Palavra do dia

"Eis que DEUS é meu ajudador, o SENHOR é quem me sustenta a vida." (SALMO 54:4)


domingo, 30 de novembro de 2014

VEJA SEIS FRUTAS EXÓTICAS QUE FAZEM MUITO BEM PARA SUA SAÚDE


Tamarillo.
Nativo do Andes, o tamarillo também é rico em vitamina A e fitoesteróis que ajudam a diminuir os níveis de colesterol ruim na corrente sanguínea.









Pitaia.
 Nativa da América do Sul, a pitaia – conhecida também como fruta-do-dragão – é rica em vitamina A e C. Gelatinosa, protege a mucosa do estômago e tem efeito levemente laxativo.







Longan.
 De origem asiática, a longas é fonte de ferro e vitamina C, o que torna a fruta uma poderosa aliada contra a anemia.









Kino.
 Rica em antioxidante, a fruta é poderosa para fortalecer o sistema imunológico. Além disso, tem alta concentração de fibras, que ajudam a regular o funcionamento do intestino e a eliminar de gorduras e toxinas do organismo.



Granadilho. 
A fruta é rica em vitamina A e fitoquímicos que ajudam a diminuir o colesterol. Além disso, também contém fibras solúveis, que são aliadas no controle da diabetes e na eliminação de toxinas do corpo.






Camu-camu.
 Nativa da Amazônia, a fruta é uma das mais ricas em vitamina C do mundo. Altamente antioxidante, a camu-camu também é aliada para fortalecer o sistema imunológico.



(UOL Itodas)

Veja também: LIMÃO, MUITO MAIS SAÚDE MIL E UMA UTILIDADES!CONHEÇA DEZ ALIMENTOS RICOS EM PROTEÍNAS QUE PODEM SUBSTITUIR A CARNE


20 ALIMENTOS VEGETAIS RICOS EM CÁLCIO E RECEITA DA "FARINHA DE CÁLCIO"


Temos que dar especial atenção ao consumo de cálcio, pois ele é muito importante para a nossa saúde.

E isso é fácil de explicar: o cálcio é o grande responsável pela construção e a manutenção dos ossos.

Por exemplo,  99% da composição dos ossos e dentes.

Além disso é responsável pelas contrações musculares, coagulação sanguínea e a transmissão de mensagens entre os nervos.

A partir dos 40 anos, com a natural queda do tecido ósseo, o consumo de cálcio se torna ainda mais importante, pois ele previne a osteoporose, que é o enfraquecimento dos ossos devido à perda de massa óssea.

O leite é uma boa fonte de cálcio, mas é muito indigesto e a causa de alergias e de intolerância para muitas pessoas.

Infelizmente muita gente ainda associa como fonte de cálcio apenas o leite e seus derivados, o que é um grande engano.

Existem diversos alimentos vegetais que são capazes de fornecer a quantidade suficiente de cálcio de que o ser humano necessita.

Conheça alguns desses alimentos:

1. Abacate
2. Amora 
3. Brócolis 
4. Cebola
5. Couve
6. Acelga
7. Alcachofra
8. Alho
9. Sementes de girassol
10. Quiabo
11. Abóbora
12. Castanha-do-pará
13. Gergelim
14. Amaranto
15. Vagem
16. Rúcula
17. Linhaça
18. Grão-de-bico
19. Amêndoas
20. Nabo

O consumo diário desses alimentos garantirá a você a suplementação diária de cálcio sem a necessidade de consumir um alimento tão problemático como o leite.

E, mesmo se você gosta de leite, pode reduzir o consumo dele e se beneficiar de outras fontes de cálcio.

Uma boa opção para garantir a cota diária de cálcio é a "farinha de cálcio".

RECEITA DA FARINHA DE  CÁLCIO


Triture 200 gramas de gergelim, 200 gramas de semente de girassol e 200 gramas de linhaça.



Preaqueça o forno e leve a mistura para torrar no fogo baixo por 15 minutos.


Guarde num vidro bem fechado.


Consuma 1 colher de sopa por dia em sucos, iogurtes, vitaminas, sopas e saladas.


(Cura Pela Natureza)

UNIÃO ECUMÊNICA AVANÇA A PASSOS LARGOS

O Papa Francisco e o Patriarca Ecumênico Bartolomeu I, líder da Igreja Ortodoxa

ISTAMBUL, TURQUIA - O Papa Francisco e o Patriarca Ecumênico Bartolomeu I, líder da Igreja Ortodoxa, fizeram neste domingo uma declaração conjunta em Istambul, na Turquia, que poderia abrir o caminho para a reunificação das duas correntes cristãs, separadas há mais de mil anos.

Francisco assegurou que a união não poria riscos à tradição e aos ritos dos ortodoxos, que seriam mantidos. Segundo ele, "não se trata de absorção nem de submissão, mas sim da aceitação de todos os dons que Deus tem dado a cada um".

Católicos e ortodoxos caminham separados desde o "Grande Cisma" de 1054, quando o grupo de cristãos do Oriente questionou a soberania do papa sobre o credo em Constantinopla (atual Istambul), capital do antigo Império Romano do Oriente.

As palavras históricas foram proferidas durante o terceiro e último dia de viagem do pontífice à Turquia. Em Istambul, Francisco participou da festividade de Santo André, irmão de Pedro e um dos discípulos de Jesus, considerado o patrono da Igreja Ortodoxa. Por ser parente do primeiro papa, o santo também serve como um dos elos de ligação entre a Igreja Católica Apostólica Romana e os ortodoxos.[...]

(O Globo)

Veja também: SERÁ MESMO QUE PEDRO FOI O PRIMEIRO PAPA?

sábado, 29 de novembro de 2014

CIENTISTAS BRASILEIROS SE ALIAM AOS ACADÊMICOS AMERICANOS, E JUNTOS, DESAFIAM DARWIN

Cientistas brasileiros se aliam a um grupo de acadêmicos americanos e começam a defender nas universidades do País que a vida teria sido criada por uma mente inteligente

