Palavra do dia

"Eis que DEUS é meu ajudador, o SENHOR é quem me sustenta a vida." (SALMO 54:4)


quarta-feira, 22 de abril de 2015

ALIMENTOS VEGETAIS QUE SUBSTITUEM A PROTEÍNA ANIMAL

Muitas pessoas temem o vegetarianismo porque acreditam que não podem viver sem a carne. Acreditam que sem ela faltará nutrientes para o corpo e poderá até ocasionar doenças.

Mas será que realmente precisamos da carne para ser saudáveis?

Será possível sobrevivermos sem ela?

Sim! É tão possível que o novo guia alimentar brasileiro divulgado pelo ministério da saúde não considera a carne como essencial para a saúde humana, referindo-se aqui a todo tipo de carne: vaca, frango, porco, peixes e etc.

No entanto quando decidimos nos abster de determinados alimentos é imprescindível que se tenha maior atenção na escolha e combinação dos demais alimentos para que se tenha refeições saudável. Porque é bem verdade que se deixar de comer a carne, porém não fizer refeições saudáveis e completas, a tentativa de deixar a carne para ter mais saúde, pode ser um “tiro que sairá pela culatra”.

A proteína presente nas carnes é uma das principais alegações daqueles que defendem que não podemos viver sem este alimento, no entanto as proteínas essenciais aos seres humanos podem ser obtidas facilmente através dos alimentos de origem vegetal.

Citemos aqui alguns exemplos de fontes de proteínas que podem substituir (nutricionalmente) as carnes:

Arroz integral: O arroz, um alimento bastante tradicional no prato dos brasileiros, porém na versão refinada. Apenas o fato de trocar o “arroz branco” pelo integral, já terá uma boa fonte de proteínas, cerca de 2,5%. Porém o arroz integral mesmo sendo ótima fonte de proteína, ele sozinho não estará na versão completa que o ser humano precisa, por isso é indicado que seja consumido combinado com grãos como ervilhas, feijões, lentilhas, grão-de-bico, que também são alimentos ricos em proteínas e que combinados ao arroz oferecerão ao organismo todos os aminoácidos essenciais necessários.

Cogumelos: Existe uma variedade deles (shitake, shimeji, funghi, champignon…) e atualmente estão cada vez mais acessíveis a população. 100 gramas de cogumelos já prontos para o consumo tem a mesma quantidade de proteínas que 100 gramas de carne vermelha.

Brotos: Brotos tais como os de girassol, feijão, alfafa são riquíssimos em proteínas. Por ser um alimento jovem e cheio de energia, cai muito bem em qualquer tipo de dieta. Além das proteínas também são ricos em vitaminas do complexo B e magnésio.

Sementes: as sementes ajudam a incluir proteínas nas dietas vegetarianas. Podemos citar várias delas, tais como: semente de abobora, girassol, pistache, amêndoas, chia… Muitas destas além de proteínas são também fonte de ômega-3. Uma vez que uma das maiores fontes de ômega-3 são os peixes, para os vegetarianos, o consumo de sementes também são substitutos deste nutriente. Vale ressaltar que se deve fugir do consumo de sementes industrializadas e cheias de sal, já que neste formato poderão trazer prejuízos a saúde.

Folhas verdes escuras: Os nutrientes das folhas verdes escuras ajudam na absorção das proteínas advindas de outros alimentos e também são ricas em ferro. Seria muito importante ter folhas verdes em todas as refeições.
Coco: Conhecido como carne branca, o coco é uma ótima fonte de proteínas. Alimento completo, é excelente substituto de carne, queijos, ovos e leite, aos quais é superior. Rico em proteínas, gorduras, sais, hidratos de carbono e vitaminas A, B1, B2, B5 e C. É preferível que seja ingerido sempre in-natura ou como “leite”.

