que não possuímos nenhum dos originais que saíram das mãos dos profetas.
Ocorre que, até ao achado dos manuscritos do Mar Morto, as cópias hebraicas mais antigas da Bíblia datavam do século 10 d.C., ou seja, mais de mil anos depois da produção do último livro vétero-testamentário. E que certeza teríamos, além da fé, de que não houve alterações substanciais no texto? Sendo assim, o achado de Qumran foi bastante providencial pois proveu-nos de cópias da Bíblia Hebraica que datavam de até 250 a.C..
Quando essas cópias foram comparadas ao texto hebraico massorético (aquele tardio sobre o qual baseavam-se as traduções modernas) demonstrou-se claramente que elas confirmavam a fidedignidade da versão que possuíamos. Se a Bíblia tivesse sido drasticamente alterada ao longo dos séculos, os Manuscritos do Mar Morto demonstrariam isso pois, afinal, foram produzidos antes mesmo do surgimento do cristianismo.
O achado de Qumran, pois, constitui a maior descoberta bíblica de todos os tempos.
Conclusão
Certa vez ao entrar glorioso em Jerusalém, Jesus declarou em meio à multidão que ainda que os filhos se calassem, as próprias pedras clamariam (Lc 19:40). Por que não poderíamos ver na arqueologia um cumprimento destas palavras? De uma maneira silenciosa, porém bastante ativa, pedras, cacos de cerâmica, restos de fortalezas e antigos manuscritos clamam que a história é verdadeira, que Deus é tão real que quase dá para tocá-lo.
A arqueologia é certamente um presente do céu aos crentes. Seu conhecimento é uma excelente ferramenta na compreensão, no estudo e na proclamação da Palavra de Deus!
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