Marcos Eberlim, professor do Intituto de Química da UNICAMP e o americano Paul Nelson: Eles defendem o fim do paradigma da Teoria Evolutiva
Toda vez que é instada a dissertar sobre o início do universo e da vida, a maioria da comunidade científica apoia-se nos princípios de Charles Darwin (1809–1882), o biólogo e naturalista inglês que explicou a origem da diversidade da vida na terra com a Teoria da Evolução. Para esses darwinianos, novas espécies de seres vivos surgem por meio de mudanças graduais, geradas pela descendência e guiadas pela seleção natural. Cresce no País, no entanto, um grupo de cientistas de currículos robustos dispostos a quebrar o paradigma da biologia evolutiva, defensores da Teoria do Design Inteligente (TDI). A vida, para eles, não se desenvolveu na Terra de forma natural, mas projetada por uma mente inteligente. “Conhecimentos científicos em bioquímica e biologia molecular cada vez mais apurados nos permitiram abrir a caixa preta chamada célula e enxergar nela um conjunto imenso de máquinas moleculares dotado de uma complexidade irredutível”, diz Marcos Eberlin, professor do Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). “Não dá para pensar num motor desse tipo produzido por forças naturais. Foi decisão de uma inteligência que existe no universo.” Autor de mais de 650 artigos científicos com mais de dez mil citações e comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico, Eberlin é o porta-voz brasileiro da TDI, um movimento que nasceu nos Estados Unidos no final dos anos 80. Por lá, há cerca de três mil adeptos, como químicos, bioquímicos, biólogos e físicos. Aqui, os seguidores ganharam corpo com a Sociedade Brasileira do Design Inteligente, constituída no mês passado. Com Eberlin na presidência e um comitê científico composto por alguns ex-darwinistas, a entidade recentemente deu vida ao 1º Congresso Brasileiro do Design Inteligente, em Campinas, no interior de São Paulo.

Ao final do ciclo de palestras, no domingo 16, que contou com a presença de cientistas do exterior, como o filósofo com especialização em biologia evolucionária Paul Nelson, entre os 370 participantes, o número de membros da sociedade saltou de 220 para 300. “Seremos 500 até o final do ano, mil até o ano que vem e cinco mil em cinco anos”, afirma o químico da Unicamp. “Não somos inimigos de Darwin, mas amigos da ciência. Queremos restabelecer a verdade científica”, diz ele, que é membro da Academia Brasileira de Ciências (ABC). Por enquanto, porém, eles têm causado controvérsia na comunidade científica. Para o especialista em genética evolutiva Diogo Meyer, a TDI tem credibilidade quase nula. “Eles não são da área para a qual pretendem contribuir. São químicos, pessoas que atuam na biologia molecular, bioquímica, e não trabalham com a evolução, diversidade biológica ou genética”, afirma ele, que é biólogo do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP). “É como se eu, que trabalho com evolução, argumentasse contra as interpretações mais convencionais da Revolução Francesa.”

Para os darwinianos, a TDI é um movimento de criacionistas que tenta dar uma roupagem de teoria científica à fé deles. “A gente diz por que a evolução dá conta de explicar as estruturas complexas das moléculas celulares, mas quem está atacando uma ideia já vigente precisa arregaçar a manga e mostrar serviço, o que não ocorreu até agora”, afirma Meyer. Evangélico batista, o químico Eberlin argumenta que tentam rotular o selo de religião na TDI para classificá-la como pseudociência. A universidade da qual ele é docente chegou a divulgar o Congresso sobre Design Inteligente em sua página no Facebook mas, de acordo com Eberlin, sofreu pressão para remover o anúncio. A Unicamp explicou, por meio de sua assessoria, que após verificar que o evento não conta com participação institucional concluiu que não justifica a sua divulgação. O porta-voz da TDI chama seus opositores de pitbulls de Darwin. Para eles, o químico, presidente da Sociedade Internacional de Espectrometria de Massas, é um charlatão. O docente, porém, continua aceitando convites para palestrar em universidades e explanar que fomos planejados e não gerados por processos naturais.

(ISTOÉ)

Veja também: Cientistas colocam Teoria da Evolução em cheque
Entrevista com Michelson Borges, um dos mais conhecidos nomes do Criacionismo no Brasil,
Descoberta arqueológica desafia Teoria da Evolução

Leia também o Livro A História da Vida do Jornalista Michelson Borges.
Conheça este e outros livros acessando Dicas de leitura do Blog.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

VEJA OS EFEITOS PSCICOLÓGICOS DE TER VÁRIOS PARCEIROS SEXUAIS


1. Abuso de álcool e drogas
A maioria dos estudos anteriores que associavam problemas mentais a problemas de saúde, o abuso de álcool e outras substâncias demonstraram a ligação entre a quantidade de parceiros e o abuso de substâncias. Portanto, é impossível saber quando as pessoas procuram parceiros sexuais na tentativa de se automedicarem, para reduzir a dor emocional que estão sofrendo, buscando conexões sexuais com outras, mesmo que sejam passageiras.

2. Estilo de vida de alto risco.
As pesquisas demonstraram ainda que as pessoas com um estilo de vida de alto risco procuram mais relações sexuais e uso de substâncias por dois motivos: por terem personalidades impulsivas ou porque são ansiosas e deprimidas. Os resultados do trabalho levaram especialistas em saúde mental a afirmar que, para reduzir as taxas de comportamento sexual arriscado, é necessário tratar os problemas psicológicos ocultos que levam indivíduos a buscar essa saída para sua própria infelicidade ou estilo de personalidade.

Tanto para homens quanto para mulheres o desenvolvimento de uma dependência em substâncias químicas aumentou praticamente conforme a quantidade de parceiros sexuais. Por outro lado, as pessoas que têm maior número de parceiros sexuais não necessariamente têm maiores taxas de ansiedade ou depressão.

Os autores da pesquisa alertam ainda que pessoas que vivem um estilo de vida arriscado e mantém um número maior de parceiros sexuais, no futuro têm mais chances de desenvolver problemas mentais. E, obviamente, existe grande chance de que os indivíduos que transam com diversos parceiros estejam envolvidos em situações em que há álcool e drogas, portanto, também correm o risco de desenvolver a dependência química com o tempo.

3. Quanto maior o número, menor a realização emocional.
 Mas quantos são múltiplos? Esta pergunta levou os cientistas a dividirem o número de parceiros em três grupos numa base anual: 0 ou 1, 1,1 a 2,5 e 2,6 anos ou mais. No entanto, alguns participantes informaram terem tido relações com até dez pessoas diferentes num único ano. Os cientistas afirmam que a natureza dos relacionamentos de sexo casual pode representar um fator de risco por si só. “Essas relações geralmente são impessoais, carecendo de potencial para promover a realização emocional”, escrevem eles no artigo publicado pela Psychology Today. Para lidar com sentimentos de solidão e desespero, muitos bebem álcool, o que pode abrir caminho para uma futura dependência em drogas.

Embora homens e mulheres estejam desenvolvendo padrões similares de comportamento sexual e abuso de substâncias, neste quesito os efeitos são mais fortes para as mulheres. Para elas, ter múltiplos parceiros ainda pode ir contra o que elas próprias consideram socialmente aceitável – e também acabam recorrendo a substâncias para lidar com sentimentos de vergonha, constrangimento e insatisfação.

Pensar duas vezes é segurança
Por causa disso, as mulheres devem ser mais cautelosas antes de se envolver em incontáveis transas com pessoas diferentes, principalmente em relação a seus sentimentos na manhã seguinte. O propósito do estudo, como ressaltam os autores, não é repreender as pessoas por terem diversos parceiros sexuais, ou gerar ainda mais culpa sobre aqueles que já sentem que estão violando seus próprios padrões morais. Ao contrário, eles afirmam que pretendem indicar de um ponto de vista estritamente científico que o sexo frequente com inúmeros parceiros sexuais parece carregar um risco.

