Palavra do dia

"Eis que DEUS é meu ajudador, o SENHOR é quem me sustenta a vida." (SALMO 54:4)


sábado, 27 de setembro de 2014

CIENTISTAS DESCOBREM QUE PARTE DA ÁGUA DO SISTEMA SOLAR É MAIS ANTIGA DO QUE O SOL


Meus comentários aparecem em itálico entre [  ].

Parte da água existente no sistema solar é anterior à formação do Sol, segundo um estudo publicado nesta quinta-feira [25/09/2014] pela revista Science e que abre a possibilidade que haja também vida nos exoplanetas que orbitam outras estrelas em nossa galáxia. [Veja aqui uma matéria sobre vidas em outros planetas]

Durante anos, os pesquisadores tentaram determinar se a água que se encontra no sistema solar procede da nebulosa molecular que rodeava o sol, da qual nasceram os planetas, ou se foi criada [eles dizem que a água foi criada, mas não admitem a existência de um criador, isso é bem contraditório] antes que uma nuvem fria de gás formasse o "astro rei".

A pesquisa, liderada por Lauren Cleeves, da Universidade de Michigan, recriou [só dá pra recriar algo que já foi criado uma vez, e se foi criado tem que ser por um criador ] um modelo informático que analisa as condições químicas entre as moléculas de água formadas no sistema solar há 4,6 bilhões de anos.

Em particular, os especialistas se centraram no estudo do deutério, um isótopo estável do hidrogênio, presente na água, em meteoritos e cometas.

A equipe determinou que os processos químicos dentro dos discos protoplanetários do sistema solar primitivo não podem ser responsáveis pelos índices de deutério encontrados atualmente na água achada em cometas, luas e oceanos desse sistema. 

Assim, uma parte notável de água do sistema solar não pôde ser formada depois que o Sol e, portanto, uma quantidade de gelo interestelar sobreviveu à criação  desse sistema.

Isso significa que, se outros sistemas planetários na galáxia se formaram da mesma maneira que a nossa, esses sistemas teriam tido acesso à mesma água que sistema solar, sustentam os pesquisadores.

"A ampla disponibilidade de água durante o processo de formação de planetas abre uma perspectiva promissora sobre a existência de vida em toda a galáxia", apontam os pesquisadores, que lembram que, até agora, o satélite Kepler da Nasa detectou mil planetas extra-solares confirmados.

"Este é um passo importante em nossa busca para saber se existe vida em outros planetas", indicou Tim Harries, do Departamento de Física e Astronomia da universidade britânica de Exeter e membro da equipe de pesquisa.

Com a identificação da herança de água na Terra "podemos ver que a maneira como se formou nosso sistema solar não foi única, e que os exoplanetas surgem em ambientes com água abundante", destacou Harries.
[...]

(Uol Notícias)

Nota: Agora eu pergunto:
Não estava óbvio para nós criacionistas? Pois a narrativa do Gênesis nos revela algo semelhante no capítulo 1 afirmando que no princípio antes de Deus criar o planeta, a Terra era sem forma e vazia e só havia água e seu Espírito pairava sobre ela (Gênesis 1:1-2) . Deus só foi criar o sol no quarto dia (Gênesis 1:14 a 19). A descoberta científica é coerente com aquilo que a Bíblia já revelou a tempos. Fico feliz com esta descoberta, pois serviu para provar mais uma vez que a palavra de Deus está muito além da sabedoria humana, mas infelizmente alguns cientistas estão cegos para esta verdade.[WO]

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

CONHEÇA O SEGREDO DO POVO QUE NÃO ENVELHECE E QUE VIVE EM MÉDIA 120 ANOS

As mulheres de 40 anos têm a aparência de adolescentes e é comum uma mulher dar à luz aos 65 anos

Sobre o vale do rio Hunza, na fronteira entre a Índia e o Paquistão, reside uma população que as pessoas conhecem como o “oásis da juventude” – e por mais de um motivo: seus habitantes vivem, em média, 120 anos, quase nunca ficam doentes e sua aparência é sempre jovem. Em relação às nações vizinhas, os moradores de Hunza se destacam por terem uma fisionomia semelhante à dos europeus, um idioma próprio (o burushaski, diferente de qualquer outro no mundo) e uma religião (a ismaelita) muito peculiar, parecida com a muçulmana. No entanto, o aspecto mais surpreendente dessa pequena nação é sua capacidade extraordinária de se manter sempre jovem e saudável. Seus habitantes tomam banhos imersos em águas geladas a 15 graus abaixo de zero, praticam esportes até os 100 anos de idade, as mulheres de 40 anos têm a aparência de adolescentes e é comum uma mulher dar à luz aos 65 anos. Durante o verão, as pessoas se alimentam de frutas e verduras cruas, enquanto no inverno, consomem damascos secos, grãos germinados e queijo de ovelha.

