Palavra do dia

"Eis que DEUS é meu ajudador, o SENHOR é quem me sustenta a vida." (SALMO 54:4)


terça-feira, 31 de março de 2015

NÃO ACREDITE EM TUDO, TOMAR DECISÕES SEM REFLETIR TE LEVA A PECAR POR PRECIPITAÇÃO (Prov 19:2)

(Agir sem pensar não é bom; quem se apressa erra o caminho. Prov. 19:2) [NTLH]


Em 1938, Orson Welles, anunciou num programa de rádio que Nova York estava sendo invadida por marcianos. As constantes advertências que ele dava acerca da invasão, criaram pânico na cidade, causando acidentes e confusão geral. O resultado  foi que Orson Welles ganhou dinheiro, fama e uns dias na prisão.

Recentemente um editor da Revista Squire, nos Estados Unidos apostou com amigos, quanto tempo seria necessário para que a farsa escrita por ele num artigo fosse descoberta. O artigo em questão anunciava que um grupo escolhido pela presidência da República, se reuniria em segredo, numa base subterrânea, chamada Iron Mountain, para estudar a maneira de exterminar os grupos de extrema direita.

O interessante é que ao invés de perceber a ridiculez da notícia, os tais grupos, creram piamente no “complô”  e usavam o artigo como a mais “contundente  prova” de que tudo era verdade. Inclusive quando o editor foi ao tribunal e provou que ele era o autor da inverossímil  notícia, os “vigilantes” extremistas não aceitaram que tudo aquilo era apenas uma brincadeira de mau gosto.

“Não é bom proceder, sem refletir” é o conselho de Salomão. Em outras palavras, não acredite em tudo o que ouve. Pare, pense e reflita. Se você fizer hoje uma revisão de sua história, perceberá que muitas vezes, sofreu sem motivo ou criou problemas e circunstâncias difíceis para muita gente, só porque não parou para refletir se aquilo que ouviu era verdade.

O que o professor disse a respeito do seu filho, o comentário de um vizinho com relação a conduta do seu esposo, a insinuação de um empregado acerca da honestidade do seu sócio são motivos suficientes para tomar “medidas imediatas”? “Não é bom”, declara o texto de hoje. Se não é bom é ruim e se é ruim, destrói tudo o que toca: amizade, família, sonhos e inclusive vidas.

Você pode construir este dia com reflexão e prudência. Não se precipite. De tempo ao tempo. Espere, pense e então decida, e lembre-se do conselho de Salomão:  “Não é bom proceder sem refletir e peca quem é precipitado.”

(Ministério Bullón)

Alejandro Bullón:

 @alejandrobullon


 facebook.com/ministeriobullon

segunda-feira, 30 de março de 2015

IGREJA INICIA CAMPANHA MUNDIAL DE 100 DIAS DE ORAÇÃO

Corrente de oração começou [dia 25/03] e vai até 11 de julho, data do encerramento da assembleia mundial da Igreja Adventista, que acontece nos Estados Unidos


A Igreja Adventista iniciou nesta quarta-feira, 25 de março, a campanha mundial dos 100 Dias de Oração. O foco do projeto é promover uma corrente de oração especialmente pela liderança da igreja e pelas decisões que serão tomadas na próxima assembleia mundial, que acontece em San Antonio, no Texas (EUA), em julho deste ano. A campanha se estende até 11 de julho, data do encerramento da conferência. A ideia é que até lá os membros da denominação dediquem momentos para as preces em suas casas e igrejas.






domingo, 29 de março de 2015

IGREJA PRESIBITERIANA ANUNCIA ORDENAÇÃO PASTORAL DE CASAL GAY

A Igreja Presbiteriana nos Estados Unidos irá ordenar ao pastorado o primeiro casal homossexual da história, dias após a mudança estatutária da denominação passar a permitir o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Holly e Kaci Clark-Porter serão ordenadas ao ministério pastoral em uma cerimônia na First & Central Presbiterian Church, da cidade de Wilmington, no estado de Delaware, no próximo domingo, 29 de março, segundo informações do Christian Post.

Casadas há três anos, Holly e Kaci formam o primeiro casal homossexual a ser ordenado em conjunto pela Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos (PCUSA), a maior convenção de igrejas presbiterianas do país.

As duas pastoras foram criadas em famílias conservadoras, tiveram um casamento heterossexual, mas depois se divorciaram durante o seminário. “Quando comecei a servir aqui na First & Central eu senti que realmente me tornei uma pastora, e que eu era realmente capaz de cuidar de pessoas. Eu finalmente comecei a me importar comigo, e esta comunidade cuidou de mim e me aceitou, e aceitou a minha relação com Holly totalmente”, disse Clark-Porter, que agora será uma pastora auxiliar da congregação que frenquenta.

Já sua esposa, Holly, será a pastora titular da Gay Big Church, uma congregação filiada da First & Central e voltada ao público homossexual.

A IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL NÃO MANTÉM VÍNCULO COM A IGREJA PRESBITERIANA DOS EUA.
A convenção PCUSA, que acaba de aceitar o casamento gay e a ordenação de homossexuais casados para o ministério pastoral, é uma denominação que não mantém vínculos com a Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB).

De acordo com o reverendo Augustus Nicodemus Lopes, vice-presidente do Supremo Concílio da IPB, “a Igreja Presbiteriana do Brasil não tem nenhum relacionamento com esta ‘igreja’ americana, da qual se desligou faz décadas por causa das posturas liberais da mesma, muito antes dela aprovar o casamento gay”.

Em seu blog O Tempora, O Mores, Nicodemus destacou que a IPB é uma denominação “conservadora”, e que o que está havendo nos Estados Unidos é a “a adequação da constituição da PCUSA à prática já em vigor”, pois os “pastores desta denominação (que para nós é apóstata) já estavam autorizados a realizar casamentos entre pessoas do mesmo sexo faz já algum tempo”.

“A PCUSA é uma denominação liberal que já abandonou faz tempo os principais pontos da Reforma, como a autoridade e infalibilidade das Escrituras […] Muitos não sabem que o termo ‘presbiteriana’ define apenas um sistema de governo, não uma teologia. A rigor, uma igreja presbiteriana é aquela que é governada por presbíteros. Assim, há igrejas que se dizem presbiterianas mas que são renovadas ou de linha pentecostal. No caso da PCUSA, é uma igreja governada por presbíteros e que adota uma teologia liberal”, concluiu.

(Gospel Mais)

sexta-feira, 27 de março de 2015

MÚSICAS CLÁSSICAS PREVINEM DOENÇAS NEURODEGENERATIVAS

Escutar música clássica pode salvar sua vida.

De acordo com um estudo divulgado nesta sexta por cientistas da Universidade de Helsinque, a música clássica ativa genes associados à atividade cerebral.

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores examinaram o sangue de 48 pessoas antes e depois de escutarem música.

A obra escolhida foi o Concerto para Violino n. 3, de Amadeus Wolfgang Mozart.

Após escutarem música, os genes envolvidos na secreção de dopamina, na aprendizagem e na memória foram mais ativados. Genes envolvidos na degeneração cerebral e do sistema imunológico foram suprimidos.

Segundo os pesquisadores, isso reduz o risco de contrair doenças neurodegenerativas como a Doença de Parkinson e a demência.

No entanto, este efeito benéfico da música só foi verificado em pessoas que já tinham intimidade com a música, seja tocando ou ouvindo.

Pois é: o que está esperando para aprender a tocar um instrumento musical? Além de ser gostoso, faz bem para o cérebro.

(Brasil Post

segunda-feira, 23 de março de 2015

VEGETARIANOS TEM 22% MENOS CHANCES DE DESENVOLVER CÂNCER COLORRETAL

Conclusão faz parte do Adventist Health Study-2, coordenado pela Universidade de Loma Linda

Praticantes de uma dieta vegetariana têm 22% menos probabilidade de desenvolver câncer colorretal (terceiro tipo de câncer mais comum entre os homens e o segundo entre as mulheres no mundo) do que não-vegetarianos. Essa é uma das conclusões do Adventist Health Study-2 (Estudo da Saúde Adventista-2), coordenado por pesquisadores da Universidade de Loma Linda. Os primeiros resultados da pesquisa de longo prazo foram divulgados neste mês na versão online do Journal of the American Medical Association (JAMA).