(YAHOO! Mulher)

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

MEL GIBSOM VAI DIRIGIR FILME SOBRE O HERÓI ADVENTISTA DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL

Médico adventista Desmond Doss

Mel Gibson vai dirigir seu primeiro filme em oito anos, o drama da Segunda Guerra Mundial “Hacksaw Ridge”, de acordo com o The Hollywood Reporter. Andrew Garfield (“Homem-Aranha”) parece definido para estrelar o filme baseado na história verídica de um objetor de consciência que foi condenado ao ostracismo por sua recusa em carregar uma arma, mas ganhou uma medalha de honra do Congresso norte-americano por suas ações heroicas no campo de batalha. “Hacksaw Ridge”, que Gibson espera filmar no próximo ano, é baseado na história de vida de Desmond T. Doss, um soldado do exército norte-americano que em 1942 trabalhou como médico no campo do Pacífico. Ele foi condecorado por salvar a vida de 75 homens durante a batalha de Okinawa, depois de enfrentar o fogo inimigo durante a evacuação de soldados feridos perto da linha de frente.

O adventista do sétimo dia foi o primeiro objetor de consciência a receber a medalha de honra, e também foram entregues duas estrelas de bronze e três corações roxos por seu heroísmo. Doss foi ferido por uma granada e baleado por um franco-atirador, enquanto trabalhava no campo de batalha.

O projeto parece se ajustar perfeitamente à mentalidade religiosa de Gibson. O diretor foi premiado com o Oscar 2004 pelo filme “A Paixão de Cristo”, enorme sucesso de bilheteria, tendo arrecadado mais de 600 milhões de dólares em todo o mundo.[...]

Veja a matéria original em inglês no site The Guardian


Via (Criacionismo)

terça-feira, 25 de novembro de 2014

10 FALSOS MOTIVOS PARA NÃO CELEBRAR O NATAL


Com a aproximação do mês dezembro, alguns cristãos inimigos do Natal — que ironia! — começam espalhar nas redes sociais textos e vídeos pelos quais satanizam o Natal, como se este trouxesse muitos males à cristandade. Neste artigo refutarei pacientemente, item por item, o texto preferido dos evangélicos que se opõem ao Natal: “10 motivos para não celebrar o Natal”.

1. “A Bíblia não manda celebrar o nascimento de Cristo”.
Refutação: de fato, na Bíblia não está escrito: “Celebrai com júbilo o Natal de Cristo, todos os moradores da terra”. Mas nem tudo, nas Escrituras, é tratado por meio de mandamentos. A Bíblia é, também, um Livro de princípios, doutrinas, tipos, símbolos, parábolas, metáforas, profecias, provérbios, exemplos, etc. E um grande exemplo foi dado pelos anjos de Deus, que celebraram o Natal de Cristo, dizendo: “Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens!” (Lc 2.14). Se há cristãos fanáticos, a ponto de se apegarem à questiúncula de que não existe um mandamento específico para se celebrar o Natal, que parem também de comemorar o Dia do Pastor, o Dia da Bíblia, o Dia da Escola Dominical, [o Dia da Escola Sabatina], o Dia de Missões, a Festa das Nações, o Ano de Gideão, o Ano de Davi, o Ano da Colheita, o Feriado da Visão, o Ano Apostólico, a Semana Profética, etc. Ah, e também parem de receber presentes de aniversário, pois não há nenhum mandamento bíblico para celebrarmos o nosso aniversário!

2. “Jesus não nasceu em 25 de dezembro. Essa data foi designada por Roma numa aliança pagã no século IV. A primeira intenção era cristianizar o paganismo e paganizar o cristianismo; de acordo com o calendário judaico, Jesus nasceu em setembro ou outubro”.
Refutação: ora, como se sabe, Jesus não nasceu em 25 de dezembro. Mas essa data foi escolhida pela Igreja Católica Romana (casada com o Estado, à época) a fim de induzir os pagãos — que adoravam o sol — a celebrarem o nascimento de Cristo. Em outras palavras, a intenção do imperador romano foi boa! Considerando que já havia uma grande comemoração pagã no mesmo dia, ele induziu a todos a se lembrarem do dia natalício de Cristo na data que eles estavam acostumados a adorar um deus falso! Bem, digamos que, um dia, ocorra um grande avivamento no Brasil, e conversões em massa aconteçam. O Brasil, então, se torna 100% evangélico, e o Estado brasileiro decide que 12 de outubro passará a ser um o Dia de Louvor a Jesus Cristo! O leitor se revoltaria contra essa data, sob a alegação de que ela fora outrora consagrada à Senhora Aparecida?

3. “A igreja do Senhor está vivendo a época profética da festa dos tabernáculos, que significa a preparação do caminho do Senhor; e, se você prepara o caminho para Ele nascer, não o prepara para Ele voltar”.
Refutação: veja que contradição! Pessoas se arvoram contra o Natal porque não existe um mandamento específico sobre essa celebração, mas, ao mesmo tempo, apegam-se a uma simbologia “forçada”, com base na festa dos tabernáculos, para se oporem ao Natal de Cristo? Ora, uma das doutrinas fundamentais da Palavra de Deus é a encarnação do Verbo, isto é, o seu glorioso nascimento (Jo 1.14; 1 Tm 3.16). Aliás, a obra da redenção está em um tripé: nascimento do Senhor, sua morte e sua ressurreição (Gl 4.4; 1 Co 15.1-4). Ignorar o Natal de Cristo é deixar de valorizar uma parte de sua obra salvífica.

4. “O natal é uma festa que centraliza a visão no palpável e esquece do que é espiritual. Para Jesus o mais importante é o Reino de Deus, que não é comida nem bebida, mas justiça e paz no espírito”.
Refutação: o Natal de Cristo, em si, não é uma festa de comida e bebida. São as pessoas do mundo sem Deus que só priorizam isso, em detrimento de real sentido da celebração em apreço. Quanto ao cristão que se preza, deve ser diferente das pessoas do mundo, a despeito de estar no mundo. Ele não se conforma com o modus vivendi das pessoas do mundo sem Deus (Rm 12.1,2), nem abraça o modo cada vez mais sincrético e consumista de se celebrar o Natal (cf. 1 Co 10.23-32). A despeito de o Reino de Cristo ser preponderantemente espiritual, somos pessoas normais, que precisam comer, beber, dormir, trabalhar, participar de eventos festivos, etc. Segue-se que se alegrar com a família, no fim de dezembro, com um grande almoço ou jantar, glorificando a Cristo por seu Natal e sua obra vicária, como um todo, é lícito e conveniente ao cristão equilibrado, não legalista.