Robert McCarrison, um médico escocês, foi o primeiro a analisar e descrever a população do “vale feliz” e destacou o fato de os hunza consumirem uma dieta com restrição de proteínas. Ele comem, diariamente, uma média de 1.900 calorias, incluindo 50 gramas de proteína, 36 gramas de gordura e 365 gramas de carboidrato. E é precisamente essa dieta especial que, na opinião de McCarrison, permite a notável longevidade desse povo. Ao contrário dos países vizinhos, que compartilham a mesma condição climática, mas não possuem a mesma alimentação, os hunza não conhecem as doenças e têm uma expectativa de vida duas vezes maior. Os habitantes de Hunza, todavia, não escondem seu segredo: recomendam abertamente uma dieta vegetariana, trabalhar e se movimentar constantemente. Além disso, acrescentam que, entre muitos outros benefícios, o estilo de vida que levam permite estarem sempre de bom humor, sem tensão nem estresse.

(History)

Veja também: Mulher de 72 anos aparenta ter 30, Conheça os benefícios de uma dieta vegetariana

terça-feira, 9 de setembro de 2014

MENTIR FAZ MAL A SAÚDE E PODE CAUSAR DOR DE GARGANTA

Mentir faz mal para a saúde não apenas mental, mas física, indica um estudo feito nos Estados Unidos e apresentado nesta semana na reunião anual da Associação Americana de Psicologia. Segundo os pesquisadores, o hábito de mentir pode estar ligado a casos de dores de cabeça e de garganta. Parece roteiro de filme de comédia, mas os cientistas da Universidade de Notre Dame pediram para 55 pessoas não contarem mentiras, nem grandes nem pequenas, durante dez semanas. No período, elas passaram por check-ups completos de saúde semanalmente. Outras 55 pessoas também foram avaliadas, mas não receberam nenhum pedido sobre não mentir. Segundo os resultados, o grupo que parou de mentir apresentou menos reclamações sobre seu bem-estar. Eles estavam menos estressados e melancólicos e tinham dores de cabeça e garganta menos frequentes.

O elo entre os dois comportamentos permaneceu ao longo do estudo. Por exemplo, se em uma determinada semana uma pessoa afirmava ter contado menos mentiras que na semana anterior, ela também dizia se sentir melhor fisicamente.

Segundo os cientistas responsáveis, o bem-estar é causado não pela falta de mentiras, mas pela melhoria nos relacionamentos pessoais que ela causa.

(Bem Estar)

domingo, 7 de setembro de 2014

SEIS DICAS PARA MANTER SEUS FILHOS SEGUROS NA INTERNET

Quem tem filhos sabe que as crianças são ainda mais adeptas à tecnologia do que os adultos. Elas amam a internet e sabem que esse mundo é capaz de proporcionar muitas maravilhas, de joguinhos a videoclipes de suas bandas e desenhos favoritos. O que elas não sabem é como evitar vírus, cuidar da sua privacidade online, se comportar adequadamente em redes sociais, entre milhões de outros fatores que podem levantar questões de segurança. São os pais que têm que ensinar isso a elas. Confira seis dicas de especialistas em segurança para ensinar seus filhos a serem cidadãos responsáveis da internet:

1. Comece a discutir a segurança online em uma idade precoce. “Acho que uma das coisas fundamentais é iniciar o processo de discussão de segurança online com seus filhos em tenra idade, quando eles começarem a usar a internet”, diz David Emm, pesquisador sênior de segurança da empresa Kaspersky Lab Internet. Se eles ainda estiverem usando o computador com você, em vez de forma independente, isso oferece uma oportunidade para destacar o fato de que o mundo online é paralelo ao mundo real e que há coisas seguras e inseguras por lá. Você pode discutir assuntos como senhas e instalar softwares de proteção contra vírus. “À medida que [seus filhos] envelhecem e começam a fazer as coisas de forma independente, amplie o círculo. Por exemplo, ajude-os a criar uma senha sensata e explique por que eles devem usar senhas diferentes para cada conta e as possíveis consequências de não fazer isso”, explica Emm.

