Palavra do dia

"Eis que DEUS é meu ajudador, o SENHOR é quem me sustenta a vida." (SALMO 54:4)


domingo, 30 de março de 2014

ASSINATURAS DO CRIADOR NAS ASAS DAS BORBOLETAS

Borboletas e algumas mariposas são símbolos quase universais de beleza natural. Um dos grandes motivos para isso, obviamente, são suas asas coloridas e charmosas. É exatamente isso que você vê nas fotos abaixo; maravilhosas macrofotografias feitas por pelo bioquímico e fotógrafo Linden Gladhill, que nos mostram essa maravilha em um nível não observável pelo olho humano. As borboletas e mariposas pertencem à ordem Lepidoptera, que significa “asa escamosa”. As imagens altamente ampliadas (entre sete e 17 vezes do tamanho natural) mostram essas escamas que cobrem as delicadas asas dos insetos, com seus padrões belíssimos

(HipeScience)















DARLEIDE ALVES DESABAFA: Luz e Trevas, Cristianismo e mundanismo não combinam. Não se pode agradar a dois senhores.

Darleide Alves , Pós-graduada em psicologia e sexualidade.
Não creio que todos tenham paciência de ler tudo que escrevi, mas... também não precisa curtir, concordar, compartilhar... apenas creio sem reservas e me reservo ao direito de expressar meu pensamento. E cada um pode usar a sua página pra discordar. Não há unanimidade nem sobre o amor de Deus. 

Mas, quero dizer que se você me convidar para uma festa secular, com propósito, com uma missão de abençoar alguém ali, eu vou. Mas se me chamar para curtir uma festa "religiosa", entre religiosos, crentes, cristãos, mas com elementos que não promova ambiente de salvação... Não conte comigo. É muita incoerência de uma vez só.

Exemplo: Reunião de crentes, ao som de qualquer tipo de música diferente daquelas que me fazem orar, louvar, buscar a Deus... não me convence. Há músicas populares lindas, poéticas, ternas... mas se não provocam adoração a Deus, mas a mim, as minhas memórias, aos meus sentidos... "tudo posso, porém, nem tudo me convém..." (I Corintios 6:12)

Não discuto sobre música, sobre ritmo, sobre cantores, compositores. Não. Não tenho este chamado. Minha questão é outra, é prioritária é "ambiente de santidade", medo de perder a presença de Deus. A presença do Sagrado. E isto eu já faço involuntariamente, mas me dispor a entregar meus ouvidos, meus olhos, meu apetite, meus pensamentos, meu corpo, minha mente...ah, não quero mais. Não cabe no universo da intimidade espiritual com o Senhor Jesus. 

E nem vou falar de uma tal de zumba que anda enganando a muitas cristãs que juram estar fazendo somente atividade física. Isto é dança. E se você dança para o Senhor, então, dance. Afinal...

"Quer comais, quer bebais, façais tudo para a honra do Senhor." 
(I Corintios 10:31)

Talvez, você discorde completamente, mas a Palavra de Deus me convence a cada dia que estamos extremamente alienados da santidade. É terrível isto! 

"Sem santidade, ninguém verá a Deus".(Hebreus 12:14). 

E a santidade é estar em Jesus. É permanecer nEle. 
Será que sabemos o que é isto? Amados, nós pecamos involuntariamente. Somos naturalmente pecadores e só há remédio para esta lepra se "nascermos de novo", em Jesus Cristo, por meio do Espirito Santo. Ele efetua o processo da santificação e tudo o mais que a graça de Jesus é hábil para operar. E por estarmos em Cristo, o Espirito age para moldar a nossa mente... e neste processo somos ensinados. Somos feitos espirituais e aprendemos pelo Espirito de Deus a "discernirmos as coisas espiritualmente". 

"Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios  não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios." (I Coríntios 10:21)

"Para que comais e bebais à minha mesa no meu reino..." (Lucas 22:30)

O Senhor tem uma mesa. Quero sentar a mesa, com Ele. 

Se no dia do meu aniversário, ou qualquer outra celebração  convido meus amigos para celebrar... eu quero celebrar na presença do Senhor. Não vou apresentar fogo estranho, comida estranha, bebida estranha, conversa estranha.... Deus me livre de ofertar a ele algo que não lhe agrade, que não seja digno. Se eu creio que Ele está no ambiente eu cuido com as palavras, com a comida, com a bebida, com a roupa, com os sentimentos, com os pensamentos...o Santo Deus está ali, está em toda parte... Ele me acompanha, me vê, me visita, me ama, me guarda, me ampara... Ele é Deus presente. Emanuel - Deus Conosco! Eu O tenho na igreja e fora dela. Nos cultos e nas festividades... ele anda no meio de nós. Ai de nós se Ele disser que não vai conosco como fez com o povo de Israel após a feitura do bezerro de ouro... aquela abominação.

Então, eu quero Deus. Não quero arriscar perder a presença dEle. Não quero ofender deliberadamente ao Senhor. Já bastam os meus pecados inerentes, minha rebeldia latente, meus pecados teimosos... mas não vou alimentá-los até que morram, que sequem, que desapareçam... em Jesus Cristo. 

"Não dê lugar ao diabo" (efésios 4:27)

Ai daqueles que chamam o mal de bom, e o bom de mal; que chamam as trevas de luz, e a luz de trevas; que chamam o amargo de doce, e doce de amargo! (Is 5:20)

Um dia, soube que uma senhora que mora em outro país, nem ao menos me conhece... teria dito que me acha fanática.... digo a ela, que nem sei quem é, e a quem compartilhe com esta ideia... as mesmas palavras que Paulo disse: "Mas confesso-te isto que, conforme aquele caminho que chamam seita, assim sirvo ao Deus de nossos pais, crendo tudo quanto está escrito na lei e nos profetas. (Atos 24:14). Se obedecer a Deus, temer a Deus e discernir o santo do profano é fanatismo... então, sou.


Darleide Alves -  Produtora, apresentadora de TV e Rádio. Pós-graduada em psicologia e sexualidade (Via Facebook)
 

sexta-feira, 28 de março de 2014

HINÁRIO ADVENTISTA COMPLETO EM MP3

O dever de adorar a Deus se baseia no fato de que Ele é o Criador, e que a Ele todos os outros seres devem a existência.

Não existe nada melhor do que entoar louvores de gratidão a DEUS. Por isso a equipe Interativo.NET resolveu disponibilizar os melhores hinos usados para adoração: O Hinário Adventista do Sétimo Dia em formato MP3 para você baixar e ouvir onde você estiver. Todos os 610 hinos em uma única pasta para você ouvir no seu carro, no seu celular, em sua casa, na igreja enfim... Em qualquer lugar.