5. “O natal se tornou um culto comercial que visa render muito dinheiro. Tirar dos pobres e engordar os ricos. É uma festa de ilusão em que muitos se desesperam porque não podem comprar um presentinho para os filhos”.
Refutação: a afirmação acima é reducionista, visto que não pondera que o Natal de Cristo subsiste sem o aludido “culto comercial”. A Páscoa, por exemplo, não deixa de ser legítima em razão de ser usada pelo mundo capitalista para explorar o consumismo. Se há uma celebração de Natal que prioriza o comércio, existe, também, uma celebração que prioriza Cristo. Segue-se que o motivo alegado para não celebrar o Natal de Cristo é, além de reducionista, generalizante e preconceituoso.

6. “O natal está baseado em culto a falsos deuses nascidos na Babilônia. Então, se recebemos o natal pela Igreja Católica Romana, e esta, por sua vez, a recebeu do paganismo, de onde a receberam os pagãos? Qual a origem verdadeira? O natal é a principal tradição do sistema corrupto, denunciado inteiramente nas profecias e instruções bíblicas sobre o nome de Babilônia. Seu início e origem surgiram na antiga Babilônia de Ninrode. Na verdade, suas raízes datam de épocas imediatamente posteriores ao dilúvio”.
Refutação: para início de conversa, o argumento acima despreza o fato de o Natal de Cristo preceder e transcender o paganismo que se infiltrou na Igreja Católica Romana. O nascimento do Senhor Jesus foi celebrado até pelos anjos, que exclamaram: “Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens!” (Lc 2.14). E mais: os magos do Oriente adoraram o Menino, ofertando-lhe dádivas, em uma casa — e não na manjedoura —, cerca de dois anos após o seu nascimento, conforme análise cuidadosa de Mateus 2. Ou seja, o Natal de Cristo não é invenção dos pagãos, e sim uma celebração genuinamente cristã. Portanto, nos lembrarmos do nascimento de Cristo, descrito na Bíblia, e glorificarmos a Deus por nos ter dado o seu Filho Unigênito é lícito e conveniente. Isso nada tem a ver com Roma, Babilônia, etc. Ademais, o fato de o Natal de Cristo ser celebrado também pela Igreja Católica Romana não o torna idolátrico ou pagão. Caso contrário, a missa, com a sua hóstia, tornaria a Ceia do Senhor igualmente idolátrica, não é mesmo?

7. “O natal não glorifica a Jesus, pois quem o inventou foi a Igreja Católica Romana, que celebra o natal diante dos ídolos (estátuas). Jesus é contra a idolatria e não recebe adoração dividida”.
Refutação: esse argumento também é reducionista, posto que ignora o fato de a idolatria ser uma condição do coração. Ela não é um pecado praticado de modo subjetivo. Celebrar o Natal de Cristo não implica idolatria. Esta, à luz do Novo Testamento, é uma ação objetiva, e não subjetiva. A idolatria é praticada de modo consciente. Nesse caso, dizer que o crente que celebra o Natal é idólatra não reflete julgamento segundo a reta justiça (Jo 7.24), como já destaquei em meu texto anterior, também a respeito do Natal.

8. “Os adereços (enfeites) de natal são verdadeiros altares de deuses da mitologia antiga (que são demônios)”.
Refutação: de fato, muita coisa que há no mundo tem ligação com o paganismo e a idolatria: comidas, festas, nomes de cidades, costumes, etc. O cristão não deve ser paranoico quanto a isso. A ele basta ser fiel ao seu Deus, não tomando parte, ativa e conscientemente, do culto aos deuses. Lembro o leitor, mais uma vez, de que a idolatria é praticada de modo objetivo, e não subjetivo. Opor-se ao Natal por causa dos enfeites cuja origem está ligada ao paganismo e praticar outras coisas de origem pagã é o mesmo que coar mosquitos engolir camelos (Mt 23). O cristianismo verdadeiro não é fanatizante, como as religiões e seitas pseudocristãs e extremistas, que proíbem doação de sangue  [...]  participação em festas, casamento no templo [...] etc. Somos livres em Cristo (1 Co 10.23-32). Reprovar e até proibir a celebração do Natal de Cristo por causa de Papai Noel, duendes, gnomos, decorações natalinas e outras coisas mundanas não é uma característica do cristianismo equilibrado (cf. Ec 7.16,17). Se quisermos abraçar o legalismo, não podemos falhar em nenhum ponto da lei. O crente que se opõe ao Natal de Cristo por causa dos elementos pagãos e consumistas, mencionados neste artigo, também deixa de consumir bolo de aniversário, em razão de sua origem pagã? O que ele pensa sobre o vestido de noiva, o terno e a gravata, as construções que ele visita e as ruas da cidade por onde ele anda?

9. “O natal de Jesus não tem mais nenhum sentido profético, pois todas as profecias que apontavam para sua primeira vinda à terra já se cumpriram. Agora nossa atenção de se voltar para sua Segunda vinda”.
Refutação: nesse caso, a Bíblia é apenas um tratado de escatologia, que se ocupa exclusivamente de assuntos relativos ao futuro? Ora, as Escrituras apresentam muitas doutrinas escatológicas, porém a Palavra de Deus também contém teologia, cristologia, pneumatologia, antropologia, hamartiologia, soteriologia, eclesiologia e angelologia. Sabemos que o Natal de Cristo está ligado diretamente à cristologia e à soteriologia. Entretanto, como todas as doutrinas bíblicas são intercambiáveis, em Apocalipse 12 há uma menção ao Menino Jesus! Será que os inimigos do Natal sabem disso?

10. “A festa de natal traz em seu bojo um clima de angústia e tristeza, o que muitos dizem ser saudades de Jesus, mas na verdade é um espírito de opressão que está camuflado, escondido atrás da tradição romana que se infiltrou na igreja evangélica, e que precisamos expulsar em nome de Jesus”.
Refutação: desde a minha infância aprendi a celebrar o Natal de Cristo. Lembro-me com muita alegria das peças, poesias e cantatas natalinas, além das maravilhosas mensagens de Natal, ministradas por homens de Deus. A lembrança da encarnação do Senhor propicia alegria na alma, e não tristeza! Prova disso é que vários hinos da Harpa Cristã, hinário oficial das Assembleias de Deus, [Hinário Advnetista do Sétimo Dia] nos estimulam a celebrar o Natal de Cristo. [...]