“O balanço de evidências científicas aponta a carne vermelha e a carne processada como sendo ligadas a um maior risco de câncer colorretal, enquanto que uma dieta rica em fibras – não suplementos de fibra – está ligada a um menor risco”, explica o pesquisador Michael Orlich.
O estudo acompanhou os questionários alimentares e registros médicos de 77.659 adventistas do sétimo dia ao longo de sete anos. Constatou-se que os adventistas veganos apresentaram 16% menos chances de desenvolver câncer. No caso dos lacto-vegetarianos, o risco foi 18% menor. Já os pesco-vegetarianos (que incluem peixe na dieta) chegaram a apresentar 43% menos probabilidade de contrair a doença.

O médico Gary Fraser, um dos principais investigadores do estudo sobre a saúde dos adventistas, adverte, no entanto, contra a interpretação dos resultados como uma mensagem para comer mais peixe. Afinal, conforme acrescenta Orlich, é prematuro concluir que os dados impressionantes obtidos junto ao grupo dos pesco-vegetarianos se devem ao consumo de peixe. “Suas dietas também diferem em outros aspectos, não apenas no consumo de peixe. Por isso, faremos o acompanhamento para examinar as associações específicas de carne e peixe com câncer colorretal”, explicou o professor assistente de medicina preventiva da Universidade de Loma Linda em entrevista à Adventist Review.

“A mensagem mais importante é evitar todas as carnes, já que o principal resultado foi que todos os vegetarianos, como grupo, se saíram melhor do que os não-vegetarianos”, observou Gary Fraser.
No grupo dos não-vegetarianos (pessoas que consumiam carne, porém numa quantidade menor que a média americana), foram identificados 380 casos de câncer de cólon e 110 casos de câncer do reto.
Embora o estudo ressalte que procedimentos médicos como a colonoscopia tenham salvado muitas vidas, os resultados das pesquisas mostram que ainda é melhor prevenir o câncer colorretal por meio da alimentação.

ENTENDA

O Adventist Health Study é um dos maiores estudos realizados no mundo sobre saúde e longevidade. Na primeira fase da pesquisa, iniciada em 1958, os estudiosos concluíram que havia relação entre a dieta adventista e a menor incidência de obesidade, diabetes e pressão arterial elevada.
A segunda etapa da investigação começou em 2002 e é financiada pelo Instituto Nacional do Câncer. Em 2011, o Instituto doou 5,5 milhões de dólares para o projeto.

VERSÃO BRASILEIRA

No contexto nacional, uma pesquisa científica que vem analisando o estilo de vida de membros da denominação também promete trazer importantes contribuições para a saúde pública no Brasil. O Estudo ADVENTO (Análise de Dieta e Hábitos de Vida na Prevenção de Eventos Cardiovasculares em Adventistas do Sétimo Dia), é financiado pela USP, pela Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e pelo Incor (Instituto do Coração), e apoiada institucionalmente pela organização adventista. Embora os resultados ainda sejam preliminares, o estudo já mostrou menores níveis de colesterol, glicose, creatinina e marcadores inflamatórios nos indivíduos que têm um maior número de hábitos saudáveis, como dieta vegetariana ou mais próxima do que recomenda a Igreja Adventista.

 [Equipe RA, da redação / Com informações de Andrew McChesney/Adventist Review]

(Revista Adventista)

PROIBIDO PARA MENORES

Muitos desenhos animados têm mais violência do que filmes para adultos

Os pais saem de casa para o trabalho e em algum momento do dia a mãe telefona para conferir:
– As crianças estão bem?
– Sim – alguém do outro lado responde. – Estão vendo televisão.
A realidade não é bem essa. Nem sempre as crianças estão bem quando assistem à televisão. Isso é o que aponta uma pesquisa publicada no British Medical Journal no fim de 2014. O estudo realizado por Ian Colman e James Kirkbride compreende a análise de 45 filmes infantis que vão do clássico Branca de Neve (1937) ao contemporâneo Frozen (2013).

Segundo os pesquisadores, os desenhos têm mais violência e assassinatos do que muitos filmes para adultos, incluindo as renomadas produções Pulp Fiction (1994), O Exorcismo de Emily Rose (2005) e Cisne Negro (2011). “Em vez de ser uma alternativa inofensiva e mais suave que os filmes de terror e dramas, os desenhos animados mostram, de fato, assassinatos e desordens”, concluem os autores.
O estudo mostrou que nos desenhos animados o protagonista têm quase três vezes mais chances de morrer do que nos filmes para adultos. O mesmo acontece com os pais dos personagens principais, que chegam a ter até cinco vezes mais chances de passar por algum tipo de morte trágica.

A mãe de Bambi foi morta por arma de fogo; a do peixinho Nemo foi devorada por uma barracuda; o pai do leão Simba acabou sendo esmagado por uma manada de gnus; e Tarzan ficou órfão depois de um ataque de leopardos. Todas as mortes, além de tocantes, ocorrem logo no início dos filmes. Os vilões também costumam morrer de forma trágica. E, surpreendentemente, não há diferença no grau de violência entre os desenhos mais antigos e os atuais.

Quais são as consequências disso na mente infantil? A televisão e o cinema, de algum modo, colocam a violência no lugar-comum, como algo trivial, podendo ser até divertida. Valoriza a força bruta em detrimento da inteligência e da moralidade. O estudo de Ana Lúcia de Oliveira Morais sobre crianças e violência na TV adverte que uma cena que dura apenas alguns segundos é recordada a longo prazo mais do que qualquer outro flash da trama. Como efeito direto, as crianças imitam frequentemente as cenas violentas dos filmes. Elas transformam isso em jogos que incluem socos e chutes, brutalizando-se, magoando outras crianças e reforçando a ideia de que “é o mais forte que tem razão”.

Em média, os programas infantis apresentam 25 atos de violência por hora. Por isso, as crianças que assistem mais desenhos costumam ser mais agressivas do que as que veem pouco. Elas também temem mais a violência do mundo real ou ficam insensíveis a essa violência com o passar do tempo, afirma a pesquisadora.

Os desenhos violentos afetam também as crenças e valores das crianças. É o que defende Henry Giroux, um dos maiores representantes da teoria crítica educacional da atualidade. Henry critica principalmente a “disneyzação” da cultura infantil. Segundo ele, a Disney é mais real do que se imagina, pois é uma instituição cultural massificadora que se esconde atrás de um manto de inocência e de entretenimento, mas que, na verdade, se esforça para dominar a mídia global e moldar os desejos, as necessidades e o futuro das crianças.

Considerando os estudos apresentados, a precaução deve ser a palavra de ordem quando o assunto é o bem das crianças.

TALITA BORGES CASTELÃO é psicóloga clínica, sexóloga e doutora em Ciências

(Revista Adventista)

quinta-feira, 19 de março de 2015

GÊNESIS CAPÍTULO 1 DESCREVE DIAS LITERAIS DE 24 HORAS?

fonte imagem
 [...] Uma análise cuidadosa da palavra hebraica para “dia” e do contexto no qual ela aparece em Gênesis nos leva a concluir que “dia” significa um período literal de 24 horas. A palavra hebraica yom traduzida na palavra "dia" pode significar mais de uma coisa. Pode se referir ao período de 24 horas que a terra leva para girar ao redor do seu eixo (ex: "há 24 horas em um dia"). Pode se referir ao período da luz do dia entre o nascer e o pôr do sol (ex: "é muito quente durante o dia, mas melhora um pouco à noite"). Também pode se referir a um período de tempo não específico (ex: "durante os dias do meu avô…"). Dessa mesma forma a palavra yom (traduzida como "dia") pode significar mais de uma coisa no original. É usada para se referir a um período de 24 horas em Gênesis 7:11. É usada para se referir à luz do dia entre o nascer e o pôr do sol em Gênesis 1:16. Também é usada para se referir a um período de tempo não específico em Gênesis 2:4. Portanto, o que essa palavra significa em Gênesis 1:5-2:2 quando é usada juntamente com números ordinais (ex: "primeiro dia", "segundo dia", "terceiro dia", "quarto dia", "quinto dia", "sexto dia" e o "sétimo dia")? Esses "dias" são períodos de 24 horas ou não? Será que "yom" como é usado aqui pode significar um período de tempo não específico? Como podemos diferenciar?

Podemos determinar como "yom" deve ser interpretado em Gênesis 1:5-2:2 simplesmente ao examinar o contexto no qual encontramos a palavra e então ao fazer uma comparação desse contexto com o seu uso no resto das Escrituras. Ao fazer isso, deixamos as Escrituras se interpretarem. Ken Ham, do ministério Cristão chamado Answers in Genesis, escreveu um bom artigo sobre o assunto. Sr. Ham escreveu: "A palavra hebraica para dia (yom) é usada 2301 vezes no Velho Testamento. Fora de Gênesis 1, yom + número ordinal (usado 410 vezes) sempre indica um dia comum, quer dizer, um período de 24 horas. As palavras ‘tarde’ e ‘manhã’ juntas (38 vezes) sempre indicam um dia comum. Yom + ‘tarde’ ou ‘manhã’ (23 vezes cada) sempre indica um dia comum. Yom + ‘noite’ (52 vezes) sempre indica um dia comum".