Espero que este material seja de grande utilidade para você. QUE DEUS TE ABENÇOE!!!







BAIXE TAMBÉM A BÍBLIA SAGRADA COMPLETA EM MP3 NARRADA NA VOZ DE CID MOREIRA - CLIQUE AQUI


quarta-feira, 26 de março de 2014

TEÓLOGO COMPARA FUNK "BEIJINHO NO OMBRO" A "SABOR DE MEL" DE DAMARES. "Qualquer semelhança não é mera coincidência"



A funkeira Valeska Popozuda tem ocupado a grande mídia com a música “Beijinho no ombro”, que fala sobre demonstrar aos inimigos que com fé em Deus é possível superar dificuldades e inveja, além de vangloriar-se com as conquistas. Em 2008, a cantora Damares chegou ao topo da música pentecostal no Brasil com a conhecida “Sabor de Mel”, de temática semelhante.
Dentro desse contexto, o teólogo e blogueiro Yago Martins publicou um vídeo em sua página no Facebook fazendo a comparação entre as duas letras e afirmou que sua iniciativa era um alerta ao povo evangélico: “Um pequeno comparativo didático: qualquer semelhança não é mera coincidência. Pois mais cômica que seja a comparação e a apresentação da mesma, a intenção primária não é fazer rir, mas alertar a respeito de um ponto. Pensem nisso”, sugeriu aos internautas.
Posteriormente, o teólogo comentou o vídeo numa entrevista ao GPrime, e disse que a letra da música de Damares foge aos princípios básicos dos ensinamentos de Jesus: “Não falo de teologia acadêmica ou elucubrações profundas, mas até mesmo o sermão do monte ou os ‘Bê-á-bás’ da fé. Jesus disse: ‘Vocês ouviram o que foi dito: Ame o seu próximo e odeie o seu inimigo. Mas eu lhes digo: Amem os seus inimigos e orem por aqueles que os perseguem’ (Mateus 5:43-44). Como podemos ter uma igreja evangélica que ainda não conseguiu internalizar um dos princípios teológicos básicos da fé, que é o amor? Os púlpitos fracos que prometem bênçãos e vitórias criam um monstro que tem nome de cristianismo, mas está longe da religião de Jesus”, observou Yago.
O jovem teólogo acrescenta que a música “‘Sabor de Mel’ é uma teologia da vingança, onde a cantora conclama os crentes a desejarem o destaque a fim de tripudiar sobre os próprios inimigos”, e isso seria uma distorção dos princípios do Evangelho. “A canção deseja que os que não te ajudaram antes se arrependam disso por não terem conseguido o destaque que Deus te deu. Devemos amar aqueles que são nossos inimigos, e não desejar que eles ‘nos vejam por cima’”, acrescentou.
“Sabor de Mel”, composta por Agailton Silva, é uma das músicas gospel pentecostal que mais são alvo de críticas por parte dos teólogos em geral, que enxergam nela uma mensagem de incentivo à meritocracia, conquistas por esforço próprio e ameaças aos indiferentes, tornando-os “inimigos”.
“Existe certo tipo de sentimento de vitória sobre os inimigos que faz sentido e é até mesmo cristão. No Último Dia, os inimigos do Evangelho receberão a justa paga, e seremos vitoriosos sobre eles. Uma canção que celebra a vitória final sobre os inimigos da Cruz pode ser bíblica e fiel. Nem de longe é o que encontramos na canção de Damares, no entanto. Lá há nada mais que um ‘beijinho no ombro pras inimigas’, uma palavra de escárnio contra inimigos pessoais, o que é inadmissível”, pondera Martins.
Assista ao vídeo comparativo de “Beijinho no Ombro” e “Sabor de Mel”:

NOTA: Por incrível que pareça eu não estranhei esta notícia, pois posso observar isso quando ouço  música gospel, não digo todas, mas grande parte são músicas que carecem de fundamento bíblico e teológico. Existem no meio gospel cantores consagrados ao sucesso que se esquecem de louvar o CRIADOR  e em vez de entoarem canções de louvor, fazem de tudo no palco, menos louvar a DEUS. Dançam, gesticulam desconcertadamente ao som de uma música digna de ser tocada no show dos Rolling Stones, canções com ritmos mundanos, axé, Rock, forró e acredite se quiser, até funk gospel eu já ouvi. E no embalo de aberrações desta natureza o nome de DEUS é desonrado, rebaixado, pisoteado, desrespeitado e o culto prometido a DEUS passa muito longe de ser um culto de adoração constituindo-se em uma verdadeira festa carnal, onde o que importa é satisfazer o próprio sentido, (se a música não me agradar aos ouvidos, não receberei a benção). Ora! as pessoas louvam a DEUS por amor ou em troca de bençãos? O louvor a DEUS deve ser feito em troca de algum benefício? Quando eu louvo ao meu DEUS eu escolho os melhores hinos, com as melodias mais agradáveis para entoar em gratidão ao meu CRIADOR, pois é para isso que serve o louvor, para expressarmos gratidão a DEUS, adorarmos o SENHOR, simplesmente por gratidão, não para recebermos algo em troca, não para recebermos dons espirituais, cura ou qualquer benção, adoramos simplesmente por que Ele é o nosso CRIADOR e é digno de toda honra, toda glória e todo o louvor. Mas infelizmente o mercado da música gospel deixa muito a desejar quando a questão é adoração, músicas sem contexto bíblico e com desfalque teológico está tocando aos montes na igrejas e o pior, é que muitos líderes que se dizem "cheios do Espírito Santo" não se dão ao trabalho de sequer analisar o louvor e observar se ele serve para ser cantado pela congregação ou não. 
[Weverson Oliveira]

"Nem todo o que me diz: SENHOR, SENHOR! Entrará no reino dos Céus, mas  aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos Céus" (Mateus 7:21)

Mais matérias sobre música aqui e aqui 

PÍTON TEM BÚSSOLA NATURAL QUE PERMITE QUE SEMPRE VOLTE PARA CASA

Maravilhas do Designer inteligente deixado pelas digitais do CRIADOR: 


A píton birmanesa possui um senso inato de orientação que lhe permite voltar para casa sem dificuldade, mesmo tendo se deslocado por dezenas de quilômetros, afirmam pesquisadores em um estudo divulgado [há alguns dias]. Entre as maiores serpentes do mundo, as pítons birmanesas (Python bivittatus) são originárias da Ásia, mas escolheram como lar os pântanos de Everglades, o célebre parque nacional da Flórida, nos Estados Unidos. No topo da cadeia alimentar, esses predadores proliferaram na Flórida a ponto de ameaçar, hoje, a biodiversidade local. Os pesquisadores capturaram e transportaram seis desses répteis, soltando-os a distâncias entre 21 km e 36 km. Graças a transmissores de rádio, eles conseguiram acompanhar os deslocamentos das pítons e medir sua trajetória e velocidade. Uma vez livres, as cobras tomaram imediatamente a direção de seu local de captura. Cinco delas conseguiram chegar a seu destino com uma margem de erro de cinco quilômetros. Por uma razão desconhecida, a sexta píton mudou de direção pouco antes de atingir o local esperado.