É importante lembrar que a carne nunca deve ser substituída por um único alimento, é a variedade na alimentação e a combinação de vários deles que dará a substituição adequada. Sempre que possível é importante consultar um profissional da área especializado em nutrição vegetariana para que ele possa orientar a cada pessoa quanto as substituições levando em consideração as particularidade de cada individuo.

Escolher abster-se de alimentos prejudiciais e buscar alimentações naturais e equilibradas não é algo que favorecerá apenas o corpo e a saúde física, mas refletirá também na saúde mental e espiritual. É plano de Deus que seus filhos vivam cada vez mais próximo de Seu ideal.

(Tudo Para Vegetarianos) 


MÚSICOS AFINADOS

"A qualidade técnica é importante na escolha dos ministros de louvor, mas não é o critério número um "
A música é uma das artes mais lindas que existem. Uma música bem executada é uma inspiração. Gosto muito de música e agradeço a Deus por ter dado sabedoria aos meus pais para que me colocassem em contato com ela desde cedo. Toco alguns instrumentos e os uso para louvar a Deus. O fato de eu ter crescido na Igreja Adventista é outro privilégio, pois nossa denominação tem alta qualidade em suas produções musicais.

Além das bênçãos espirituais, a música traz diversos benefícios cognitivos e psicológicos para aqueles que se envolvem com ela, inclusive o convívio com outras pessoas e a segurança emocional. Isso não é de admirar, uma vez que a música foi criada por Deus, e tudo o que ele faz é bom.
Inspirada por Deus, Ellen White escreveu muitos textos sobre música (veja, por exemplo, Educação, p. 168). Ao lê-los, percebemos várias funções da música, como expressar a adoração, contribuir para a educação, ajudar na vitória sobre o desânimo, impressionar o coração com a verdade, fortalecer a vida cristã, afastar o inimigo e vencer a tentação.

Depois do pecado, a música se tornou uma arma que pode ser usada para o bem ou para o mal. Por isso, devemos estar sempre atentos. Para que a música atinja seus objetivos, aqueles que a executam precisam ser canais consagrados. Assim como um cano sujo transforma água pura em água imprópria para o consumo, um músico não consagrado contamina a música que deveria ser apresentada em louvor a Deus.

No Antigo Testamento, Deus estabeleceu o tabernáculo e determinou que os cantores e instrumentistas seriam os levitas. Apenas desse grupo sairiam os que lidariam com a música no culto. Os levitas eram os mais consagrados entre o povo. Isso indica que, antes de escolher os afinados, Deus escolheu os consagrados. Esse critério na escolha dos músicos da igreja evitaria muitos problemas relacionados ao louvor.

Encontramos uma descrição das características dos levitas em Números 8:5-21, entre outras passagens. A Bíblia deixa claro que eles tinham uma responsabilidade espiritual altíssima. Entre outras coisas, eles deviam oferecer a vida como uma oferta viva ao Senhor, eram propriedade exclusiva de Deus, conheciam os escritos sagrados, eram fiéis guardadores do sábado, deviam buscar cultivar a santidade e estavam familiarizados com os serviços do santuário.

Os critérios de Deus não mudaram. Portanto, os músicos de hoje precisam ter as mesmas características. O mau testemunho de um músico estraga a mensagem que ele transmite por meio de sua arte. Imagine um obeso aconselhando sobre dieta! Ou um pregador que trata mal os membros falando sobre amor ao próximo! Da mesma forma, os músicos destroem a mensagem da sua música quando não vivem à altura do que cantam ou tocam.

Não nos esqueçamos: Deus julga primeiro a consagração do músico, depois avalia a ­execução da música. No livro Evangelismo (p. 512), Ellen White adverte: “A música só é aceitável a Deus quando o coração é consagrado, enternecido e santificado por sua docilidade. Muitos, porém, que se deleitam na música não sabem coisa alguma sobre produzir melodia ao Senhor em seu coração.”