Agora vamos dar uma olhada no contexto onde encontramos a palavra "yom" usada em Gênesis 1:5-2:2…

Dia 1 - "Chamou Deus à luz Dia [yom] e às trevas, Noite. Houve TARDE e MANHÃ, o PRIMEIRO DIA [yom]" (Gênesis 1:5).

Dia 2 - "E chamou Deus ao firmamento Céus. Houve TARDE e MANHÃ, o SEGUNDO DIA [yom]" (Gênesis 1:8).

Dia 3 - "Houve TARDE e MANHÃ, o TERCEIRO DIA [yom]" (Gênesis 1:13).

Dia 4 - "Houve TARDE e MANHÃ, o QUARTO DIA [yom]" (Gênesis 1:19).

Dia 5 - "Houve TARDE e MANHÃ, o QUINTO DIA [yom]" (Gênesis 1:23).

Dia 6 - "Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom. Houve TARDE e MANHÃ, o sexto DIA [yom]" (Gênesis 1:31).

Dia 7 - "Assim, pois, foram acabados os céus e a terra e todo o seu exército. E, havendo Deus terminado no DIA [yom] SÉTIMO a sua obra, que fizera, descansou nesse DIA [yom] de toda a sua obra que tinha feito" (Gênesis 2:1-2).

Ao descrever cada dia como “tarde e manhã”, é bem claro que o Autor do livro de Gênesis estava se referindo a períodos de 24 horas. Essa foi a interpretação normal até os anos 1800, quando uma mudança ocorreu ao paradigma na sociedade científica e as rochas sedimentárias (estratos geológicos) da terra foram reinterpretados. As camadas rochosas foram previamente interpretadas como evidência do Dilúvio de Noé. No entanto, o Dilúvio passou a ser descartado pela sociedade científica e as camadas rochosas foram reinterpretadas como evidência de uma terra extremamente velha. Alguns Cristãos bem intencionados, mas completamente equivocados, tentaram reconciliar essa interpretação anti-Bíblica e “anti-diluvial” com a narrativa de Gênesis ao reinterpretar "yom" como períodos de tempo não específicos. Isso foi um grave erro.

A verdade é que as evidências a favor do Dilúvio de Noé a de uma terra jovem ultrapassam de longe as evidências a favor de uma terra velha, e muitas das interpretações da terra velha são conhecidas por dependerem de suposições falsas. Infelizmente, a comunidade científica mantém firme sua posição sobre o assunto e aparenta recusar-se a mudar de opinião, mesmo com tanta evidência que vai de encontro ao seu paradigma. No entanto, não podemos deixar que sua recusa teimosa influencie como lemos a Bíblia. De acordo com Êxodo 20:9-11, Deus usou seis dias literais para criar o mundo e para servir como modelo da semana de trabalho do homem: trabalhar seis dias, descansar um. Deus com certeza poderia ter criado tudo em um só instante, se Ele quisesse. Mas Ele aparentemente já estava pensando em nós, mesmo antes de ter nos criado (no sexto dia) e queria nos providenciar um exemplo a ser seguido.

(Got Quaestions?org)

NASA - DESCOBERTA CIENTÍFICA PROVA QUE A BÍBLIA É CIENTIFICAMENTE PRECISA EM RELAÇÃO A GÊNESIS 1

[meus comentários seguem entre coltes]...

Em 2004, astrônomos usando NASA, o Telescópio Espacial Spitzer, sondou os discos de poeira que circundam estrelas jovens a olhar para os primeiros sinais da formação de sistemas planetários. O que eles descobriram coincide com a descrição da Bíblia de formação da Terra.


[...] "Por gerações a declaração em Gênesis 1: 2" Agora a terra mostrou-se sem forma e vazia ", não fez qualquer sentido lógico para os estudiosos ou cientista da Bíblia até agora", diz o autorPaul Hutchins.

Segundo o cientista dados recolhidos a partir de um disco proto-planetário em torno do sistema de estrelas CoKu Tau 4, na constelação de Touro, planetas como a Terra em forma de escuridão a partir de resíduos de sobra e os restos de sua estrela central, coincidindo com Genesis descrição da terra ser sem forma e resíduos em seus estágios iniciais de desenvolvimento.

Ao analisar os dados da NASA sobre este processo e comparando-a com Genesis 'breve descrição da formação da Terra, a descrição da Bíblia é incrivelmente precisa, tendo em vista o fato de que a palavra hebraica traduzida por "dia" (yom) pode significar vários períodos de tempo, e não apenas um período de 24 horas. [ sic... a palavra yom quando acompanhada de um numeral sempre vai indicar um período literal de 24 horas, e no Gênesis esta palavra aparece acompanhada de um numeral, primeiro dia, segundo dia, terceiro dia e assim sucessivamente até o sétimo dia, agora se ela aparece sozinha aí sim pode significar um longo tempo confira aqui]

Descobertas da NASA revelou também que como um planeta amadurece dentro de seu casulo empoeirado gradualmente suga toda a poeira entre ele eo sol. Os estágios iniciais desse processo corresponde à declaração em Gênesis 1: 3 para um dia, "Haja luz". (Luz difusa)

Só nos últimos estágios de formação do planeta iria dirigir a luz do sol, a lua já existente, e as estrelas sejam visíveis a partir da Terra.

Estes dados correspondem a Gênesis 1:16 para o dia quatro, quando vistos no contexto da língua hebraica. "E Deus passou a fazer ('a-sah') os dois grandes luminares ...., E também as estrelas." (A palavra hebraica 'a-sah' não significa criar, [sic] mas em vez de realizar, ou levar a termo).

Dados da NASA mostra que a terra a partir de resíduos e detritos do sol, e que a luz surgiu lentamente em etapas, da mesma forma exata descrita no Gênesis.

A percepção de Gênesis tem sido; a Terra foi criada em primeiro lugar, e o sol, a lua e as estrelas, foram criados no quarto dia. Descobertas do Spitzer desvendar este mistério de longa data, e remover muita confusão sobre o Genesis, provando que a Bíblia é cientificamente precisa quando lida no contexto de sua linguagem original hebraico.




(PR Newswire)

ÊXODO: PORQUE O NOME DOS FARAÓS NÃO SÃO MENCIONADOS NA BÍBLIA?

Os verdadeiros leitores do livro do Êxodo sabem que o nome do faraó - que contendeu com Moisés e até mesmo com Deus - não é mencionado; Moisés omite não apenas o nome dele, mas também do faraó antes dele e da mulher que o adotou.

Muitos historiadores tomam essa "falta de objetividade histórica" para afirmar que a história dos israelitas no Egito não passa de uma ficção criada pela elite sacerdotal nos dias do rei Josias - rei de Judá, no séc. VII a.C., durante sua reforma religiosa. Mas será que foi isso mesmo?

Primeiro, essa prática de não nomear os derrotados é bem mais antiga do que o tempo em que o rei Josias viveu, evidênciando que o livro do Êxodo foi escrito em uma data bem próxima aos eventos que ele narra; por isso - e por outras razões - que Moisés é tido como o escritor original.

Segundo, creio que Moisés sabia muito bem o nome dessas pessoas. Se ele até mesmo reconhecia os nomes das egípcias que ajudaram as mulheres hebreias, Sifrah e Puah [Êx 1.15], então ele certamente sabia o nome dos faraós! Tal omissão foi deliberada.

Os quinze capítulos iniciais de Êxodo são uma batalha ideológica entre Yahweh, o Deus dos israelitas, e faraó, o rei divino egípcio. Quando confrontado por Moisés pela primeira vez para deixar seu povo abandonar a casa da servidão, em Êx 5.1-2, o monarca egípcio arrogantemente pergunta: “Quem é o Senhor para que eu obedeça a sua voz para deixar Israel ir? Eu não conheço o Senhor, e também não deixarei Israel ir”. Se Faraó não conhecia a Deus, Moisés fez questão de apresentá-lo nos capítulos seguintes.

Quando estudamos arqueológia egípcia, vemos que nas histórias contadas - nas paredes de palácios e templos - para um faraó ser reconhecido, deveria ser por suas vitórias e conquistas, por sua inteligência e força. Mas havia uma prática comum entre vários povos antigos (incluindo os egípcios): o rei derrotado não deve ser nomeado.