As cobras viajaram entre 94 e 296 dias, mostrando uma “clara determinação de voltar para casa”, constatou o estudo publicado no periódico Biology Letters da Academia de Ciências britânica.

“Esse estudo mostra que as pítons birmanesas têm uma bússola interna e uma carta de navegação”, acrescentam os autores. Trata-se da primeira vez que tamanho senso de orientação, de origem ainda misteriosa, é identificado em ofídios.

Esse talento particular das pítons sugere que elas também são dotadas de um senso crítico de seu território, o que pode ajudar a lutar contra essa espécie invasiva, antecipando as áreas onde ela corre o risco de se estabelecer.

As pítons birmanesas, que podem passar de cinco metros de comprimento, caçam qualquer animal, do pássaro ao jacaré.


segunda-feira, 24 de março de 2014

POLÊMICA! Entenda porque o Pr. Adventista Horne Silva Rasgou as páginas do Livro de Ellen G. White durante um sermão.



[No dia 1º de março, o pastor e doutor Horne Silva apresentou no Unasp, campus São Paulo, um sermão que causou polêmica nas redes sociais porque alguém filmou apenas uma pequena parte da mensagem e a postou no Facebook. Nessa parte do sermão, o pastor Horne, para causar impacto, rasgou algumas páginas do livro Música, de Ellen White, alegando que não eram necessários aqueles conselhos, uma vez que quase ninguém parece dar-lhes atenção. Foi o suficiente para causar uma polarização. De um lado, houve quem aplaudisse a atitude corajosa do pregador; de outro, houve quem o acusasse de fanático, extremista e exagerado. Infelizmente, houve até atitudes desrespeitosas com um pastor que tem PhD em teologia e que lecionou por muitos anos para muitos pastores que hoje trabalham na obra adventista. Não se trata de “pegação no pé” dos músicos (tão importantes que são para a igreja), já que vêm sendo feitas críticas também às mensagens sem “substância teológica” que estão sendo apresentadas em muitos púlpitos. Talvez, justamente por isso, estejamos vendo uma mudança significativa em certos aspectos do louvor praticado nas igrejas adventistas. Estamos estudando o assunto ou o que mais conta é o nosso gosto? Preocupamo-nos com a preferência do Ser adorado ou levamos em conta apenas a nossa preferência? O pastor Horne não é um irresponsável. Como pregador, ele quis usar um recurso impactante para despertar a reflexão em torno de um assunto delicado. Talvez esses que o criticaram de modo agressivo fizessem o mesmo ao ver Isaías profetizando nu ou ao contemplar Moisés despedaçando as tábuas de pedra escritas pelo dedo de Deus - ou quem sabe eles mesmos rasgassem os livros de Ellen White, se isso não fosse visto como "politicamente incorreto". Abaixo, está o sermão completo do pastor Horne, que publico aqui a pedido. Ele me disse o seguinte: “O que fiz foi consciente e contristado porque não estamos dando a Deus a música que Ele merece.” O uso extensivo que ele faz de textos de Ellen G. White se deve ao fato de que o destinatário de sua mensagem é a Igreja Adventista. Leia e tire suas conclusões. 


O ser humano normal, em âmbito intelectual, moral e espiritual, sabe e sente que há um Ser superior, um Criador de todas as coisas. Esse homem (sentido genérico) sente a necessidade de reverenciar e prestar um culto de adoração a Deus. No Salmo 42:2, Davi diz que sua “alma tem sede de Deus”. Todos nós cristãos participamos desse sentimento de Davi e podemos dizer com ele: “Alegrei-me quando me disseram: Vamos à casa do Senhor.” Vamos à casa do Senhor para quê? Para prestar-Lhe culto. Mas o que é culto? Jesus, falando à mulher samaritana, disse: “Mas vem a hora, e já chegou, quando os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, porque são estes que o Pai procura para Seus adoradores. Deus é espírito; e importa que os Seus adoradores O adorem em espírito e em verdade” (João 4:23, 24). Gosto disto aqui: “Os verdadeiros adoradores adorarão o Pai.”

E, então, o que é um culto? É adoração a Deus. Ok. Está claro, mas por que vou adorar a Deus? Adoro a Deus em virtude do que Ele é. Todavia, tudo que sei a respeito de Deus foi o que Jesus disse: “Quem vê a Mim, vê o Pai” (Jo 14:9). Quer dizer que quem quer conhecer a Deus tem que ver Jesus. Mas quem é Jesus? Jesus é o Senhor, é o Deus do Antigo Testamento que Se encarnou tornando-Se homem. Que ressuscitou e hoje está nos Céus e intercede por nós, para nos salvar.

Segundo Hebreus 1:1, 2, esse Jesus é o Criador de todas as coisas; Ele é onipotente, onisciente, onipresente; Ele é o grande El Shadday, o mistério dos mistérios, o Deus de amor.

Bom, já que eu sei o que é Deus e quem Ele é, como posso prestar honra a esse Deus? Como posso homenagear esse Deus? Prestando-Lhe um culto. O problema é que nossa geração está perdendo o senso do que é Deus e da Sua presença. Hoje, a criatura quer assumir o papel do Criador. Estão dizendo que “deus está dentro de você mesmo”. “Adore você mesmo.” Nossa geração está, literalmente, rejeitando a Deus. É por isso que vemos em nossos cultos a prática de uma adoração que busca o prazer para os adoradores, fazendo do culto um espetáculo, um show para agradar às pessoas.