2. Não faça online o que não faria off-line. “O conselho que eu dou a minha própria família e amigos é: ‘Se você não faria cara-a-cara, não faça online’”, diz Shelagh McManus, advogada de segurança online para o software de segurança Norton by Symantec. “Por exemplo, você iria até um completo estranho e iniciaria uma conversa? Seria abusivo com amigos ou desconhecidos em um pub ou bar?”, explica. Explique aos seus filhos que, uma vez que eles tenham escrito algo online, não podem excluí-lo. É bom lembrar às crianças que tudo o que elas fazem na web é capturado para sempre e pode atrapalhá-las um dia. Muitos empregadores, por exemplo, “fuçam” perfis de mídia social ao pesquisar candidatos para empregos. Pode ser uma boa ideia ser amigo dos seus filhos em redes como Facebook, Instagram, Twitter, etc. Se eles pensarem em postar uma foto ou um comentário que acham que seus pais não deveriam ver, então é algo que provavelmente não pertence ao domínio público e eles serão menos propensos a compartilhar essa informação.

3. Cuidado com estranhos também vale online. Amichai Shulman, CTO da empresa de segurança de rede Imperva, costuma explicar a seus filhos que hackers são um tipo de criminoso que invade sua casa através do computador, em vez de através da janela. “É fácil para eles entenderem isso”, afirma. Ele ensina suas crianças a tomar cuidado com estranhos online tanto quanto deveriam no mundo físico. Por exemplo, ele não permite que seus filhos abram um e-mail se eles não souberem quem o enviou, da mesma maneira que eles não aceitariam um presente de um estranho. Vale também lembrar que muitas vezes crianças aceitam pedidos de contatos de pessoas que não conhecem porque o número de amigos em redes sociais se tornou uma espécie de “concurso de popularidade”. Pessoas que não têm boas intenções sabem disso e tentam se infiltrar dessa maneira no círculo íntimo das crianças e adolescentes. É bom lembrar aos seus filhos que eles não devem aceitar pedidos de amizade de estranhos em redes sociais.

Ainda, os pais podem explicar aos seus filhos o que é conteúdo impróprio e que na web também existem pessoas más. “Da mesma forma que, uma geração atrás, fomos informados para gritar alto quando éramos abordados por um desconhecido, nós dizemos às nossas meninas para nos contar imediatamente de qualquer abordagem online”, diz Dave King, executivo-chefe da empresa de gestão de reputação online Digitalis.

Do mesmo jeito que você conversa com seu filho sobre bullying, pode falar de bullying online (ou trolling), ou de pedófilos no mundo virtual. “Em última análise, queremos manter a inocência delas, mas se antes tínhamos que ter crianças que sabiam se virar na rua, agora precisamos de crianças que saibam se virar na internet”, argumenta King.

4. Comunicação é chave. “Eu falo com a minha filha regularmente sobre quais sites ela está usando e, dada a sua idade, eu pessoalmente veto todos os downloads de aplicativos. Desaa forma, eu posso fazer um julgamento sobre se acho que ele é seguro e apropriado para ela usar primeiro”, diz Samantha Humphries-Swift, gerente de produto da empresa de cibersegurança McAfee Labs. A comunicação é fundamental – seja aberto, acessível e compreensivo com seus filhos, para que se torne mais fácil para eles vir até você e pedir conselhos ou perguntar sobre algo que eles acharam estranho. Caso vocês tenham um bom diálogo, é provável que seu filho lhe pergunte primeiro antes de abrir um chat com um desconhecido, por exemplo.

5. Esteja junto com seus filhos quando eles usam a internet, ou os monitore de longe. Muitos pais não querem ser “espiões” nem ficar “fuçando” nas coisas dos filhos, o que é ok. Outros não podem estar sempre junto quando as crianças estão na internet, o que é normal também. Proibi-los de usar o computador na sua ausência não é uma boa ideia porque, no geral, proibido é mais gostoso. Sendo assim, peça para ver os dispositivos móveis dos seus filhos de vez em quando. Ou esteja por perto, vez ou outra, quando eles estiverem navegando a internet. Vale a pena dar uma olhada em quais aplicativos estão instalados no seu celular e, caso não esteja familiarizado com algum deles, faça uma investigação. Dessa forma, você pelo menos conhece os tipos de serviços de mídia social que seu filho está usando e para que servem.