Se a música de um cantor da igreja não está sendo aceita por Deus, então é melhor que ele não gaste inutilmente sua voz nem sua habilidade em um instrumento. Música sem consagração, ainda que executada com perfeição, não passa de música bem executada. Música vinda de um coração consagrado, ainda que executada com alguma falha, deixa de ser apenas música e passa a se chamar louvor.

Por Felipe Amorim, pós-graduado em Docência Universitária, é pastor do Iaesc, em Santa Catarina

(Revista Adventista)

(CURIOSIDADE) O TOURO ÁPIS, OU, "O BEZERRO DE OURO" ADORADO PELOS ISRAELITAS NO DESERTO

O mais venerado e o mais célebre dos animais sagrados é, sem nenhuma dúvida, [segundo a antiga cultura egípcia] o touro Ápis (Hep em egípcio). Os antigos egípcios consideravam-no como a expressão mais completa da divindade sob a forma animal e represetaram-no muitas vezes como, por exemplo, nesta estatueta que se vê ao lado. Diferentemente de outras divindades, era sempre representado na forma animal e nunca na forma humana com cabeça animal. Ele encarnava, ao mesmo tempo, os deuses Osíris e Ptah. O culto do touro Ápis, em Mênfis, existia desde a I dinastia pelo menos. Também em Heliópolis e Hermópolis este animal era venerado desde tempos remotos.

Antiga divinidade agrária, simbolizava a força vital da natureza e sua força geradora. Dizia a lenda que Ptah, sob a aparência de fogo celeste, engravidou uma vaca virgem que concebeu um touro preto, o qual se tornou o porta-voz ou o duplo de Ptah. Esse touro negro sagrado de Mênfis deveria ter certos sinais ou manchas: na fronte, uma mancha branca quadrada; no dorso, a figura dum abutre ou duma águia; sob a língua, um nó em forma de escaravelho; os pêlos da cauda numa mescla de branco e preto e, enfim, um crescente branco sobre o lado direito do corpo. Encontrado um bezerro com tais características pelos sacerdotes especiais chamados os Bastões de Ápis, o animal era conduzido a Mênfis em uma barca dourada e em grande pompa, depois de ter sido nutrido unicamente por mulheres durante 40 dias. Uma vez entronizado cerimoniosamente, vivia no seu santuário, ao lado do deus Ptah, a mais importante divindade menfita, da qual era tido como o arauto, a imagem viva. Sua mãe, um animal também reverenciado, era sua esposa legítima, mas tinha também vacas concubinas cuidadosamente escolhidas.

Distribuía oráculos, recebia oferendas, participava de procissões. Um festival dedicado ao deus se estendia por sete dias. O povo se reunia em Mênfis para ver os sacerdotes conduzirem o animal sagrado numa procissão de louvor em meio da acolhedora multidão. Enquanto vivia era alimentado com iguarias, cumulado de honras. A partir do Período Saíta, iniciado em 664 a.C., os oráculos alcançaram grande popularidade. Um dos mais procurados era justamente o do touro Ápis, em Mênfis. Além de se acreditar que qualquer criança que aspirasse a respiração do animal seria capaz de predizer o futuro, também se interrogava o próprio touro. O indivíduo que consultava o oráculo postava-se diante do animal e fazia a sua pergunta. A resposta do deus que o animal encarnava podia vir de várias maneiras. Por exemplo, o bovino podia aceitar ou não a comida que lhe ofereciam; podia, também, entrar ou não em uma determinada sala e cada uma de tais atitudes seria um agouro bom ou mau, conforme estabelecido anteriormente pelos sacerdotes.