Ivan Espíndola de Ávila, pastor evangélico ex-presidente da Sociedade Bíblica do Brasil, diz: “O púlpito esvaziou-se, e os pastores, que não têm mais mensagem que falem ao coração do rebanho, gostam de dizer que não são mais pregadores e, sim, comunicadores. A tribuna sagrada foi substituída pela plataforma, em que se apresentam conjuntos musicais estridentes, alheios à noção do sagrado. Os cultos têm aspecto de shows, e a mensagem foi sorrateiramente eliminada. Há sobra de ruído e carência de verdadeira comunhão.”
Em 1984, publiquei um livro de 389 páginas intitulado Culto e Adoração. Já faz 30 anos desde sua publicação – e o culto mudou, mas não foi para melhor. Poderíamos gastar muito tempo analisando as diferentes partes do culto, mas não temos tempo para isso. Quero falar sobre um aspecto do culto que está se tornando a parte principal da adoração: a música. Sutilmente, o tipo de música que usamos na igreja está mudando e afetando a liturgia. Os ouvintes não têm paciência e preparo para ouvir um sermão expositivo ou doutrinário, uma boa pregação. Eles querem mensagens leves, com forte apelo emocional. O pregador é mais um narrador, um comunicador falando numa entonação e linguagem melosa.

Como Igreja Adventista temos uma orientação para a música apropriada para o culto? Temos. Ótimo, problema resolvido. Não, não está resolvido, porque não seguimos a orientação que temos. Veja o que diz o Manual da Igreja, p. 151: “Toda melodia que partilhe da natureza dojazzrock ou formas híbridas relacionadas, ou toda linguagem que expresse sentimentos tolos ou triviais, serão evitadas.”

Veja aqui o que diz a Lição da Escola Sabatina do 3º trimestre de 2011, p. 73: “É difícil dizer a diferença entre o que está sendo tocado na igreja e o que está sendo tocado como música secular (porque, francamente, não há diferença).”

Será que não sabemos discernir que o sagrado vem de cima e o profano vem de baixo? Que essa “música gospel” é um engodo do diabo? Será que Igreja Adventista tem uma clara e segura orientação de Deus?

 No livro Música, de Ellen G. White [que não contem tudo o que ela fala sobre o assunto], o então diretor do Centro de Pesquisas Ellen G. White, Alberto Ronald Timm, diz o seguinte: “São orientações de Deus, extraídas dos escritos de Ellen G. White por seu neto Arthur White, a pedido da Associação Geral” (p. 7). Vejamos algumas dessas orientações de Deus:

“Não é o cantar forte que é necessário, mas a entonação clara, a pronúncia correta e a expressão vocal distinta” (p. 24). “Pode-se fazer grande aperfeiçoamento no cantar. Pensam alguns que, quanto mais alto cantarem, tanto mais música fazem; barulho, porém, não é música. O bom canto é como a música dos pássaros – suave e melodioso. Tenho ouvido em algumas de nossas igrejas solos completamente inadequados ao culto na casa do Senhor. As notas prolongadas e os floreios, comuns nas óperas, não agradam aos anjos” (p. 25, 26).
“Os que fazem do canto uma parte do culto divino, devem escolher hinos com música apropriada para a ocasião, não notas de funeral, porém melodias alegres e todavia solenes. A voz pode e deve ser modulada, suavizada e dominada” (p. 30).

“Quão impróprias essas vozes agudas, estridentes, para o solene e jubiloso culto de Deus! Desejo tapar os ouvidos, ou fugir do lugar, e regozijo-me ao findar o penoso exercício” (p. 32).

“Vi que todos devem cantar com o espírito e também com entendimento (1Co 14:15.) Deus não Se agrada de barulho e desarmonia... E quanto mais perto puder chegar o povo de Deus do canto correto, harmonioso, tanto mais será Ele glorificado, a igreja beneficiada e os incrédulos impressionados favoravelmente” (p. 32, 33).

“...e quando chegam a uma nota alta, fica impossível de ouvir qualquer palavra da congregação em seu canto, nem ouvir outra coisa, a não ser grunhidos parecidos com os que são emitidos por deficientes mentais” (p. 36, 37).

“Eles gritavam e cantavam suas canções até que se tornavam realmente histéricos” (p. 37).

“A verdade para este tempo não necessita disso para conseguir a conversão de pessoas. Uma balbúrdia de barulho fere os sentidos e perverte aquilo que, se devidamente dirigido, seria uma bênção” (p 39).

“Por essas coisas os incrédulos são levados a pensar que os adventistas do sétimo dia são um bando de fanáticos” (p. 42).
“Canções frívolas e partituras de músicas populares de sucesso parecem estar de acordo com seu gosto” (p. 48).

“A movimentação física no cantar é de pouco proveito. Tudo que de algum modo está ligado ao culto religioso deve ser elevado, solene e impressivo” (p. 64, 66).

“Notas ásperas e gesticulações exageradas não são exibidas entre os componentes do coro angelical. O cântico deles não irrita os ouvidos. É suave e melodioso, e ocorre sem esse grande esforço que tenho testemunhado. Não é algo forçado, que requer muito esforço físico” (p. 67).

Convido os meus ouvintes a que, se possível, leiam o contexto e vejam os princípios que Ellen G. White traz para a igreja. Agora, e a Bíblia? Não fala nada? Não precisa falar muito para incluir tudo que é certo e errado quanto à música. Vamos ler Amós 5:23, que diz: “Afasta de Mim o estrépito dos teus cânticos; porque não ouvirei as melodias das tuas liras.” A Bíblia na Linguagem de Hoje é mais clara: “Parem com o barulho das suas canções religiosas; não quero mais ouvir a música de harpas.” E a Bíblia Viva é ainda mais enfática: “Acabem com esse barulho das suas canções; eles são um barulho que incomoda Meus ouvidos. Não ouvirei suas músicas, por mais belas que sejam.” 

Ao profeta Ezequiel Deus disse: “Ao Meu povo ensinarão a distinguir entre o santo e o profano, e o farão discernir entre o imundo e o limpo” (Ez 44:23). Espere! Vamos com calma. Estamos vivendo numa nova era. Temos que levar em consideração a cultura. Cultura? Consideremos o seguinte:

1. Que tal se disséssemos aos europeus que no Brasil adoramos a Deus ao som de samba, frevo, forró, pagode ou axé? Esses são ritmos mais relacionados com a cultura brasileira. E não o rock, o blues, o jazzswing da música gospel.

2. O que você vai fazer com a Bíblia? Ela está cheia de cultura, e cultura milenar. E ainda oriental. E os livros da senhora Ellen G. White, escritos há mais de cem anos? O Deus que eu adoro e o Deus que a Igreja Adventista adora é um Deus que está além da cultura; Ele não muda. “Ele é o mesmo ontem, hoje e eternamente” (Hb 13:8).
O problema é que a igreja quer se tornar como o mundo, com a desculpa de trazer os que estão fora, no mundo. Mas com isso ela está se “mundanizando”, secularizando.