Diante do exposto, apresento algumas sugestões (ou conselhos) aos cristãos inimigos do Natal de Cristo. Não se deixem influenciar pelo espírito do Anticristo (1 Jo 4.3). Observem que o Diabo deseja, a todo custo, fazer com que o nome de Jesus desapareça da face da terra. E uma de suas estratégias é apresentar “outro evangelho”, fanatizante, farisaico, legalista, que procura desviar os salvos da verdade, carregando-os de ordenanças, como: “não toques, não proves, não manuseies” (Cl 2.20-22). Em vez de apresentarem inúmeras razões para não celebrarmos o Natal de Cristo, falem da gloriosa encarnação do Verbo (1 Tm 3.16; Jo 1.14; Gl 4.4,5), da sua morte vicária (2 Co 5.17-21) e da sua maravilhosa ressurreição (1 Co 15.17-20)!


[ Por Ciro Sanches Zibordi ]




Ciro Sanches Zibordi é pastor, escritor, membro da Casa de Letras Emílio Conde e da Academia Evangélica de Letras do Brasil[...]








(CPAD News)

AUMENTA O NÚMERO DE MULÇUMANOS QUE SE CONVERTEM AO SONHAR COM JESUS


É provável que mais de 5% da população muçulmana no mundo tenha tido um sonho com Jesus – o que representa cerca de 80 milhões de sonhadores, afirma editor do site onde os muçulmanos postam seus relatos. “Eu estava no deserto sozinha, perdida. Não havia nada em vista, apenas areia. Eu sentia a areia nos meus pés descalços. Então eu vi algo extraordinário: no meio dessa aridez, uma imensa cruz de madeira emergiu da terra, se levantando e derramando a areia de volta à terra.” Assim começa a narrativa de um sonho que Emina Emlonic, uma adolescente muçulmana da Bósnia, teve. Um sonho sobre Jesus. Ela continua: “Me senti uma espectadora do meu próprio sonho, e a visão da cruz não me deu medo, nem alegria. Mas eu era uma curiosa e me aproximei, quase flutuando, em direção a ele, o mais magnífico. Era algo que eu nunca tinha visto ou imaginado. Como cheguei mais perto da cruz, de repente vi um homem andando na minha direção: tinha ombros largos, andava a passos largos, com uma pele escura, cabelos longos, e vestindo uma túnica branca. E eu, de repente, deixei de ser uma testemunha do meu sonho. Eu estava nele, caminhando na direção do homem que também estava andando na minha direção. Eu o reconheci imediatamente. Ele era Jesus. Sem saber por que, eu caí de joelhos. Ele, em pé, tocou meu rosto com a mão direita.”

Os relatos de encontros com Jesus por meio de sonhos e visões têm sido publicados com frequência, de acordo com o pastor Frank Costenbader, editor do site Isa Dreams (“Sonhos de Isa”, em tradução livre). Isa é um nome árabe que se encontra no Alcorão, e corresponde a Jesus.

“O número de sonhos com Isa têm crescido tremendamente desde 2000, e depois de 2005 o ritmo parece ter diminuído”, disse Costenbader. “Mas houve uma explosão de testemunhos na internet nos últimos dois anos sobre as pessoas que encontram Jesus em sonhos e, depois disso, se tornam seguidoras de Jesus.”

Um homem saudita disse que seu sonho começou com uma cena horrível. “Uma noite, enquanto eu dormia, tive um sonho horrível onde eu estava sendo levado para o inferno. O que eu vi lá me trouxe um medo real, e esses sonhos continuaram vindo para mim quase todas as noites. Eu estava realmente querendo saber por que eu estava vendo o inferno dessa maneira”, escreveu ele no site Answering-Islam. Ele disse que Jesus apareceu para ele e disse: “Filho, Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Entregue sua vida para Mim, e siga-Me. Gostaria de salvá-lo do inferno que você já viu.”

“Isso veio como uma surpresa para mim, pois eu não sabia que era Jesus. Ele é mencionado no Alcorão e no livro Surata Maria. Ele é indicado como um dos nossos profetas, mas não como um salvador que poderia nos salvar do inferno. Então eu comecei procurar por algum cristão que me desse explicações sobre esse Jesus que eu vi.”

Ele disse que teria que chegar até um cristão egípcio, porque o cristianismo é “totalmente proibido na Arábia Saudita, e se um cristão é pego evangelizando um muçulmano, é quase certeza que ele será decapitado.”

Os muçulmanos não são os únicos que relatam tais encontros notáveis. Costenbader diz que muitos hindus também têm postado muitos relatos no site. Ele disse que, independentemente do cenário, uma característica comum dos sonhos com Jesus é o sentimento de paz. “Isso é muito diferente do que impõe o sistema cheio de medos do Islã”, disse Costenbader.

Christine Darg, co-apresentador de um programa de televisão do Jerusalém Channel, afirma que esse é o cumprimento de uma profecia bíblica. “Esse fenômeno está acontecendo todos os dias. É parte da profecia do profeta Joel, que nos últimos dias Deus derramará Seu Espírito sobre todas as pessoas – vossos filhos e filhas profetizarão, jovens e velhos irão experimentar sonhos e visões”, disse Darg.

Darg observou que pelo menos um quarto de todos os crentes muçulmanos já experimentou algum tipo de sonho ou visão sobrenatural com Jesus.

Costenbader disse que o número de sonhos é incalculável. “Ninguém pode obter estatísticas perfeitas, mas, com base em toda a nossa investigação, acreditamos que bem mais de um milhão de sonhos e visões de Jesus ocorreram desde 2000. Isso significa cerca de 200 sonhos, todas as noites, entre os 1,6 bilhão de muçulmanos em todo o mundo.”

Ele disse que “é possível que mais de 5% da população muçulmana no mundo possa ter tido um sonho – o que seriam cerca de 80 milhões de sonhadores.”

Darg aponta que muitos muçulmanos “não relatam suas experiências facilmente por medo de represálias”.

(CPAD News)


sábado, 22 de novembro de 2014

ALUNO NÃO PODE SER REPROVADO POR FALTAS EM RAZÃO DE CRENÇA RELIGIOSA


TJ/GO determinou que faculdade abone faltas de aluna adventista

A 5ª câmara Cível do TJ/GO manteve decisão que determinou que a Faculdade Padrão, em Goiânia, GO, abone as faltas de uma aluna adventista que não podia frequentar as aulas ministradas nas sextas-feiras à noite em razão de sua religião. Por unanimidade, o colegiado acompanhou o relator, desembargador Alan Sebastião de Sena Conceição, para o qual “o direito à crença trata-se de proteção à direito fundamental do ser humano, não podendo, em hipótese alguma, ser banido ou desrespeitado, tampouco, inobservado”. A aluna alega que, desde que ingressou no curso de pedagogia, passou por várias dificuldades para adequar os horários de suas aulas, por ser membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Por convicção religiosa [na verdade, por respeito aos mandamentos bíblicos] não é permitido que se trabalhe a partir de sexta-feira, do pôr do sol, até o sábado no mesmo horário. Afirma que, em razão disso, firmou acordo com o professor da disciplina para assistir às aulas às quintas-feiras à noite. Mesmo assim, foi reprovada por faltas na matéria, sendo impedida de apresentar seu Trabalho de Conclusão de Curso.