Eis alguns exemplos:

a. Quando o Faraó Thutmoses III, em Megido, sufocou uma rebelião iniciada pelo rei de Kadesh, ele se refere a este rei como “aquele miserável rei de Kadesh”, ou “aquele miserável rei”;

b. Numa cena em que Seti I pode ser visto perseguindo o rei dos Hititas e o acertando com flechas, as 20 linhas de texto descrevendo a batalha não mencionam o nome do rei derrotado;

c. Nos poemas e descrições militares de Ramsés II da já mencionada batalha de Kadesh, em nenhum momento o rei hitita é mencionado pelo nome, mas sempre referido como “o inimigo de Hati” (como império hitita também era chamado) ou “o miserável rei de Hati”.

Ao que parece, essa prática de não nomear o rei derrotado foi adotada pelo autor do livro de Êxodo, Moisés. Nos quinze capítulos iniciais da obra, os faraós - e os da sua família - jamais são mencionados pelo nome.

Por: Gabriell Stevenson

(Apologética XXI)

quarta-feira, 18 de março de 2015

EVENTO NO UNASP CAMPUS DE SP HOMENAGEIA PIONEIROS DO CRIACIONISMO

Homenagens a pioneiros, lançamentos de livros e apresentação de nova série de TV marcaram Encontro de Criacionismo do Unasp, campus SP 

A primeira vez que o termo criacionismo teria sido usado no Brasil foi em 1950. Na época, o professor Orlando Rubem Ritter iniciava um trabalho pioneiro na educação adventista no país, lecionando a matéria de Geologia Criacionista no curso de Teologia do Instituto Adventista de Ensino (atual Unasp, campus São Paulo). “O que havia eram referências à criação. Mas foi a primeira vez que isso aconteceu como disciplina oficial”, conta Ritter, hoje com 90 anos e uma memória privilegiada. Na década de 1970, ele escreveu duas apostilas que se tornaram uma referência para o ensino do criacionismo bíblico na época.

Quase 50 anos depois, o material foi reeditado e transformado no livro Estudos em Ciência e Religião pela Sociedade Criacionista Brasileira (SCB). A obra foi lançada no último sábado, 7 de março, durante o Encontro de Criacionismo do Unasp, campus São Paulo. Por essas e outras contribuições, Ritter recebeu menção honrosa como um dos pioneiros do criacionismo no país, ao lado de outros homenageados, a exemplo do doutor Ruy Carlos de Camargo Vieira, fundador da SCB.

Pioneiros do criacionismo e nova geração de pesquisadores foram homenageados no evento. Foto: Márcio Tonetti
Além disso, cientistas de gerações mais recentes, como o pós-doutor em Espectromia de Massas e diretor executivo da Sociedade Brasileira do Design Inteligente, Marcos Eberlin, e o geólogo e doutor em Geotecnia pela USP, Nahor Neves de Souza Jr., também foram parabenizados pela relevância de suas pesquisas.

Pioneiros do criacionismo e
 nova geração recebem homenagem
Novos tempos

Nas últimas décadas, o número de publicações fundamentadas na visão criacionista aumentou. “Em 1972, quando surgiu a Sociedade Criacionista Brasileira, a literatura na área era escassa. Uma das únicas obras era a de autoria de Frank Lewis Marsh, intitulada Estudos Sobre Criacionismo, e estava com a edição esgotada”, lembra Vieira.

Hoje, além do maior acervo impresso disponível, divulgações no formato audiovisual chegam para somar. É o caso do programa Origens, que entra na grade da TV Novo Tempo no dia 10 de abril, às 19h30. O teaser do programa foi apresentado pela primeira vez ao público durante o evento no Unasp. No formato documentário, cada episódio terá duração de 30 minutos e será veiculado todas as sextas-feiras.

A nova atração, que apresenta de maneira harmoniosa a fé e a ciência, é um dos maiores projetos da emissora na atualidade. A produção começou no segundo semestre de 2014 e traz entrevistas com pesquisadores de várias áreas e países. Entre as fontes consultadas estão cientistas como James Gibson, presidente do Instituto de Pesquisa em Geociências (GRI), e Timothy Standish, doutor em Genética e professor da Universidade de Loma Linda.

“O programa busca levar as pessoas a olhar novamente para o mundo natural. O planeta está repleto de monumentos no tempo e na história. Temos fósseis, camadas geológicas e muitas outras evidências que podem levar o espectador a refletir sobre a história do mundo e principalmente a respeito de qual o propósito da existência humana”, explica a produtora e apresentadora do Origens, Mariana Venturi.


Ela observa ainda que o programa tem a preocupação de discutir temas com profundidade, porém numa linguagem acessível aos diversos públicos.

(Márcio Tonetti, equipe Revista Adventista)

A FALTA DE LEITURA DA BÍBLIA E O GRANDE ERRO DOS PRESBITERIANOS NORTE AMERICANOS


New York Times acaba de publicar a notícia “Largest presbyterian denomination gives final approval for same-sex marriage”, ou seja, em tradução livre: “A maior de todas as igrejas presbiterianas aprova definitivamente o casamento homossexual”. O choque só seria maior se a manchete fosse publicada uns 10 anos atrás. Entretanto, ao ler o texto com atenção, percebe-se que em nenhum momento foi usado qualquer texto bíblico para apoiar tal decisão. Motivo: porque não existe! Obviamente que há passagens claras na Bíblia, sobretudo nos maravilhosos relatos dos evangelhos, acerca da vida e do ministério de Cristo, quanto à pregação e à defesa dos cansados e oprimidos (Mt 11:28-30). Porém, sempre que Jesus atendia àqueles que eram desprezados, hostilizados e injustiçados pela sociedade daquele tempo, Seu milagre para transformação sempre começava com o perdão, para depois ser seguido de “vá e não peques mais” (Jo 8:1-11).

A confusão da comunidade cristã internacional está vergonhosa. Além das tristes declarações da igreja católica acerca das origens, agora vem mais essa dessa outra igreja tradicional e que leva consigo mais de 1,8 milhão de fiéis só nos EUA.

Que a igreja cristã deve e precisa urgentemente pregar com eficiência aos homossexuais é uma coisa, uma realidade; porém, uma apostasia dessa dimensão, em nível institucional, sem qualquer embasamento na Bíblia – que, para os cristãos verdadeiros, é a vontade de Deus expressa – traz tristeza e muita preocupação.

Grande desconforto pode até ser sentido ao imaginar as condições a que serão submetidos os pastores e anciãos daquela denominação (até porque os pastores poderão decidir se realizarão ou não cerimônias homossexuais). O resultado já é evidente e irá apenas aumentar: a divisão daquela igreja.

As instruções bíblicas acerca do tema são claras e várias (ver Gn 19:5-7; Lv 18:22; Dt 22:5; Rm 1:24-28; 1Co 6:9, 10; 1Tm 1:10). Porém, ao mesmo tempo, o chamado ao arrependimento, confissão, perdão e nova vida é por várias vezes anunciado por todos os seus autores.

O dever da igreja é mostrar Cristo e Sua verdade imutável, e a certeza da esperança em um mundo sem esperança. Para tanto, alcançar os homossexuais têm sido uma missão difícil, sobretudo por conta de não se entender o amor e o perdão apresentados por Cristo a todos. Para “remediar” essa situação e/ou simplesmente atender a convicções pessoais de seus líderes e/ou à pressão de uma sociedade amoral, os líderes de uma tradicional denominação acabam por repudiar sua única arma e consolo ao mundo em que vivem: a Bíblia.

(Engenharia Filosófica) via (Criacionismo) 

ARQUEÓLOGOS ENCONTRAM CASA DA ÉPOCA DE JESUS

Arqueólogos israelenses revelaram nesta segunda-feira que encontraram os restos da primeira residência encontrada na cidade de Nazaré, no norte de Israel, que pode ser da época de Jesus Cristo.

De acordo com o jornal israelense Haaretz, a descoberta fornece mais dados sobre como era a vida na cidade de Nazaré há cerca de 2 mil anos.

A casa provavelmente fazia parte de um pequeno vilarejo com cerca de 50 residências habitadas por judeus pobres.

Uma porta-voz da Autoridade Israelense para Antiguidades, Yardenna Alexandre, informou que os restos de uma parede, uma cisterna para coleta de água da chuva e um refúgio foram encontrados depois da descoberta do pátio de um antigo convento.