Kenneth Wood foi professor, escritor e diretor do Centro White por 28 anos. Ele diz categoricamente: “A igreja nunca presta um serviço ao pecador comprometendo-se com o mundo. É melhor que os não regenerados permaneçam fora da igreja até que se submetam aos princípios da igreja, do que ela [a igreja] se tornar semelhante ao mundo, alistando como membros aqueles que desejam trazer suas normas, seus costumes e gostos.”

O pastor Ted Wilson, presidente mundial da Igreja Adventista, falando para a América do Sul, disse que “o avanço do mundanismo em muitas de nossas igrejas é alarmante”. É claro que é alarmante. No entanto, devemos ter equilíbrio. Equilíbrio em quê? Equilíbrio entre o sacro e o secular? Entre o santo e o profano? Existe equilíbrio entre o “assim diz o Senhor” e o coração enganoso do homem? “Que comunhão pode ter a luz com as trevas”? (2Co 6:14). Equilíbrio entre nossas convicções pessoais e a orientação divina? Salvação não é questão de equilíbrio, mas de fé e santificação. O que devemos fazer?

Tenho conhecimento e vivência para mostrar o problema e dar a solução. Mas prefiro que Ellen White nos diga o que devemos fazer, numa citação que não está no seu livro Música. Depois de escrever um capítulo inteiro sobre diversos aspectos da música, ela termina dizendo que “há uma obra a fazer: remover o lixo [rubbish] que se tem trazido para dentro da igreja” (Evangelismo, p 512).  Precisa ser mais claro? Quem vai fazer isso? Eu tenho a resposta. Mas quero deixar para um homem de Deus responder, na pergunta que o pastor Kenneth Wood faz: “Tornar-se-á a música do mundo música da igreja? A resposta cabe aos responsáveis pela liderança da igreja nestes tempos solenes, e aos que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela (Ez 9:4).”

Ó, Senhor! Tenha misericórdia de nós. Perdoa a nossa maneira indevida de Te adorarmos. Ajuda-nos a aprendermos a Te adorar na beleza da Tua santidade. Que o nosso culto e a nossa música sejam para Tua honra e glória. Amém!

fonte: (Criacionismo)

domingo, 23 de março de 2014

ALUNA É ADVERTIDA POR USAR UM VESTIDO MUITO CURTO EM JOINVILLE

Imagem meramente ilustrativa
Inconformada por ser advertida pela direção da escola onde a filha estuda, a mãe de uma aluna de 16 anos da zona Norte de Joinville resolveu desabafar no Facebook e levantou uma discussão que envolveu mais de 3,6 mil pessoas em menos de 24 horas. Segundo ela, a menina estuda à noite em uma escola da rede pública e teria sido constrangida pela direção da instituição por usar um vestido considerado muito curto. “Concordo que deve haver bom senso, que há roupas que são próprias para usar em passeio, em casa ou nos shoppings. Não dou o direito para ninguém intervir na educação que dou para minhas filhas”, diz a mulher, que recebeu apoio de outros pais e de alguns dos integrantes do grupo. No post, a mãe lembra o caso da estudante universitária Geise Arruda, que foi hostilizada em 2009, em São Paulo, por causa de um vestido rosa-choque.

A confusão nos corredores da instituição ganhou proporções que fugiram do controle da universidade e a estudante só conseguiu sair da universidade com a ajuda da Polícia Militar. O caso ganhou repercussão internacional. “Aconteceu isso com aluna de faculdade, agora fazem com as do ensino médio. A troco de quê? Alegando estar moralizando-as?”, diz a mãe, que telefonou para a diretora.

Na foto que a mãe postou na rede social, a jovem aparece com um vestido quase na altura do joelho. A instituição garante que só chama os pais depois de pelo menos três advertências por escrito e depois de conversar diretamente com as alunas.

A diretora-geral da escola disse ontem que uma de suas assessoras apenas chamou a atenção da adolescente de 16 anos por ela estar com um vestido muito curto e pediu que baixasse um pouco a barra da roupa. “Estamos em um ambiente escolar e nada mais correto do que usar uma roupa decente”, reforça a diretora, lembrando que há um regimento interno da escola que deve ser seguido.

O ideal, segundo a diretora, é que o comprimento das bermudas, saias e vestidos seja do meio da coxa para baixo. A diretora lembrou ainda que outra aluna foi advertida várias vezes por usar bermudas curtas demais e que os pais foram chamados na escola.


(A Notícia) via (Criacinismo)


NOTA do jornalista, escritor e Mestre em Teologia Michelson Borges: "A mãe disse: “Não dou o direito para ninguém intervir na educação que dou para minhas filhas.” Então por que colocou a filha numa escola? Essa é uma típica inversão de valores em que pais ficam do lado dos filhos contra a escola, mesmo em situações em que a instituição tem razão."


MARCAS DE FERRAMENTAS HUMANAS CONTRARIAM EVOLUCIONISTAS

Uma reportagem desconcertante que imediatamente gerou comentários céticos por parte dos evolucionistas revela que uma equipe de pesquisadores anunciou recentemente a descoberta de ossos que, segundo eles, mostram terem sido cortados e aparados com ferramentas. Essa descoberta não seria fora do normal se não fosse o fato de as datas designadas aos ossos datarem em um milhão de anos a linha temporal evolutiva em relação à emergência do homem. As marcas presentes nos ossos não parecem ter sido feitas por garras, cascos ou dentes de outros animais, mas sim ranhuras paralelas feitas por cortes múltiplos com facas de pedra. Os pesquisadores analisaram as marcas com eletro-microscópios.

As ferramentas mais antigas tinham sido datadas (pelos evolucionistas) com idades de 2,6 milhões de anos, mas esses ossos recentemente encontrados foram datados com idades na ordem dos 3,4 milhões de anos. Isso se revela um problema para os evolucionistas uma vez que, segundo a fábula neodarwiniana, o homem só apareceu há 2,5 milhões de anos. Supostamente, antes desse tempo só existiam criaturas parecidas com macacos tipo a “Lucy” – que mais tarde deram origem ao homem.


Qualquer ser capaz de entalhar/cinzelar a carne da mesma forma que o homem moderno faz seria indistinguível deste último. Se os tais entalhadores de carne existiram durante o tempo em que a Lucy era totalmente macaco, então a Lucy não pode ser um ancestral do ser humano.