Entretanto, a faculdade sustentou que, mesmo tendo disponibilizado dias diferentes para a aluna, ela faltou a diversas aulas, sendo corretamente reprovada. Argumentou ainda que não poderia abonar as faltas, uma vez que, a lei 9.394/96 determina em seus arts. 24, inciso VI e 47, § 3º, que, para aprovação do aluno, além da média alcançada por nota, este deve cursar ao menos 75% de cada disciplina da grade curricular, não havendo que se falar em violação à liberdade de crença.

Analisando o conjunto probatório, porém, o magistrado constatou que a aluna comprovou que frequentou as aulas da disciplina em que foi reprovada. No tocante à possibilidade de abono de faltas, entendeu que o juízo de 1º grau decidiu corretamente.

“O direito da autora de ter suas faltas abonadas em razão de sua crença religiosa deve ser primordialmente respeitado. Isso porque, in casu, os requeridos/apelantes não podem impor sanções ou penalidades, de maneira arbitrária, eis que os ritos religiosos e a própria crença devem ser exercidos em sua plenitude, em observância aos princípios constitucionais.”

Processo: 38193-51.2013.8.09.0051. Confira a decisão

(Migalhas via Criacionismo)

Veja a - Constituição Federal, de 05.10.1988

LIVRO DA TURMA DA MÔNICA PREGA O ESPIRITISMO


A Turma da Mônica, grupo de personagens de histórias em quadrinhos criado pelo cartunista Maurício de Sousa, será usada para difundir as crenças espíritas sobre Jesus e o Evangelho.  O livro Meu Pequeno Evangelho traz histórias do grupo de personagens infantis escritas em parceria com o espírita Luis Hu Rivas, um designer peruano, e Alã Michell, que desde os 15 anos de idade é adepto da religião. De acordo com o jornalista Felipe Patury, essa não é a primeira vez que Sousa publica histórias religiosas da Turma da Monica. “O que nunca tinha feito é um livro que juntasse Monica, Cebolinha, Cascão, Magali, Anjinho e Penadinho em histórias de cunho espírita”, pondera Patury. Em pré-venda, o livro Meu Pequeno Evangelho é descrito na sinopse da Boa Nova Editora – especializada em publicações espíritas – como uma obra de mensagens positivas a respeito do Evangelho.

“Neste livro, a Turma da Mônica recebe a visita de André, um primo do Cascão que vai apresentar para as crianças conceitos do Evangelho que todos podemos usar no dia a dia, independentemente da religião que praticam. Meu Pequeno Evangelho traz lindas mensagens de amor, caridade e humildade, contadas de forma divertida com os personagens mais queridos do Brasil”, diz o resumo.

O espiritismo é uma doutrina derivada do cristianismo [isso é mentira] criada pelo pedagogo francês Hippolyte Léon Denizard Rivail, sob o pseudônimo Allan Kardec, que mistura ciência, filosofia e fé na busca por uma “melhor compreensão não apenas do universo tangível (científico), mas também do universo a esse transcendente (religião)”, de acordo com o resumo do Wikipédia.

No Brasil, uma das principais difusoras das mensagens do espiritismo são as novelas da TV Globo que tratam sobre vida após a morte, reencarnação, almas gêmeas e outros assuntos pertinentes a essa doutrina.

(Gospel Mais)

NOTA: Não é de hoje que as revistas Turma da Mônica apresentam mensagens espírita para as crianças como vc pode ver na foto logo abaixo. Mas o que meu deixa mais preocupado é o fato de que estas revistinhas não estão disponíveis somente nas bancas de jornais e livrarias, mas em escolas municipais e em algumas particulares, as bibliotecas fervilham de literatura semelhantes a estas. Estão doutrinando as crianças de uma maneira subliminar debaixo dos narizes dos pais, e isso vai muito mais além, pois existem desenhos animados, filmes, novaelas enfim, existe um "arsenal"satânico para o público infantil que está além de nossa compreensão. Cabe aos pais verdadeiramete cristãos policiar o que o filho está lendo, assistindo, ouvindo ou acessando, pois por mais inofensivo que pareça, a mentira nunca vem escancarada, e nós, como pais cristãos que desejamos ensinar os verdadeiros princípios bíblicos para os nossos filhos, devemos ficar atentos com o que acontece ao redor, pois Satanás é astuto e sabe que as crianças são alvos mais fáceis de enganar, doutrinando esta geração que está em formação será mais fácil pregar a doutrina mais fervorosamente num futuro próximo. [WO]







ESTRESSE ROUBA UM MÊS DE SONO POR ANO


Quantas vezes você não perdeu o sono por se preocupar com tantos problemas? É conta pra pagar, trabalho atrasado, pagamento que não chega. Fica difícil dormir tranquilo com tanta coisa para resolver. E essas horas perdidas em preocupações rendem, no fim das contas, um saldo negativo de 30 dias de sono. Pois é, em média, a gente perde um mês de sono, todo ano, por culpa do estresse.
É o que mostra o estudo encomendado pela Direct Line, empresa britânica de seguros. Os pesquisadores entrevistaram 2 mil britânicos para saber quanto tempo costumavam dormir e quanto tempo perdiam absortos em preocupações. Quase 70% diziam perder até 2 horas diárias de sono pensando em problemas. E desse número saiu a média: em um ano, são 730 horas de sono perdido. Ou 30,4 dias.
Sem nenhuma surpresa, os entrevistados citaram trabalho e dinheiro como as maiores preocupações, os maiores vilões dos sonos tranquilos. Já outros 20% dos insones não podiam dormir por outro problema: os roncos do parceiro ao lado.
E qual o segredo para dormir bem? Dizem os especialistas que a melhor forma vencer a insônia é escutar música calma ou barulho de chuva, mar ou cachoeira antes de tentar dormir. Será que funciona mesmo?

[Que tal experimentar ouvindo belíssimas músicas do Hinário Adventista?]

(Revista Super Interessante)

Veja mais sobre: 8 Benefícios que o sono tráz à saúde Para dormir melhor, conheça os alimentos certos para ingerir durante à noite , Sente sono ao ler um livro?

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

CIENTISTAS COLOCAM TEORIA DA EVOLUÇÃO EM CHEQUE


Notícias sobre biologia voltadas ao público geral com frequência fazem referência à briga de acadêmicos contra o criacionismo – o movimento defensor de que seres vivos foram criados por Deus, não pelos processos descritos na teoria da evolução. Ofuscado por essa discussão infrutífera de cientistas lançando argumentos racionais contra mentes religiosas impenetráveis [o velho argumento ciência x religião; mas deixemos isso de lado], porém, existe um debate sério sobre se a biologia evolutiva está ou não carente de atualização. Esse movimento defende que a chamada ‘nova síntese’ – a teoria da evolução de Darwin reformulada à luz da genética e, depois, da biologia molecular – precisa ser recauchutada. Liderados por biólogos como Gerd Muller, da Universidade de Viena, e Eva Jablonka, da Universidade de Tel Aviv, esses pesquisadores defendem aquilo que batizaram de EES (Síntese Evolucionária Estendida). É um corpo de conhecimento baseado em fenômenos que correm paralelamente aos descritos pela seleção natural de Darwin. Mas seria esta nova biologia algo com força suficiente para tornar a nova síntese uma teoria ultrapassada?