Escavações na residência antiga de Nazaré

De acordo com Alexandre, os arqueólogos também encontraram potes de argila, do tipo que era usado pelos moradores da Galileia (região onde hoje fica o norte de Israel) na época, uma indicação de que a casa pertencia a uma família judia simples.

"É provável que Jesus e seus amigos de infância tenham conhecido a casa", afirmou a porta-voz em entrevista.

"A partir das poucas provas escritas disponíveis, sabemos que a Nazaré do primeiro século da era cristã era um pequeno vilarejo judeu localizado em um vale", disse Alexandre, acrescentando que até agora "poucas sepulturas da época de Jesus foram encontradas, mas nunca encontramos os restos de residências daquela época".

Um poço também foi encontrado, e os arqueólogos calculam que ele foi construído como parte dos preparativos dos judeus para a Grande Revolta contra os romanos, entre os anos de 66 e 73 d.C.

(BBC Brasil)

terça-feira, 17 de março de 2015

VATICANO APROVOU USO DA FORÇA CONTRA O ESTADO ISLÂMICO

A posição é invulgar pois tradicionalmente o Vaticano opõe-se ao uso da força.

O embaixador do Vaticano nas Nações Unidas aprova uma ação militar contra o movimento Estado Islâmico no Iraque e na Síria, uma posição invulgar pois tradicionalmente o Vaticano opõe-se ao uso da força.

Durante uma entrevista ao site católico norte-americanoCrux , Silvano Tomasi disse que os combatentes do Estado Islâmico estão a cometer atrocidades numa escala enorme e que o mundo tem de intervir.

"Temos de parar este tipo de genocídio, de outro modo iremos questionar no futuro porque não fizemos alguma coisa, porque permitimos que acontecesse tal tragédia", defendeu o arcebispo italiano.

Silvano Tomasi referiu ser necessária uma "coligação bem pensada" para fazer tudo o que é possível para conseguir uma decisão política sem violência.

"Mas, se isso não for possível, então o uso de força será necessário", acrescentou.
O papa Francisco já denunciou a "intolerável brutalidade" infligida aos cristãos e outras minorias no Iraque e na Síria pelos militantes do movimento Estado Islâmico.

(DN Globo)

sexta-feira, 13 de março de 2015

BÍBLIA COMPLETA EM MP3 NARRAÇÃO CID MOREIRA



"Bem-aventurado aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo." (Apocalipse 1:3)

"Mas Ele disse: Antes bem-aventurados os que ouvem a palavra de Deus e a guardam." 
 (Lucas 11 : 28)

Agora você já pode ouvir a palavra de Deus em qualquer lugar, no seu carro, em seu celular, notebook ou tablet. Baixe agora mesmo A BÍBLIA SAGRADA COMPLETA EM MP3 narrado na voz de Cid Moreira.
Para baixar basta clicar nos arquivos abaixo e efetuar os downloads

ANTIGO TESTAMENTO:

BÍBLIA EM MP3 PARTE 1 - DOWNLOAD

BÍBLIA EM MP3 PARTE 2 - DOWNLOAD

BÍBLIA EM MP3 PARTE 3 - DOWLOAD

NOVO TESTAMENTO

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BAIXE TAMBÉM O HINÁRIO ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA COMPLETO EM MP3


Hinário Adventista completo em MP3 - DOWNLOAD










Muitas pessoas estão encontrando dificuldades ao tentar efetuar o download dos arquivos, por isso resolvi postar um tutorial passo a passo ilustrado.

COMO BAIXAR PASSO A PASSO:

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Em  seguida abrirá uma segunda aba do site de hospedagem. Faça logim no site caso não esteja logado. Você pode fazer logim com uma conta de sua preferência ou por alguma rede social conforme indicado na foto abaixo pelas setas



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Após fazer o logim, clique no botão baixar conforme a ilustração abaixo


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PASSO 5:

Após abrir a janela de download, clique no botão DOWNLOAD indicado pela seta conforme a foto

PASSO 6:

Após pressionar o botão descrito na imagem acima, aguarde o download iniciar, repita todo o processo para cada download que for efetuar, o tempo para descarregar o arquivo irá variar de acordo com a velociade de sua banda, quanto mais rápido for sua banda contratada, mais rápido será a velociade do download. Poderá ocorrer erro ou travamentos ao fazer o download se a sua banda contratada for ruim ou de qualidade inferior, caso isso aconteça, reinicie o navegador e tente novamente. 

Obs.
Navegadores testados e sugeridos para esse download: Google Crhome, Baidu Spark Browser e Mozila Fire Fox. Não recomendo download pelo Internet Explorer, mas se você usar o Windows 10, poderá usar o Microsoft Edge sem problemas.

MACONHA AFETA MEMÓRIA DE ADOLESCENTES

RIO - Adolescentes que fazem uso frequente de maconha estão sujeitos a consequências duradouras nas atividades cerebrais. Uma pesquisa com indivíduos nessa faixa etária que fumaram a erva diariamente por cerca de três anos mostrou que essas pessoas apresentavam anormalidades na formação do hipocampo relacionadas à dificuldade em realizar tarefas envolvendo a memória de longo prazo.

O hipocampo é importante para a memória de longo prazo (também conhecida como memória episódica), que é a capacidade de recordar acontecimentos autobiográficos ou eventos da vida. No estudo, feito pela Escola de Medicina da Universidade de Northwestern e publicado na revista "Hippocampus" nesta quinta-feira, foram observadas anormalidades nessa estrutura do cérebro e problemas de memória nos indivíduos logo após completarem 20 anos, dois anos depois de terem parado de fumar maconha.
Jovens adultos que abusaram de cannabis na adolescência tiveram desempenho cerca de 18% pior em testes de memória de longo prazo em relação a jovens adultos que não abusaram.

- Os processos de memória que parecem ser afetados pela cannabis são os que usamos todos os dias para resolver problemas comuns e sustentar nossos relacionamentos com amigos e família - disse um dos autores do estudo John Csernansky, professor de psiquiatria e ciências comportamentais na Northwestern University.

O estudo é um dos primeiros a dizer que o hipocampo apresenta diferenças em fumantes de maconha, estando isso diretamente relacionado ao mau desempenho da memória de longo prazo. Estudos anteriores já haviam mostrado tanto alterações no hipocampo, quanto problemas na memória de longo prazo, mas nenhum deles havia ligado as duas coisas.

- Nossos estudos recentes vinculam o uso crônico de maconha durante a adolescência a alterações nesta região do cérebro que é crucial para a memória. Tais impactos parecem ter consequências que se estendem por, pelo menos, alguns anos depois da interrupção - disse o principal autor do estudo Mateus Smith, professor assistente de psiquiatria e ciências comportamentais na Northwestern University.

Segundo a pesquisa, quanto mais tempo as pessoas faziam o uso crônico de maconha, mais anormal a forma de seu hipocampo se apresentava. Esses resultados sugerem que estas regiões relacionadas com a memória podem ser mais susceptíveis aos efeitos da droga a longo prazo. A forma anormal reflete provavelmente danos no hipocampo e poderia incluir a estrutura de neurônios, axônios ou seus ambientes de apoio.

- Ferramentas avançadas de mapeamento cerebral nos permitiu examinar as mudanças detalhadas e por vezes sutis em pequenas estruturas do cérebro, incluindo o hipocampo - disse Wang Lei, também um autor do estudo e professor assistente de psiquiatria e ciências comportamentais.

Os cientistas usaram programas computadorizados para realizar mapeamentos nas estruturas cerebrais de diferentes indivíduos, que também passaram por um teste de memória narrativa em que eles ouviram uma série de histórias por cerca de um minuto e, em seguida, foram convidados a recordar o máximo de conteúdo possível, entre 20 e 30 minutos depois. O teste avaliou a capacidade de codificar, armazenar e lembrar de detalhes das histórias.

Os grupos no estudo começaram a usar maconha diariamente entre 16 a 17 anos de idade, durante cerca de três anos. Na época dos testes, eles estavam livres de maconha por cerca de dois anos. Um total de 97 pessoas participou, incluindo os grupos combinados de controles saudáveis, indivíduos com transtorno por uso de maconha, indivíduos com esquizofrenia sem histórico de transtornos por uso de drogas e indivíduos com esquizofrenia com relato de transtorno por uso de maconha.

As pessoas que usaram maconha não abusaram de outras drogas. O estudo também descobriu que jovens adultos com esquizofrenia que abusaram da cannabis na adolescência tiveram resultado 26% inferior em testes de memória do que os jovens adultos com esquizofrenia que não usavam cannabis.

(O Globo)

Leia mais:

 MACONHA PODE SER CONSIDERADA UMA DROGA RECREATIVA? 