Claro que quando a ciência transtorna os planos dos naturalistas, eles se manifestam de forma a proteger sua fé. O paleoantropólogo Richard Potts insistiu que antes de se estabelecer que as marcas nos ossos sejam o resultado de facas feitas por humanos, primeiro é preciso encontrar ferramentas no mesmo estrato geológico. Sileshi Semaw, da Universidade de Indiana, concordou, mas isso não faz sentido nenhum. O que eles estão tentando fazer é usar a teoria da evolução como forma de proteger a própria teoria da evolução. Siga a lógica:


Encontramos ossos com marcas feitas por seres humanos num estrato geológico. Segundo a escala evolutiva, os seres humanos só evoluíram mais tarde. Como os seres humanos evoluíram mais tarde, então essas marcas não foram feitas por seres humanos. A evolução se torna, assim, evidência para a evolução. Para além disso, é visivelmente ilógico afirmar-se que primeiro tem que se encontrar ferramentas nesse estrato geológico para se concluir que os ossos que foram encontrados foram marcados por seres humanos. Se nós nunca encontrarmos ferramentas nesse estrato, será que isso anula o fato de os ossos terem marcas que só podem ser o resultado de atividade humana?


Essa é a forma como alguns evolucionistas defendem a sua fé em Darwin.


Outros evolucionistas seguem outro caminho e tentam harmonizar essa descoberta científica com o mito ateu com o nome de teoria da evolução. Alguns antropólogos começaram a interpretar essa nova evidência de uma forma previsivelmente pró-darwiniana. Em vez de admitirem que as marcas nos ossos sejam o resultado de trabalho humano, alguns evolucionistas afirmam que esse feito foi levado a cabo por hominídeos parecidos com a Lucy.


Essa “lógica” foi recentemente aplicada às famosas pegadas Laetoli (veja este texto): vários estudos demonstraram que quem quer que tenha feito as tais pegadas na lama caminhava exatamente da mesma forma que os seres humanos atuais andam (manifesto no tipo de pegadas). No entanto, como isso era problemático para os evolucionistas, eles inventaram um cenário onde a Lucy possuía pés idênticos ao homem moderno!


A interpretação “foi a Lucy quem fez isso” é consequência lógica das premissas evolutivas e não dos dados científicos. Depois de terem assumido que o ser humano não existia antes de certa linha temporal, os evolucionistas são forçados a defender a posição de que as marcas nos ossos, embora perfeitamente observáveis como resultado de atividade humana, foram feitas por um “ancestral” do ser humano (para o qual não há a mínima evidência). Por aqui se vê o peso que a teoria da evolução tem na interpretação dos dados.


Contrariamente aos mitos ateus, a Palavra de Deus não precisa inventar cenários e hipóteses contra-factuais como forma de se defender. Uma vez que o ser humano sempre viveu lado a lado com os animais mal a semana da Criação chegou ao fim, a descoberta de artefatos feitos por seres humanos – como pegadas e marcas de ferramentas – nesses depósitos pós-Dilúvio ajustam-se perfeitamente com a Criação.

Essas marcas nossos ossos foram feitas por seres humanos e os métodos de datação evolucionistas não funcionam. Sabemos que não funcionam porque atribuem idades na ordem dos “milhões de anos” a objetos que foram visivelmente feitos pelo homem moderno.

(Darwinismo)

sábado, 22 de março de 2014

DEZ MOTIVOS PARA LER MAIS DEVAGAR


A velocidade da internet nos fez desaprender a arte da leitura. É preciso redescobri-la. Quando abandonamos as distrações digitais e lemos um livro com calma, mesmo que por pouco tempo, cultivamos algumas habilidades fundamentais que corremos o risco de perder. Para quem está destreinado, reacostumar-se à leitura lenta ou praticá-la pela primeira vez pode dar trabalho. Não há motivo para preocupação. Os livros – sempre eles – podem ajudar. São incontáveis os autores que pretendem nos ensinar a ler melhor. Entre eles, o crítico literário americano David Mikics é o que mais chamou minha atenção, com seu livro recém-lançado Slow reading in a hurried age (A leitura lenta numa era apressada). O título explica tudo – perfeito para quem quer capturar a atenção de leitores apressadinhos. Ao longo de 336 páginas, Mikics defende os benefícios da leitura lenta e se propõe a ensiná-la. É a mais apaixonada declaração de amor aos livros que li nos últimos tempos. Na coluna de hoje, divido algumas de suas dicas para quem quer abandonar a pressa.

1. Saiba por que você está lendo. Ninguém lê um livro apenas para passar o tempo. Na internet, no celular ou na tela da televisão, não faltam outras opções mais atraentes e acessíveis para quem quer relaxar nas horas vagas enquanto o sono não vem. Ler um livro é uma atividade diferente de todas elas. Lemos porque estamos procurando respostas para algo – talvez uma pergunta que ainda não tenhamos feito. Pense nisso. Ler sem motivo é uma receita infalível para ler mal. Antes de começar um novo livro, tente responder a esta questão simples: O que você espera tirar dessa leitura? É uma maneira de escolher melhor os livros que lemos – e de garantir que a pergunta será respondida.

2. Fuja da microleitura. Engana-se quem diz que a televisão é a principal inimiga dos livros. A maior distração dos leitores, hoje em dia, é a própria leitura. Dedicamos a maior parte de nosso tempo na internet a uma leitura fragmentada, superficial, com péssimos índices de compreensão e retenção. Você pode passar o dia inteiro lendo posts no Facebook e notícias curtas em portais. Daqui a um mês, não se lembrará de nada. Repetir esse comportamento por um longo prazo é matar a mente de inanição. “Não dá para viver dessa dieta”, diz Mikics. “Até para ler apenas uma página de literatura de verdade é preciso ter tempo para refletir.”

3. Aprenda a perder. Um dos erros mais comuns entre apaixonados por livros é não respeitar seus próprios limites. A lista de leituras pendentes é interminável e não há tempo a perder. Mal viramos a primeira página e já pensamos em acabar a história, e no próximo livro que leremos em seguida. Com isso, a leitura passa a ser uma fonte de estresse. A vontade de terminar o livro é tão grande que não somos capazes de aproveitá-lo. Reconhecer que não conseguiremos ler tudo o que queremos é fundamental para aproveitar a leitura. “Como você lê importa muito mais do que quanto você lê”, diz Mikics. Ler cinco livros com prazer é muito melhor do que ler cinquenta sem refletir sobre eles.

4. Respeite o autor. Você pode até não perceber, mas a internet se molda às suas vontades. Seus amigos nas redes sociais provavelmente pensam como você. Algoritmos do Google e do Facebook selecionam e exibem o conteúdo que tem mais chances de agradar alguém com o seu perfil. Você pode passar um dia inteiro na internet sem encontrar alguém que tenha bons argumentos para discordar de suas opiniões. Ler um livro, pelo contrário, é um exercício permanente de questionar convicções. É deixar de ser protagonista para ser ouvinte. Na leitura, a opinião do autor é muito mais importante do que a do leitor. É preciso deixar as preferências pessoais de lado para entender um livro por completo, mesmo que discordemos dele. Só quem aprende a ouvir e aceitar opiniões diferentes conseguirá aproveitar a leitura.