Ao morrer era mumificado, fechado num sarcófago, submetido a ritos funerários que se estendiam por 60 dias, tomava lugar numa tumba, ao lado de seus predecessores, enfim, era enterrado como se fosse um príncipe. Quando um dos animais sagrados morria — nos diz o historiador grego Diodoro de Sicília — era envolvido em um sudário; e, golpeando-se o peito e lançando gemidos, conduziam-no à casa dos embalsamadores. Logo se preparava seu corpo com o azeite de cedro e outras substâncias adequadas à conservação; era depositado depois em caixas sagradas. Nessa ocasião, o povo inteiro ficava de luto, que só cessava quando os sacerdotes encontrassem um touro com as mesmas características daquele que havia falecido. Um templo menfita que abrigava grandes estelas de alabastro era o local no qual os touros eram embalsamados. Após a preparação do corpo e dos órgãos internos, o animal, numa posição agachada, era envolto em intrincadas bandagens. Eram inseridos olhos artificiais, seu chifre e face ou eram dourados ou cobertos com uma máscara de folhas de ouro e o animal era coberto com uma mortalha. Na figura acima vemos uma estatueta em bronze do sagrado touro Ápis, conservada no Museu Britânico de Londres. Observe o disco solar entre os chifres.

O túmulo mais antigo dessa divindade encontrado intacto é do reinado do faraó Horemheb (c. 1319 a 1307 a.C.), sendo a múmia bastante atípica. Era constituída apenas pela cabeça do touro, desprovida de carne e de pele, apoiada num grande bloco negro. Ao ser examinado, esse bloco mostrou ser um aglomerado de resina, ossos bovinos quebrados e fragmentos de folhas de ouro, tudo envolto em bandagens de fino linho. Os vasos canopos do touro estavam cheios de um material resinoso de origem não determinada. Escavando sob o piso da câmara mortuária, os arqueólogos encontraram uma dúzia de grandes vasos de barro não cozido contendo cinzas e ossos queimados. Como outros conjuntos similares de vasos também foram encontrados em outras tumbas do boi Ápis, alguns estudiosos afirmam que, pelo menos durante o Império Novo (c. 1550 a 1070 a.C.), o corpo do animal era cozido e comido pelo faraó e sacerdotes antes do enterro. Haveria, talvez, uma conexão entre essa descoberta e o assim chamado Hino Canibal do Texto das Pirâmides, que se refere ao fato do rei devorar os deuses para assimilar seus poderes. Seja essa hipótese correta ou não, nenhum outro animal sagrado parece ter sido devorado por seus antigos guardiães. Os touros Ápis subsequentes foram mumificados inteiros e um papiro da XXVI dinastia descreve o método usado para isso.

câmara mortuária
Até a XVIII dinastia (c. 1550 a 1307 a.C.) cada um desses touros sagrados tinha sua sepultura particular. Foi Ramsés II (c. 1290 a 1224 a.C.), faraó já da XIX dinastia, quem mandou sepultá-los em uma câmara mortuária comum, conhecida como Serapeum, nome derivado da palavra grega Serápis, uma catacumba precedida por uma avenida de esfinges.

Estrabão, um geógrafo grego, deixou em sua obra indicações precisas sobre a localização desse estranho cemitério e baseado em tais informações foi possível encontrar, na necrópole de Saqqara, numerosas múmias de touros sagrados, cavada depois de um corredor que penetrava 400 metros no rochedo. Em nichos, os touros repousavam em magníficos sarcófagos de granito escuro ou de quartzo amarelo e vermelho, os quais medem quatro metros de altura e pesam entre 60 e 80 toneladas. O que vemos ao lado é um dos mais bonitos, altamente polido, com hieróglifos e entalhes do tipo "fachada de palácio". Um total de 24 sarcófagos dessa natureza foram encontrados nessas câmaras laterais que se abrem para o corredor principal cavado na rocha.
Havia duas galerias abrigando os animais: a primeira, com comprimento de 68 metros, foi mandada construir por Ramsés II; a segunda, com 198 metros de comprimento, foi construída durante a XXVI dinastia (664 a 525 a.C.), em ângulo reto com a primeira. O primeiro touro enterrado nessa segunda galeria morreu no ano 52 do reinado de Psamético I (664 a 610 a.C.) e o local continuou a ser utilizado até o período greco-romano. O culto do boi Ápis sobreviveu até que o imperador Honório o baniu e causou a destuição do Serapeum no ano 398 da nossa era. Como só havia um destes animais de cada vez, calcula-se que de 14 em 14 anos, aproximadamente, acontecia o funeral de um touro Ápis. Nenhuma múmia foi encontrada intacta, pois os ladrões de jóias passaram por lá. Escavações realizadas em 1964 trouxeram à luz galerias de vacas mumificadas, denominadas mães de Ápis, bem como de falcões, íbis e babuínos.