ESTUDO ALERTA: MACONHA PODE ALTERAR O FORMATO DOS ESPERMATOZÓIDES

quarta-feira, 11 de março de 2015

FILME SOBRE HERÓI ADVENTISTA SERÁ DIRIGIDO POR MEL GIBSON

O site australiano News.com divulgou nesta terça-feira, 3 de março, que Mel Gibson deve mesmo ser o diretor do filme Hacksaw Ridge, baseado na história de  Desmond T. Doss, o médico adventista que se recusou a pegar em armas durante a II Guerra Mundial por motivos religiosos. Doss recebeu uma medalha de herói da II Guerra Mundial por salvar 75 homens em Okinawa, no Japão. O papel do personagem adventista que morreu em 2006, aos 87 anos, deve ser interpretado por Andrew Garfield, estrela dos filmes O Espetacular Homem-Aranha I e II, segundo noticiou o veículo. A história do herói americano já foi narrada no livro The Unlikeliest Hero (O Herói Improvável) e no documentário The Conscientious Objector (O Objetor de Consciência).

Segundo o site de notícias, vários estados australianos estão disputando o direito de sediar a produção, prevista para começar em setembro deste ano. O orçamento para o longa-metragem está estimado em 45 milhões de dólares (mais de 130 milhões de reais).

Gibson, que é católico e dirigiu o filme A Paixão de Cristo (2004), teve uma queda abrupta na carreira em 2006, quando foi preso por dirigir alcoolizado e acima do limite de velocidade. Na ocasião, ele também foi acusado de antissemitismo. Aproximadamente quatro anos depois, o ator e diretor de cinema se envolveu em um novo escândalo. Depois da separação de sua esposa, ele foi acusado pela então namorada Oksana Grigorieva, cantora e pianista russa, de agressão doméstica (embora a acusação tenha sido retirada por Grigorieva pouco tempo depois).

O drama Hacksaw Ridge, baseado na vida de Doss, tem sido visto pela crítica como uma tentativa de recuperar a imagem de Mel Gibson e de reaproximá-lo de Hollywood, segundo publicou o site australiano.

(Revista Adventista)

Leia mais sobre o FILME AQUI

sábado, 7 de março de 2015

PREJUÍZOS QUE A PORNOGRAFIA PODE OFERECER AS MULHERES

Durante o ano de 2015, a campanha quebrando o silêncio está abordando o tema da pornografia e os prejuízos que esta fonte de ilusão oferece aos consumidores e seus familiares. Para entendermos um pouquinho mais sobre como as mulheres podem sofrer os danos relacionados ao consumo de pornografia e o que elas podem fazer quanto a isto, entrevistamos a psicóloga Cristiane Julia (CRP 04/26483).

Quebrando o Silêncio: Cristiane, que tipo de problemas uma mulher pode enfrentar em relação à pornografia? 

Cristiane Julia: Dentre os diversos prejuízos para si mesma e o relacionamento conjugal que uma mulher pode enfrentar ao se envolver com pornografia podemos listar:

*fragilização da autoestima
*sentimentos de culpa e vergonha
*sensação de incapacidade
*insatisfação sexual
*abuso e violência sexual
*fragilização da confiança e cumplicidade no casamento
*perda do romantismo
*distorção de valores relacionados à família

Quebrando o Silêncio: De que forma a autoestima da mulher pode ser prejudicada quando ela ou o marido consomem pornografia?

Cristiane Julia: Em geral, pessoas envolvidas com o vicio da pornografia passam a sentir-se inseguras e insatisfeitas. Tendem a desenvolver dependência das cenas eróticas para alcançarem êxito no clímax sexual. Especialmente as mulheres passam a questionamentos freqüentes sobre a incapacidade de seus esposos se satisfazerem olhando e tocando apenas o corpo delas, e a partir daí podem desenvolver crenças distorcidas sobre quem são e o valor que possuem. Com o passar do tempo, constatam o sentimento de objetalização – tornaram-se objetos-meios para que alguém alcance o resultado final desejado. Não sentem, portanto, que são importantes e especiais para o outro.  Além disso, muitas apresentam queixas de abuso, ou seja, vêem-se forçadas a praticarem alguns tipos de atividades sexuais mesmo contra sua própria vontade; sentem-se assim desrespeitadas e anuladas na relação. Em casos em que o comportamento de contato com a pornografia persiste e os sintomas citados acima se prolongam, pode-se verificar o surgimento de depressão, fobia e transtornos diversos.

Quebrando o Silêncio: De que modo o relacionamento conjugal pode sofrer, também?

Cristiane Julia: Em primeiro lugar, um casal que consome pornografia comumente é incitado a fazer o que foi proposto no material lido ou assistido. Pesquisas diversas constatam que isso, por vezes, ocorre sob a sujeição de um dos cônjuges que não gostaria de se submeter a determinadas práticas sexuais. Este comportamento fragiliza a confiança de um no outro, debilita a cumplicidade da relação e põe em risco a segurança e estabilidade emocional que uma relação conjugal sadia deve proporcionar a ambos os cônjuges.
Em segundo lugar, a pornografia é um vício altamente destruidor de uma capacidade humana que deve ser desenvolvida para se fortalecer, chamada altruísmo – desapego, capacidade de pensar mais nos outros que em si mesmo. Um casamento bem-sucedido, que é a base de uma família feliz, tem como alicerce fundamental o altruísmo. A pornografia alimenta o egocentrismo e o hedonismo – antônimos do altruísmo. Ou seja, a pornografia induz às pessoas à idéia do prazer imediato e a qualquer custo, o que se deseja deve ser satisfeito e rapidamente; por sua vez, tais características levam a um comportamento reforçador da idéia de que o mais importante sou eu mesmo, meu bem-estar e minhas vontades.
Em síntese, um casal viciado em pornografia também pode apresentar comportamentos tais como dificuldade em manter conversas saudáveis e prolongadas, trocas de olhares apaixonados, abalo da confiança, diminuição significativa da tolerância e da paciência, mesmo em assuntos comuns da vida familiar como criação de filhos, resolução de problemas, estabelecimento de metas comuns, etc, brigas e discussões freqüentes, perda de interesse em assuntos relativos à família, pouca demonstração de afeto, frieza espiritual, e em alguns casos, não muito raros, o desejo de se inserir uma terceira pessoa na relação sexual.

Quebrando o Silêncio: Como uma mulher que já está sofrendo estes efeitos prejudicais da pornografia pode combater estes danos?

Cristiane Julia: Para aquelas mulheres que lutam com o vício:

*Em primeiro lugar, afaste-se daquilo que é a causa dos prejuízos. Pare imediatamente de consumir este tipo de material. Certamente, será difícil, mas é a única maneira de quebrar o ciclo do vício e instalar novos comportamentos restauradores do bem-estar que foi perdido.
*Em segundo lugar, comunique explicitamente ao seu esposo a decisão tomada em relação à pornografia. Conversem sobre os prejuízos que você notou e sobre seu desejo de ser feliz ao lado dele, diga o quanto ele é importante para você, mas diga também que não pode mais conviver com um vício que compromete o bem-estar de ambos.
Inclua novas leituras e hobbies saudáveis e edificantes no seu dia a dia. Trabalhe e lute pra que sua mente esteja sempre limpa e leve.
*Não alimente sentimentos de inferiorização, culpa ou vergonha.
*Ore fervorosamente sobre o assunto. Pense no quanto Deus a ama e pode restaurar o que foi quebrado.
*Busque ajuda profissional para obter orientação, acompanhamento e apoio durante o novo período de transição.

Para aquelas mulheres que não tem o vício, mas são esposas de homens que o praticam:

*Converse abertamente com seu esposo sobre o assunto, expressando o que pensa e sente a respeito disso. Contudo, tenha em mente que você não pode obrigá-lo a abandonar a prática, mas sua paciência e amor serão fundamentais para auxilia-lo.
*Nunca use de censura ou ironia entre vocês, isso mina o amor e prejudica o sucesso das conversas entre o casal.
*Lembre-se que autoestima positiva é o valor que você dá a si mesma e isso não depende de outros, portanto, não alimente sentimentos de inferioridade, incapacidade ou vitimização.
*Encare o problema de frente, com persistência e cautela, como todo abandono de vício, isso pode ser um processo longo e delicado.
*Esteja atenta para não se sujeitar à práticas que não serão saudáveis nem para você mesma nem para o casamento, mantendo assim sua integridade física e mental.
*Converse com o marido sobre uma possível ajuda profissional e se proponha a acompanhá-lo se ele preferir desta forma.
*Busque auxílio profissional se notar que não está conseguindo lidar sozinha com estas questões.