5. Desconfie do autor. Endeusar um autor pode ser ainda mais perigoso do que rechaçá-lo logo de cara. Qualquer livro, mesmo os grandes clássicos, é cheio de idiossincrasias típicas de qualquer obra humana. Analisar as escolhas do autor e fazer perguntas sobre elas é uma maneira de dar ainda mais profundidade à leitura. O que cada personagem representa? Por que o livro termina da maneira como termina? O que mudaria se a história se passasse nos dias de hoje? Alguma das opiniões do autor seria considerada polêmica ou inaceitável atualmente? Condenar o autor é injusto e inútil, mas fazer perguntas desse tipo é um passo importante para garantir que tiraremos o melhor de cada livro.

6. Imagine novas histórias. Para terminar um livro, o autor é obrigado a tomar decisões. Das inúmeras histórias diferentes e contraditórias imaginadas por ele, apenas uma chega ao leitor na história publicada. Por que ela foi escolhida? Por que a trama não se desenrolou de outra forma? As perguntas parecem infantis, mas são um passo essencial para quem quer entender melhor o autor. Pense nas maneiras diferentes como o livro poderia ser escrito. Imagine histórias paralelas e tente se colocar na cabeça do escritor que decidiu descartá-las. Ralph Waldo Emerson escreveu uma bela frase sobre o assunto: “Assim como existe a escrita criativa, existe a leitura criativa.” O que não está no livro pode ser tão estimulante quanto o que chegou às páginas da versão final.

7. Viva com o livro. 
“Olhar para um tweet demora alguns segundos; entender um romance demora dias, às vezes semanas”, diz Mikics. Pela sua natureza, o livro é algo que nos acompanha no dia a dia, mesmo quando não estamos diante de suas páginas. Pensar num livro quando estamos longe dele é uma parte indispensável da leitura lenta. Leve seu livro para passear, ainda que mentalmente. Lembre-se dele nas situações mais inusitadas do cotidiano. Se você tiver sorte, isso mudará algo na sua forma de ver o livro (ou a vida). Umtweet dificilmente teria esse efeito.

8. Repita até aprender. Com tantos livros para ler em tão pouco tempo, a releitura poderia ser vista como um pecado a ser evitado a todo custo. Na prática, ela é essencial. Mikics recomenda que todos os leitores tenham uma prateleira de livros favoritos e releiam ao menos partes deles com frequência. Cada leitura é uma redescoberta. Uma das mais verdadeiras frases sobre esse hábito foi escrita pelo romancista Robertson Davies: “Um livro verdadeiramente grandioso deve ser lido na juventude, na maturidade e na velhice, da mesma forma que um prédio bonito deve ser visto de manhã, ao entardecer e à luz da lua.”

9. Encontre sua próxima leitura. Uma boa leitura pode ser definida como uma conversa franca entre leitor e escritor. Quando embarcamos nela, é comum entreouvirmos, à distância, diálogos entre o autor do livro e outros autores. Um leitor curioso não deve perder a chance de acompanhar essas conversas. Um bom livro serve como porta de entrada para uma infinidade de outros, igualmente valiosos.

10. Reavalie sua vida. A experiência da leitura, segundo Mikics, é comparável a uma visita a um país estrangeiro. Podemos nos comportar como turistas impacientes, que estranham quaisquer novidades e não veem a hora de chegar em casa. Mas é muito mais recompensador aprender com as diferenças culturais, aceitá-las, descobrir um novo universo e reavaliar sua vida com base nessas descobertas. Cada livro é um país desconhecido. “Aproveitar ao máximo a viagem a esse novo território significa se render aos sons e paisagens do lugar, mantendo-se alerta a todas as suas surpresas. Só depois você pode julgar o que viu”, afirma o autor. Cada nova leitura é uma chance de escolher se seremos viajantes curiosos ou turistas apressados. Nunca é tarde para aproveitar a viagem.


(Danilo Venticinque - Época)

sexta-feira, 21 de março de 2014

VESTÍGIOS DE HUMANOS GIGANTES ENCONTRADOS AO REDOR DO MUNDO


Matéria Interessantíssima!!! 
Meus comentários seguem entre colchetes [ ].

Essa é uma questão que sempre me intrigou, seria uma raça de gigantes ou apenas humanos que, por alguma disfunção, ficaram gigantes?


A existência de gigantes humanos vivendo locais remotos do planeta é objeto de fascinação de muitos, apesar de nunca haver sido comprovada. 

As teorias se baseiam em menções feitas em textos bíblicos, além de pinturas encontradas no Antigo Egito. 

Entretanto, descobertas arqueológicas apontam na mesma direção: Alguma espécie gigantesca de ser humano habitou o mundo que conhecemos, em algum momento da nossa civilização...[ como sempre a arqueologia comprovando a veracidade da Bíblia, assim como a descoberta dos manuscritos do mar morto e outras mais.]

Veja alguns casos:


GIGANTES DA CAVERNA DE ATYUECA: esqueletos de homens de quase três metros de altura, e seis dedos em suas extremidades, foram encontrados em uma caverna em Mangliss, território da Antiga União Soviética. 


PEGADA DE GIGANTE: as pegadas gigantes foram encontradas na África do Sul, em uma pedra de granito de 1,20 metros de comprimento. Com estimados 200 milhões de anos, [tsc, segundo a majorada cronologia evolucionista até mesmo porque de acordo com a contagem bíblica, cujo qual, eu creio, a humanidade não passa dos 6 mil anos] as “Pegadas de Deus”, como também são conhecidas, seriam prova de uma antiga raça de gigantes.

O GIGANTE DE JAVA: seu esqueleto foi encontrado no sul da China. Estudos estimam que tenha 500 mil anos de existência.[idem]

A CIDADE PERDIDA DOS GIGANTES: pesquisadores encontraram na selva equatoriana uma imensa  pirâmide de 80 metros quadrados, juntamente com diversos objetos de dimensões bastante grandes para uma pessoa de altura e proporções regulares. O encontro da estrutura reforça a lenda de que a região era habitada por seres humanos gigantes.

O GIGANTE DAS FILIPINAS: trata-se de um fóssil humano de 5,18 metros, encontrado em 1956 na região de Gargayan.