Para defender uma mudança radical, Jablonka recorre a fenômenos como a epigenética – transmissão de características que não requer mudança do DNA – e à construção de nichos – capacidade de animais de alterarem seu próprio ambiente e, portanto, modificar as pressões que a seleção natural exerceria sobre eles mesmos. Também são alvo de estudo da EES o “viés de desenvolvimento” – a impossibilidade de organismos de adquirirem certas formas enquanto evoluem – e a plasticidade – capacidade de um indivíduo de adquirir diferentes formas reagindo a seus ambientes.

Todos esses fenômenos, que são tratados pela (velha) nova síntese apenas como processos marginais, seriam sinal de que uma teoria de evolução com excesso de foco na biologia molecular se tornou incapaz de dar conta da explicação de processos que ocorrem sem interação com o DNA. Só a incorporação desses outros fenômenos, argumentam, pode salvar a teoria da evolução de se tornar algo ultrapassado.

Entrevistei Jablonka em 2007 e achei interessante e bem fundamentada  sua defesa de que a epigenética reabilita ideias malditas do naturalista francês Jean-Baptiste Lamarck (1744-1829). Mas fiquei incomodado com sua crítica ao conceito de “gene egoísta”, a expressão criada pelo biólogo Richard Dawkins para descrever a centralidade da biologia molecular no processo evolutivo.

No ano seguinte, um congresso organizado por Jablonka e outros correligionários em Altenberg (Áustria) mostrou com mais clareza qual era a intenção do grupo. Os 16 cientistas presentes finalmente cunharam ali a sigla EES, para colocá-la em oposição ao que chamavam de SET (Teoria Evolucionária Padrão), rebatizando a nova síntese com um nome que a faz parecer algo ultrapassado. Ninguém ali se atreveu a usar o palavrão iniciado com “P”, mas a intenção era claramente a de declarar que a EES seria um novo paradigma na biologia.

Muita gente se impressionou. Outros, incluindo Dawkins, nunca deram muita bola. Desde então, deixei de acompanhar essa escaramuça, e confesso que a maior parte do conhecimento de almanaque que tenho sobre evolução acabei adquirindo como ouvinte no curso de Hopi Hoekstra e Andrew Berry, professores de Harvard que não simpatizam com o grupo de Jablonka.

Foi só lendo a edição desta semana da revista Nature que finalmente tomei pé de como está essa discussão agora, ao me deparar com dois artigos, um a favor e um contra decretar que a teoria da evolução precisa ser repensada. Em contraposição estavam justamente as duas biólogas que já tive o privilégio de ouvir pessoalmente, Jablonka e Hoekstra, além de seus coautores.

Vale a pena ler. Como já deixei transparecer meu viés aqui, posso dizer que a argumentação de Hoekstra me convenceu de que a sigla EES é mais um adendo teórico do que uma revolução. É uma tentativa de alguns biólogos de se autoatribuírem a responsabilidade por uma mudança de paradigma, quando, na verdade, o que ocorre é um avanço gradual, no qual epigenética, construção de nicho, plasticidade etc. vão se integrando à teoria da evolução tradicional.

Mas o grupo da EES não quer saber de se render. “Essa não é uma tempestade num copo d’água acadêmico, é a luta pela própria alma da disciplina [da evolução]”, escreve o grupo de Jablonka, num texto com Kevin Laland como autor principal. Hoekstra retruca: “Nós também queremos uma síntese evolucionária estendida, mas para nós essas palavras estão em letra minúscula, porque nosso campo sempre avançou assim.”

Talvez seja tudo uma questão de nome. Darwin, por exemplo, publicou um livro inteiro sobre como minhocas alteram seu próprio ambiente por meio de sua ação no solo. “Hoje nós chamamos esse processo de construção de ninho, mas o novo nome não altera o fato de que biólogos evolucionários têm estudado feedback entre organismos e seu ambiente por mais de um século”, diz Hoekstra.

O problema, talvez, seja o de achar que a biologia precisa de uma grande ruptura, para seguir em frente apenas por meio de grandes saltos. A quebra de paradigma, o modelo de avanço científico descrito pelo filósofo Thomas Kuhn, não se aplica muito bem à biologia, já defendia o saudoso Ernst Mayr, biólogo com importantes contribuições filosóficas à disciplina. “Precisamos também lembrar que Kuhn era físico e que sua tese reflete o pensamento ‘essencialista’ e ‘saltacionista’ tão disseminado na física”, escreveu.

Mesmo a teoria de Darwin, a coisa que mais próxima de uma revolução que já ocorreu dentro da biologia [uau!], levou quase um século de debates e avanços graduais para se consolidar na forma da nova síntese. Não se estabeleceu de forma tão brusca quanto a relatividade de Einstein, por exemplo [não será porque as evidências da macroevolução não são assim tão empíricas e observáveis quanto as da relatividade?]. E mesmo a física pós-Einstein não parece estar avançando em saltos tão grandes. Não há nada de errado com a ciência feita por Jablonka, Muller e seus colegas, que têm dado boas contribuições para entender processos biológicos complexos. Mas vender o advento da epigenética e companhia como uma revolução me parece algo um tanto caricaturesco.

(Criacionismo)

NOTA do Jornalista Michelson Borges: "Garcia tenta colocar panos quentes numa controvérsia que pode crescer; mas, como ele mesmo admite que seus conhecimentos de evolução são de almanaque, prefiro aguardar mais pesquisas e conhecer opiniões mais abalizadas. Ficarei atento a essa possível revolução paradigmática."

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

AS GRANDES FRAUDES DA CIÊNCIA

A revista Aventuras da História ... [Junho de 2011] traz uma interessante (e franca) matéria sobre as principais fraudes científicas da história. Entre elas, quero destacar três, duas das quais ainda aparecem de vez em quando por aí, nas argumentações pró-darwinismo, e constam de livros-texto de biologia do ensino médio. Curiosamente, na semana passada, outra polêmica envolveu livros aprovados pelo Ministério da Educação (MEC): material didático destinado à educação no campo ensina que dez menos sete é igual a quatro, entre outros erros. Os livros foram impressos e distribuídos a alunos de escolas multisseriadas, ou seja, de séries diferentes, de escolas públicas da zona rural do país. Em comunicado oficial, o MEC reconheceu que “erros de diagramação, editoração e revisão” foram constatados em fevereiro, por especialistas contratados pelo órgão. No entanto, a suspensão do uso do material didático só ocorreu na quinta-feira (2), pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, após denúncia do jornal O Estado de S. Paulo, que revelou na sexta-feira (3) que foram gastos R$ 13,4 milhões na impressão do material didático com conteúdo errado. Os livros foram distribuídos para cerca de 40 mil classes, que atendem 1,3 milhão de alunos.