(Quebrando o Silêncio)

Veja mais: COMO SE LIBERTAR DA PORNOGRAFIA?

quarta-feira, 4 de março de 2015

ATRIZ DE 50 TONS DE CINZA PROIBIU A MÃE E FAMILIARES DE ASSISTIREM O FILME POR CONSIDERÁ-LO IMPRÓPRIO PARA A FAMÍLIA

Dakota Johnson proibiu a família de assistir a “Cinquenta tons de cinza”. A atriz de 25 anos estrela a adaptação cinematrográfica do romance erótico de E. L. James e diz estar orgulhosa de sua interpretação da mocinha Anastasia Steele. Mesmo assim, ela não quer que a mãe, a atriz Melanie Griffith, e familiares e amigos da família, vejam o longa, recheado de cenas explícitas. “Minha mãe apareceu (no estúdio). Ela está orgulhosa. Mas eu não quero que minha família veja o filme, é inapropriado. Ou os amigos do meu irmão com quem eu cresci”, disse a atriz. Dakota disse que foi difícil filmar o longa com Jamie Dornan, intérprete do empresário milionário Christian Grey. Segundo ela, houve “alguns momentos dolorosos”, quando os dois tentaram recriar cenas de sexo explícito no set. “Eu fui chicoteada uma vez em que ele me jogou na cama, doeu muito. Eu queria que a gente tivesse um vídeo com os erros de gravação. Uma vez, a gente estava fazendo uma cena na cozinha de Christian, e eu achei que ia ser divertido me esconder num armário. Até que tentei abrir a porta, mas não era um armário real. O cenário inteiro caiu em cima de mim.”

Embora aceitasse que as lesões bizarras fizessem parte do papel, Dakota confessou que, ao sair das gravações, precisava passar um tempo sozinha em seu carro e de um drink para “pular fora” da personagem. “O fato de poder rir com Jamie era bom. Às vezes eu saía do set me sentindo um pouco em estado de choque. A viagem para casa depois do trabalho sempre me ajudou a pular fora da personagem. E uma enorme taça de vinho”, disse à Glamour.

(O GLOBO)

domingo, 1 de março de 2015

LÚCIFER ERA REGENTE DO CORO CELESTIAL?

O uso incorreto dos escritos de Ellen White tem dado origem a muitas lendas e mitos adventistas. A maneira como isso ocorre é semelhante à brincadeira do telefone sem fio. Você sabe como é o jogo, a simples frase “Maria foi nadar na piscina” torna-se no fim da roda em “Azarias não jogou nada na latrina”.

Quando trabalhei como Assistente de Pesquisas no Centro White, Unasp-2, publiquei um artigo na Revista Adventista (“Revisão de Arquivo” RA, Abril de 1995) em que abordei algumas dessas citações “apócrifas” do Espírito de Profecia, e mais recentemente no artigo “Órion e os Eventos Finais”. Tenho aprendido que o problema não está com certas declarações de Ellen White e sim com a maneira em que seus escritos são lidos, descontextualizados e abusados.

Uma das interpretações que tem se tornado quase proverbial em nosso meio é a idéia de que Lúcifer era “regente do coro celeste”. A idéia é baseada na seguinte citação de Ellen White:
“Satanás tinha dirigido o coro celestial. Tinha ferido a primeira nota; então todo o exército angelical havia-se unido a ele, e gloriosos acordes musicais haviam ressoado através do Céu em honra a Deus e Seu amado Filho. Mas agora, em vez de suaves notas musicais, palavras de discórdia e ira caíam aos ouvidos do grande líder rebelde.” (História da Redenção, 25).

Primeiramente, é importante ressaltar que a revelação Bíblica, a luz maior, em nenhum momento retrata Lúcifer como regente do coro celeste. Isso já seria razão suficiente para sermos cautelosos ao fazer afirmações categóricas sobre as atividades de Lúcifer no céu antes de sua queda.
Mas alguns textos bíblicos são usados para provar a idéia de que Satanás era músico; veja Ezequiel 28:13-15:
“Estiveste no Éden, jardim de Deus; cobrias-te de toda pedra preciosa: a cornalina, o topázio, o ônix, a crisólita, o berilo, o jaspe, a safira, a granada, a esmeralda e o ouro. Em ti se faziam os teus tambores e os teus pífaros; no dia em que foste criado foram preparados. Eu te coloquei com o querubim da guarda; estiveste sobre o monte santo de Deus; andaste no meio das pedras afogueadas. Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que em ti se achou iniqüidade.”
A passagem acima faz parte de um juízo proferido sobre o rei de Tiro, portanto, a intenção original de Ezequiel não é tratar de Lúcifer em seu estado não caído e por isso, precisamos respeitar o contexto. Mesmo que haja certos paralelos entre a altivez do rei de Tiro e Lúcifer, a linguagem não trata deles de forma literal. Por exemplo, porque o texto trata de instrumentos musicais, alguns concluem que isso se refere ao dom musical de Lúcifer no céu, enquanto outros até vêem aí uma prova de que havia “tambores” no céu. Mas a linguagem aqui é poética, simbólica e metafórica e o hebraico é de difícil tradução e inconclusivo ao falar de instrumentos, é necessária cautela.

Podemos, no entanto, aplicar os princípios da queda do rei de Tiro como símbolo da queda de Lúcifer, já que há alguns paralelos óbvios, tais como “eras o selo da perfeição, cheio de sabedoria e perfeito em formosura” (v. 12). Mas ao mesmo tempo em que há paralelos, há também disparidades entre os dois personagens que nos impedem de criar um paralelo literal entre cada elemento do texto de Ezequiel com Lúcifer. Assim, tentar literalizar a passagem de Ezequiel nos traz dificuldades já que se Lúcifer era músico e tocava “tambores e pífaros” (v. 13) no céu, então ele também era coberto de jóias preciosas literalmente, se engajou em “comércio” lá (v. 16, 18), profanou os seus próprios “santuários” (v. 18) e Deus o expulsou em direção à “terra” (que supostamente ainda não havia sido criada!) e o expôs perante “reis” (v. 16, 17). O disparate exegético deveria ser óbvio.

Concluir, portanto, que Lúcifer era regente do coro celestial ou até mesmo músico com base nos instrumentos citados na passagem de Ezequiel é forçar o texto bíblico. Isso não quer dizer necessariamente que Lúcifer não era músico no céu, a Bíblia contém muitas cenas de louvor oferecido pelos anjos a Deus. Mas querer precisar que função Lúcifer tinha no céu é ir além da revelação.
O outro texto citado é Jó 38:4-7, que mostra que fala do “coro celestial”:
“Onde estavas tu, quando eu lançava os fundamentos da terra? ... quando juntas cantavam as estrelas da manhã, e todos os filhos de Deus bradavam de júbilo?”
O texto pode estar se referindo a um coro de anjos cantando nas eras sem fim da eternidade, mas não trata de Lúcifer em específico. Acima de tudo, assim como Ezequiel, o texto de Jó é poético e simbólico.
Pessoalmente, não tenho nenhum problema a priori com a idéia de que Lúcifer possa ter sido "regente do coro celestial", assim como não teria problema com a idéia de que ele possa ter sido compositor, pintor, escultor ou mesmo arquiteto das cortes celestiais. O problema é ter base escriturística para fundamentar tais afirmações.

É interessante notar que a idéia de que Lúcifer tivera posição de líder dos anjos não é original de Ellen White. Esse conceito parece ter se tornado parte da tradição cristã e era idéia comum para alguns autores no tempo de Ellen White.[1] Ela estaria apenas refletindo uma idéia periférica da sua época neste ponto (como fez em muitos outros[2]) para expressar um ponto mais importante sobre a atuação de Lúcifer.