O autor da descoberta do Serapeum, realizada em 1851, foi o pesquisador francês Mariette, o qual, ao encontrar um desses túmulos escreveu admirado:

"Fiquei profundamente impressionado quando penetrei na sepultura do touro Ápis, que nenhum ser humano frequentara desde milênios... Mas que sorte! no fim de alguns dias, descobri um nicho murado que escapara às pesquisas dos pilhantes. Ramsés II fê-la murar, em 1270 a.C., conforme explica a inscrição. A marca dos dedos do egípcio que pôs a última pedra do muro se vê ainda, nitidamente, sobre a cal, assim como a de seus pés sobre um rastro de areia esquecida. Nada faltava nesse retiro fúnebre onde um touro embalsamado repousava desde 4.700 anos."

Quando Ptolomeu I (304 a 284 a.C.) assumiu o controle do Egito, criou uma nova divindade, numa tentativa de unificar os gregos e os egípcios pelo estabelecimento de um deus que fosse familiar às duas culturas. Essa nova divindade foi chamada de Serápis (Osíris-Ápis) e combinava características dos deuses gregos Zeus, Asclépio e Dionísio com as do deus egípcio Osíris e as do culto do sagrado touro Ápis. Sua aparência era grega: um homem barbado e de cabelos encaracolados, usando algo semelhante a um moderno vaso de flores na cabeça. Mas também tinha algumas das características do touro Ápis e um nome egípcio. Era encarado pelos egípcios como um deus da fertilidade e do mundo subterrâneo e tolerado por eles, mas não verdadeiramente aceito. Nessa época, embora em vida o touro fosse considerado uma encarnação de Ptah e as efígies de Ápis continuassem a trazer o disco solar entre os chifres, após a morte o animal era comparado a Osíris (sua veste negra lembrava a cor do deus) e adorado sob o novo nome e aspecto, tendo se tornado o deus nacional do Egito durante o Período Ptolomaico (304 a 30 a.C.).

(FascinioEgito)

Veja também:
DESCOBERTA ARQUEOLÓGICA DESAFIA TEORIA DA EVOLUÇÃO

ONZE ACHADOS QUE COMPROVAM A VERACIDADE HISTÓRICA DA BÍBLIA

A ARQUEOLOGIA E A BÍBLIA





sexta-feira, 17 de abril de 2015

AÇÚCAR REFINADO - DOCE VENENO

Para os que desejam melhorar a qualidade e a expectativa de vida, a eliminação ou redução drástica do consumo de açúcar refinado em qualquer forma é um dos passos mais importantes. Esse produto tem um efeito devastador na saúde física e mental da maioria dos consumidores. Boa porcentagem das enfermidades metabólicas e neuropsiquiátricas que afetam o ser humano moderno tem origem no consumo excessivo dessa caloria vazia. Obesidade, diabetes tipo 2, depressão e hiperatividade são os problemas mais comuns relacionados ao uso do açúcar refinado. Mesmo nos casos em que não há uma relação direta, o açúcar pode exacerbar os sintomas e a progressão dessas enfermidades. Por exemplo, uma pessoa com depressão relacionada a traumas psicológicos obteria grandes benefícios evitando seu consumo.