Os erros de matemática são lamentáveis, sem dúvida, mas, pior que erros desse tipo, que podem ser facilmente detectados pelos professores e até por alunos mais atentos, são os erros ideológicos que visam a favorecer uma filosofia (a darwinista) em detrimento de outras cosmovisões – inclusive perpetuando fraudes já desmascaradas, como estas, relacionadas na matéria da revista Aventuras da História:

O homem de Piltdown. Em 18 de dezembro de 1912, o arqueólogo Charles Dawson e o geólogo Arthur Smith apresentaram a suposta maior descoberta arqueológica da história: o crânio de Piltdown, o “elo perdido” entre o Homo sapiens e nossos ancestrais primatas. Ele fora encontrado em 1908 por um operário no lugarejo de Piltdown, perto de Sussex, na Inglaterra. Faziam parte dos achados: um crânio parcial, um dente solto e uma mandíbula com dentes. Em 1953, o dentista T. A. Marston provou que o crânio era uma fraude. Testes de flúor mostraram que os dentes pertenciam a um orangotango e o crânio a um ser humano. Até hoje não se sabe quem foi o autor da fraude. Muitos apostam em Dawson. Um candidato forte na lista de suspeitos era o teólogo e filósofo jesuíta Teilhard de Chardin. Também paleontólogo e conhecido por seu senso de humor, ele estava em Piltdown entre 1908 e 1909.

As mariposas salpicadas. Entre 1850 e 1950, na Inglaterra, as mariposas salpicadas, da espécie Biston betularia, tornaram-se mais escuras. No início do século 19, eram clarinhas. Com o tempo, foram ficando negras, com manchas brancas. A explicação foi dada pelo biólogo Bernard Kettlewell: um expediente evolucionário de proteção por mimetismo. Na Inglaterra poluída do século 19, os troncos das árvores ficavam enegrecidos pela fuligem do carvão das chaminés. As mariposas, escurecidas, ficavam camufladas e não eram vistas pelas aves, seu predador. Provou a tese em 1955, soltando mariposas brancas e negras junto a troncos de árvores em florestas. Como previsto, os pássaros se alimentaram mais dos insetos brancos nas regiões poluídas e dos negros nas regiões de natureza. As mariposas que se deram mal eram as que se destacavam mais no ambiente. Em 1980, porém, um detalhe que passou despercebido finalmente saltou aos olhos dos pesquisadores: mariposas não vivem em troncos de árvores. A pesquisa era fajuta desde o ponto de partida.

Embriões falsos. O engodo torna-se mais difícil de detectar quando o perpetrador é um figurão. Parece ser o caso do alemão Ernst von Haeckel. Naturalista renomado e criador do termo “ecologia”, Haeckel foi autor, em 1874, de uma série de desenhos de embriões de vertebrados – peixes, galinhas, seres humanos – que mostravam similaridades marcantes em seus primeiros estágios. Segundo ele, seria a prova de um ancestral comum, ponto essencial à teoria da evolução das espécies de Darwin. Os desenhos estavam errados. Não havia esse estágio inicial. No entanto, a descoberta – feita em 1997 pelo embriologista inglês Michael Richardson – foi tardia: por um século os desenhos serviram de base aos manuais de biologia.

Injustiça. Em 1953, na Universidade de Cambridge, o britânico Francis Crick e o americano James Watson ganharam notoriedade mundial ao descobrir a estrutura do DNA, em forma de dupla hélice. Quando publicaram a descoberta na revista Nature, não deram crédito à colega de departamento Rosalind Franklin. Sem as fotografias do DNA, feitas por Rosalind por difração de raios x, não teriam feito a descoberta. É o que conta o autor Robert Wright na matéria “Molecular Biologists Watson & Crick”, publicada na revista Time em 1999. Rosalind não teve a quem recorrer.

Chardin, Haeckel, Crick e outros já se atreveram a criticar e a difamar o criacionismo. Moral, pelo visto, não têm para isso. O passado os condena.

(Michelson Borges - Jornalista e Mestre em Teologia via Criacionismo)

VEGETARIANOS LEVAM UMA VIDA DIFÍCIL NO URUGUAI


Refeições gratuitas, reuniões mensais e programas de rádio são algumas das iniciativas às quais recorrem os vegetarianos e veganos do Uruguai para tentar sobreviver na população mais carnívora do mundo. Vários negócios de Monte­­vidéu tentam divulgar produtos isentos de carne no país em que se consome uma média de 101,2 quilos por habitante (no período de um ano) e que se situa no primeiro posto no ranking de países carnívoros, acima da vizinha Argentina. “No Uruguai não há uma gastronomia muito variada e há pouca oferta além do tradicional assado, das pizzas e das milanesas”, disse Hiram Miranda, um dos donos do La Papa, primeiro restaurante vegano de Montevidéu. O consumo de carne no Uruguai está ligado à tradição dos séculos 18 e 19, quando os gaúchos que habitavam a região viviam da pecuária e se alimentavam quase exclusivamente dos animais que criavam.

Hoje em dia, depois da soja, os produtos de carne são os mais exportados do país e geram uma receita líquida anual de mais de US$ 1,8 bilhão. Nos atos sociais, a carne também está muito presente e os churrascos, chamados parrilladas, são um elemento comum nas reuniões.

O interesse pelo vegetarianismo surgiu há alguns anos “por questões de saúde”, explica Fiorella Monetti, dona de um negócio de alimentação “a base de vegetais orgânicos, legumes, frutos secos e especiarias”, que considera mais saudáveis que os que compõem a dieta tradicional uruguaia.

María Noel Silvera, autora do blog sobre gastronomia vegana em Montevidéu (www.caramelosdelima.com), comentou que as ações que contribuem para aumentar a oferta de produtos sem carne ajudam a “romper o mito” de que esse tipo de dieta é “sem graça”.

A União de Vegetarianos do Uruguai (UVU) defende que os pratos vegetarianos sejam vistos como algo “acessível e saboroso”, e realizam reuniões mensais para divulgar receitas e trocar ideias. Os planos de nutrição oficiais e os pratos tradicionais do Uruguai, que sempre incluem carne, são uma espécie de muro contra o qual os vegetarianos confessam se chocar diariamente. Um exemplo de mobilização é um programa de rádio semanal sobre veganismo conduzido pelo presidente da UVU, Andrés Prieto.

(Gazeta do Povo)
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