GIGANTES CHIFRUDOS : estes esqueletos, descobertos em 1880 em Bradford, na Pensilvânia, mediam mais de dois metros de altura, com chifres de cinco centímetros no crânio. Estudos indicam que tinham em torno de 800 anos.  


NOTA: É bem provável que estes fósseis sejam verdadeiros, pois a própria Bíblia nos afirma que existiram gigantes antes do dilúvio e após o dilúvio também, os Anaquins era uma raça de gigantes bíblicos cujo qual os israelitas deveriam expulsar da terra prometida, Golias foi o gigante cujo qual, lutou com Davi.  Um dos soldados mais valentes de Davi em uma determinada guera lutou e prevaleceu contra com um gigante que usava uma lança feita de eixo de tecelão, enfim... A Bíblia nos dá indícios de gigantes, não há porque duvidar da existência deles. Além do mais, muitos achados confirmam a veracidade da Bíblia, provando assim que a Bíblia não é um livro mentiroso ou fictício (confira aqui) . E além do mais de acordo com as descobertas fósseis, os animais da época eram animais gigantescos, compatíveis com os humanos que viviam antes do dilúvio, pois acredita-se que os primeiros humanos tinham um porte muito superior ao nosso, acredita-se que Adão foi criado  com mais ou menos 6 metros de altura e Eva um pouco menor, cerca de 4 metros, e por conseguinte toda sua descendência, mas com a entrada do pecado, fomos regredindo e diminuindo em estatura e inteligência, pois descobertas arqueológicas e científicas provam que nossos ancestrais  eram muito mais inteligentes do que nós, e para quem duvida disso, deixo como exemplo os primitivos ancestrais que construíram as pirâmides do Egito com tanta complexidade e a antiga civilização Maia responsável por grandes construções e calendários complexos. 
Resumindo: Ao contrário do que pensam os evolucionistas, não estamos evoluindo  mas sim regredindo, pois fomos criados perfeitos e cada dia nos distanciamos cada vez mais da perfeição por consequência do pecado, até a vinda dAquele que é perfeito, JESUS, cujo qual, fará novas todas as coisas.   [WO]

quinta-feira, 20 de março de 2014

DOIS MILHÕES DE CIENTISTAS AMERICANOS SE IDENTIFICAM COMO EVANGÉLICOS

A mídia costuma apresentar cientistas e religiosos como incapazes de ter uma coexistência pacífica. Mas os resultados de uma recente pesquisa apresentam um quadro diferente. Entre os 12 milhões de cientistas dos EUA, aproximadamente dois milhões se identificam como evangélicos. A pesquisa foi realizada pela socióloga Elaine Howard Ecklund e seus colegas na Rice University, em parceria com a Associação Americana para o Avanço da Ciência. O estudo mostrou também que os cientistas evangélicos são mais ativos em sua fé que os evangélicos norte-americanos em geral. Eles são mais propensos a se considerar muito religiosos, a participar de reuniões religiosas semanalmente e a ler textos religiosos com regularidade. VEJA A MATÉRIA ABAIXO:


Tele mídia muitas vezes retrata cientistas e cristãos como incapaz de coexistência pacífica. Mas os resultados de uma pesquisa recente sugere que os dois não são tão incompatíveis como se poderia pensar.Na verdade, de 2 milhões de quase 12 milhões de cientistas são cristãos evangélicos. Se você fosse para trazer todos os cientistas evangélicos juntos, eles poderiam preencher a cidade de Houston, Texas.
Sociólogo Elaine Howard Ecklund e seus colegas da Universidade Rice e da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS) relatou resultados do maior estudo de pontos de vista americano sobre ciência e religião na conferência anual da associação em Chicago no domingo 16 de fevereiro. Mais de 10.000 pessoas, incluindo 574 cientistas auto-identificados como, responderam à pesquisa de 75 perguntas. Entre os cientistas, 17 por cento disse que o termo "evangélico", descreve-los "um pouco" ou "muito bem", em comparação com 23 por cento de todos os entrevistados.
Religião
% Todos os entrevistados
Cientistas%
Evangélicos
22,9
17,1
Protestantes
26,9
24,9
Católicos
23,8
19,1
Judeus
1.9
3,9
Mórmons
1.8
1.7
Muçulmanos, hindus, budistas, sikhs, jainistas
2.6
7.2
Os ateus / agnósticos / Não Religião
15,5
24,4
Something Else
4.7
1.7
Ecklund se interessou em estudar a percepção da ciência das pessoas religiosas depois de uma conversa numa manhã de domingo em uma igreja em Upstate New York. Ela estava freqüentando a igreja, como parte de um estudo de pesquisa que estava realizando para sua tese de mestrado sobre religião e vida familiar. Ao saber Ecklund frequentou a Universidade de Cornell, uma mulher disse que ela esperava que sua filha não iria decidir ir lá.
E por que não?
"Ela disse: 'Eu tenho muito medo de que, quando ela fica no campus, que ela vai ter aulas de ciências", e os cientistas ateus vai convencê-la a abandonar sua fé, Ecklund lembrou.
Naquele momento, Ecklund decidiu que em algum momento de sua carreira, ela iria realizar um grande estudo para determinar se este ponto de vista é típico dos evangélicos e se os membros de outros grupos religiosos se sentem da mesma maneira.
Este não é seu primeiro estudo sobre a percepção da ciência e da religião das pessoas. Em seu livro de 2010 Ciência vs Religião: O que os cientistas realmente Acredite , Ecklund pesquisados ​​1.700 cientistas naturais e sociais em universidades de topo e descobriu que apenas cerca de dois por cento identificam como evangélicos.
Esta nova pesquisa, por outro lado, com foco na "classificação e arquivo" cientistas, incluindo os cuidados de saúde, ciências da vida, computadores e engenharia.
Além de identidade religiosa, a nova pesquisa focada na percepção que as pessoas têm sobre a ciência ea religião. Sobre o mesmo número de pessoas no público em geral perceber a hostilidade por pessoas religiosas em relação à ciência como perceber a hostilidade pelos cientistas em relação à religião, cerca de 1 em 5Mas entre os cientistas evangélicos, a maioria forte (57 por cento) perceber a hostilidade dos cientistas em relação à religião, o que pode sugerir cristãos em campos científicos têm experiências negativas com colegas cientistas no local de trabalho em relação à sua fé.
pesquisa também descobriu que os cientistas evangélicos são mais ativos em sua fé que os evangélicos americanos em geral. Eles são mais propensos a considerar-se muito religioso, para assistir aos serviços religiosos semanalmente, e para ler textos religiosos, pelo menos a cada semana.

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