Com esse breve pano de fundo bíblico e histórico, voltemos então à passagem de Ellen White. Uma leitura mais cuidadosa da passagem indica que Ellen White não pretendeu fazer uma declaração sobre a posição de regente musical de Lúcifer. Ela escreveu que “Satanás tinha dirigido o coro celestial. Tinha ferido a primeira nota,” o que expressa uma ação pontiliar num passado distante e não uma ação constante necessariamente. Note que a conclusão que Satanás tinha a posição estabelecida de “regente do coro” não está no texto. Essa nuance é importante para o entendimento da intenção de Ellen White.
 Ela claramente não está fazendo uma declaração sobre a função de músico de Lúcifer ou como a música é executada nas cortes celestiais, mas está ressaltando sua posição em relação aos anjos: ele era o anjo mais exaltado, tinha primazia em termos de criação e função.
Lúcifer é retratado aqui como aquele que, dentre os anjos, primeiro sentiu em seu coração o desejo de louvar a Deus, ele iniciou o louvor, feriu a "primeira nota" e os anjos seguiram. Assim, a metáfora da música celestial é usada por Ellen White para criar um forte contraste entre a submissão de Lúcifer a Deus ao alçar louvores a Ele e a rebelião que começava a surgir em seu coração através da discórida e desarmonia. Veja que ela continua dizendo “Mas agora, em vez de suaves notas musicais, palavras de discórdia e ira caíam aos ouvidos do grande líder rebelde.” Aqui Lúcifer abandonara o desejo de louvar a Deus. Dessa forma, a metáfora musical é usada para fins primordialmente homiléticos, para expressar um ponto mais importante, a saber, a exaltação de Lúcifer perante os anjos e sua repentina queda.

O detalhe musical sobre Lúcifer é informação periférica, é como a moldura de um quadro, que se for retirada, não impacta a apreciação da arte. Em outras palavras, Ellen White poderia ter dito, "Lúcifer foi o primeiro anjo a apreciar a beleza do céu, seguido pelos outros anjos. Mas agora, em vez de apreciar a beleza do céu, ele começou a criticar tudo"
O ponto central é o mesmo: Lúcifer foi privilegiado mas caiu pelo orgulho ou arrogância.
O objetivo de Ellen White aqui não é descrever a posição musical de Lúcifer e sim traçar um contraste entre sua posição de fidelidade a Deus e sua subsequente atitude de rebelião.

Além da precariedade do argumento do ponto de vista bíblico e o fato de que Ellen White não disse que Satanás era "regente" do coro celeste, a idéia de que Lúcifer tinha esse função específica também esbarra em problemas lógicos. O primeiro deles é o tamanho do coro celeste; se houvesse mesmo a necessidade de um regente, deveria haver milhares de sub-regentes para um coro de milhares, milhões ou bilhões de anjos, como ocorre com grandes corais aqui. O problema é que a necessidade de um regente nos moldes de um diretor de coral terrestre fere o conceito bíblico de que os anjos são perfeitos em todos os sentidos e superiores ao homem (Salmo 8:5; Heb 2:7). Por quê?
Anjos perfeitos em poder não devem necessitar de um regente que indique o compasso, mudanças de dinâmica, cadência, rallentandos, pianissimos ou mezzo fortes, se é que a música celeste sequer pode ser descrita nos moldes terrestres!
Nem mesmo deve ser necessário que alguém lhes dê a “primeira nota” nos padrões de um regente terrestre, como se os anjos precisassem disso para se manterem no tom. Existem seres humanos que possuem o que chamamos de “ouvido absoluto”, ou seja, não precisam que ninguém lhes toque ao piano ou sopre num diapasão um Dó ou Fá, eles ouvem a nota automaticamente em seu ouvido e cantam no tom. Quanto mais os anjos que foram criados de forma superior ao homem! E até mesmo em nossa esfera decaída, há muito coral profissional por aí que não necessita de regente. Creio que deu para entender os problemas com uma leitura rígida da passagem em questão.

Em conclusão, nosso estudo revela que Ellen White se valeu de certa forma de uma idéia comum em seu tempo, a saber, de que Lúcifer era líder do anjos, inclusive nos louvores, para ilustrar um ponto mais importante, o da sua posição elevada e repentina queda. Também não há nada na passagem que indique que esse conceito fora parte de uma revelação especial a Ellen White.
Se Lúcifer era ou não "regente do coro celestial" é irrelevante, já que ele não caiu de sua elevada posição por rebelião ao governo de Deus em questões musicais. Assim, devemos ler a passagem sobre Lúcifer e o coro celeste mais por sua força retórica sobre a exaltação e subsequente queda de Lúcifer, e não como uma declaração de qual função musical ele exercia no céu ou como é realizada a música celeste

Cabe aqui também uma palavra de exortação. Infelizmente, a intenção de muitos que usam a passagem de Satanás como suposto “regente do coro celeste” é quase sempre demonizar (literalmente) a música sacra contemporânea. Ouvem-se afirmações do tipo “Satanás é músico, temos que ter cuidado com avanços na música adventista.” Assim, cria-se um espantalho ao redor da música adventista para coibir, oprimir e ostracizar músicos. Nossos músicos não têm liberdade para trabalhar porque sempre correm o risco de se tornar culpados por associação com Lúcifer, o músico par excellence, o “regente do coro celeste”.

Com certeza Satanás deve ter um vasto conhecimento da música celeste e bem como da terrestre, mas ele não foi originador da música, Deus o é. Não entreguemos a Satanás algo que pertence a Deus, o dom da música, e não façamos os músicos da Igreja culpados por associação porque um suposto “regente do coro celeste” caiu em rebelião.
E, ironicamente, Satanás sempre alcança seu objetivo de espalhar desarmonia na igreja quando, no afã de evitar o complexo do “regente Lúcifer”, caímos em extremos na questão da música sacra, julgando a intenção dos nossos irmãos, impondo nossas idéias pessoais do que Deus aceita ou não ("Se eu não gosto, Deus não gosta também"), criticando e condenando.
No fim das contas, o maior problema dos músicos e adoradores adventistas não é tanto “musical” e sim “relacional”, seja no relacionamento com Deus ou com nosso próximo, como foi para Lúcifer. Cultive relacionamentos saudáveis na questão da música sacra para não cair no mesmo problema daquele anjo caído.

Um abraço!
André Reis

______________________________

[1] Veja, por exemplo, John Milton, Paradise Lost (Londres: 1674), Livro IV, 600-605; ibid., Livro VII, 130; Daniel Defoe, The Political History of the Devil (1726), p. 49, ibid., The Life and Adventures of Robinson Crusoe (1800), p. 119, Emily Percival, The Token of Friendship (1852), que usa linguagem bem semelhante à de Ellen White: “Lúcifer pode haver sido o líder daquele coro celeste” (p. 26).


[2] Como por exemplo, 6.000 anos para a idade da terra, idéia comum no século 19 hoje questionada por cientistas criacionistas e arqueólogos Adventistas. A história da civilização humana tem pouco mais de 6.000 anos, talvez 10.000. Ellen White nunca procurou estabelecer a idade da terra, ela usou o cômputo para ressaltar um ponto mais importante, a saber, a longa odisséia do pecado na terra.

(Adoração Adventista)

COMO SE LIBERTAR DA PORNOGRAFIA

Como se libertar da pornografia? bem, acredito que a pornografia é o pior vicio de todos... Assim com vicios socialmente aceitos, mas que não tem a benevolencia que recebe o glutão ou o preguiçoso...

Seria muita hipocrisia minha dizer que [...], é só orar pra Deus e blá blá blá [...]
Mas se eu fosse dar uma dica, seria:

1. Não fique próximo do que sacia o seu vício, não permita possibilidades...

2. O vício acontece porque temos um tipo de compensação com ele, tente encontrar ESSA COMPENSAÇÃO e tente tratá-la... o vício é o sintoma e não o problema.

Por exemplo... Todo mundo sabe que fumar faz mal (menos o Olavo de Carvalho) e todo viciado, hoje em dia, tem capacidade de se questionar sobre sua vida. Se é assim, porque eles simplesmente não param de fumar? Ora, porque o cigarro tem alguma compensação, de alguma forma, alguma coisa boa acontece quando o cara fuma, ou seja, ele coloca na balança a coisa boa (prazer) contra a coisa ruim (Morrer de enfisema) e verifica que o prazer vale a pena e morrer de enfisema nem é tão ruim... Na questão da masturbação ou pornografia, segue a mesma linha... Tem uma coisa BOA e uma coisa RUIM envolvida... No caso do fumante, ele precisa SUBSTITUIR essa coisa boa por outra melhor que faça com que o prazer de fumar não seja assim tão vantajoso ou então que ele mude o foco e pare de pensar nisso... Na pornografia/masturbação, é a mesma coisa

3. Ocupe sua cabeça de outras coisas, seja como for, una esta dica à primeira...

4. Saiba que você vai fracassar nas primeiras tentativas, então, não chute o balde se não conseguir parar com isso de uma hora para outra. Cada dia você vence um pouquinho, até abandonar completamente, mas esse completamente pode ser daqui a muito tempo...

5. Última e mais fundamental... Peça a ajuda de Deus.

(Crentassos)

Leia mais: O CRISTÃO E A MASTURBAÇÃO,  A ILUSÃO DA PORNOGRAFIA
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