6. Ensine seus filhos como evitar os principais problemas de segurança online. Não custa explicar aos seus filhos coisas como “sites podem te redirecionar para outros sites sem que você esteja consciente”, “não baixe aplicativos que você não sabe para que servem”, “baixar arquivos online traz um risco de vírus, use o software antivírus primeiro”, “não compartilhe informações pessoais, como telefone, através da internet, a não ser que você saiba que aquele compartilhamento é privado”, etc.

Outra dica é: para educar, é preciso aprender. Se você não sabe, aprenda primeiro, depois passe a informação a seus filhos.

“Não entregue qualquer dispositivo conectado à internet a seus filhos antes de saber como ele funciona. Eu conheci pais que não estavam cientes de que um iPod podia se conectar à internet, deram um a seu filho de 10 anos de idade que, em seguida, conseguiu compartilhar um vídeo da filha de seu vizinho de biquíni. Os vizinhos ficaram, com razão, chateados”, explica François Amigorena, executivo-chefe da empresa de software IS Decisions.

Fontes: (The Guardian, Hypescience e Criacionismo)

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

SEXO ORAL É PECADO?


Sexo Oral é Pecado?

O sexo é um presente de Deus para os casais casados (Gn 2:24) dado para a procriação (Gn 1:28) e para o prazer e deleite (Pv 5:18, 19; Livro de Cânticos). Portanto, a relação sexual dentro do contexto do casamento, que envolve segurança, não é pecado. Sobre a forma de praticar o sexo, a Bíblia apresenta alguns conselhos. Deus, o criador do prazer sexual, projetou o nosso corpo para que possa desfrutar da relação da maneira mais prazerosa e saudável.

A Bíblia CONDENA:
            

1) O sexo anal – 1 Co 6:9 (termo "sodomia"). O ânus não possui lubrificação própria e não foi projetado pelo Criador para ser penetrado com o pênis, algo doloroso para a grande maioria das mulheres. Especialistas dizem que os músculos desta região do corpo ficam mais fracos, causando dificuldades para segurar as fezes. Além disso, as bactérias anais, quando entram em contato com a vagina da mulher durante a penetração vaginal, produzem infecções, e bem desagradáveis. O corpo é o templo do Espírito Santo (1 Co 3:16, 17; 6:19, 20), ou seja, SAGRADO. Não deve sofrer lesões e precisa ser cuidado para que qualquer tipo de infecção não prejudique seu bom funcionamento.
            
2) Sexo durante o período menstrual - Lv 18:20. As paredes vaginais ficam sensíveis durante o período menstrual e a penetração pode causar maiores sangramentos. Algumas mulheres que têm grande vontade de fazer sexo nesse período optam por ser acariciadas manualmente pelo marido quando há uma pequena pausa na menstruação. Outras, inclusive os maridos, não suportam nem pensar em tal possibilidade de satisfação. Para mais informações sobre práticas sexuais ilícitas, ler todo o cap. 18 de Levítico.


A Bíblia NÃO SE POSICIONA:
            

1) Sobre o sexo oral - os especialistas cristãos diferem em seus pontos de vista sobre este assunto. Alguns acham que não há problemas em o casal fazer carícias orais antes da penetração se ambos forem pessoas saudáveis. Outros acreditam que os tecidos bucais não são resistentes às bactérias genitais e, portanto, não recomendam.

2) Sobre o tipo de posição que o casal pode adotar ao fazer sexo. 1 Coríntios 7:3-5 apresentam orientações que podem ajudar o casal a decidir sobre como dar prazer ao outro (o sexo não pode ser egoísta):
a) Verso 3 - cada um deve conceder aquilo que é devido à pessoa amada. Marido e mulher precisam entrar num consenso ao expor a forma como gostariam de ser acariciados (com carícias orais ou não);
b) Verso 4 - tanto um quanto o outro têm o dever de satisfazer o desejo sexual do outro, quando houver condições físicas e psicológicas para isso, é claro;
c) Verso 5 - marido e mulher não devem ficar muito tempo sem fazer sexo porque Satanás pode aproveitar a situação e colocar outra pessoa no caminho.
            

Concluindo, o casal cristão não deve praticar aquilo que Deus condena na Bíblia e, sobre aquilo que não foi relevado, ambos precisam dialogar e decidir JUNTOS, considerando o princípio de Romanos 14:22, 23. JAMAIS o cônjuge deve ser pressionado ou obrigado a fazer aquilo que não quer, pois não respeitar a sensibilidade e a consciência moral do outro se constitui em GRAVE pecado.

(Prof. Leandro Quadros / Na Sala do Pastor)
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