O Brasil é o maior produtor de açúcar de cana do mundo e o segundo maior consumidor, com um total anual per capita de 60 quilos. Isso significa que, durante a vida média do brasileiro, circularão pelo seu organismo aproximadamente 4,5 toneladas de açúcar refinado. Essa estimativa é conservadora, porque não se considera o açúcar de outras origens, como o de milho e o de frutas. Nos Estados Unidos, o consumo atinge 75 quilos por ano, e os especialistas sugerem que a quantidade de açúcar refinado consumido anualmente pode equivaler ao peso do consumidor. Quando menciono essas estatísticas, muitos não se incluem nelas, pensando que estou falando do açúcar adicionado no momento do consumo de algum alimento. Não é isso. Tais estimativas se referem ao açúcar que vem embutido na maioria dos alimentos processados. No mercado americano de alimentos existem aproximadamente 700 mil itens de consumo, e calcula-se que mais de 500 mil itens estejam lotados de açúcar.

Tecnicamente, o açúcar refinado pode ser considerado uma droga, porque, no processo do refinamento, perde água, fibras, minerais, vitaminas e proteínas, tornando-se 99,5% sacarose. Ingerido nesse estado, sem os outros elementos que acompanham o processo de digestão, absorção e assimilação, ele desencadeia uma série de mecanismos compensatórios, roubando nutrientes do organismo, entre eles o cálcio e diversas vitaminas.

Em muitas pessoas, o açúcar tende a provocar uma elevação súbita da glicemia, que, às vezes, é seguida de uma reação aguda do pâncreas, produzindo insulina em quantidades altas e gerando oscilações glicêmicas. Isso pode levar a transtornos do humor, irritabilidade, impaciência, intolerância e até violência.

Por sua vez, um estudo realizado para determinar os índices de câncer e sua relação com o açúcar constatou que, quanto maior é o consumo do produto, maiores são as taxas de óbitos por essa enfermidade.

É necessário, portanto, estabelecer uma estratégia eficaz para a redução ou eliminação do consumo de açúcar refinado. Como ele pode provocar dependência em alguns indivíduos, às vezes ocorrem crises de abstinência por um período. Veja algumas dicas:

1. Pelas razões mencionadas, evite todos os alimentos processados, uma vez que a maioria contém muito açúcar.

2. Evite sucos adoçados e refrigerantes. Eles contribuem com grande parte da ingestão de açúcar. Para evitar a compulsão pelos sucos e refrigerantes, tenha sempre água ao seu alcance. Quando tiver vontade de tomar esses líquidos, beba água imediatamente, e o desejo irá desaparecer.

3. Substitua os alimentos refinados pelos integrais para evitar as variações bruscas que esses alimentos produzem nos níveis de glicemia e insulina, o que leva a um ciclo vicioso de fome e ingestão de calorias vazias.

4. Se preferir, utilize mel de abelhas ou melado de cana com moderação. Lembre-se de que a glicose de que nosso corpo necessita se encontra em muitos alimentos. Na realidade, o açúcar pode ser 100% dispensável.

Os resultados para a saúde física e mental serão fabulosos. Isso sem falar nos possíveis efeitos positivos sobre o caráter e a espiritualidade.

(Revista Adventista)

segunda-feira, 13 de abril de 2015

PROFECIA DAS 2300 TARDES E MANHÃS E A HORA DO JUÍZO

O JUÍZO UNIVERSAL
No livro do Apocalipse encontramos o anúncio de um juízo. Um juízo universal e de conseqüências eternas. Um dia Lúcifer disse que estava certo e Deus, errado. O Criador deu-lhe o tempo necessário para provar a validade de suas acusações e para esclarecer qualquer dúvida na mente das criaturas. Mas, finalmente, chega o dia em que todas as acusações e seus resultados devem ser julgados.

No capítulo 14 de Apocalipse, o apóstolo João nos leva a contemplar essa cena crucial do grande conflito entre o bem e o mal. "Vi outro anjo" - diz o profeta - "voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, tribo, língua, e povo." (Apocalipse 14:6).

QUEM É ESSE ANJO E A QUEM ELE SIMBOLIZA?
Ao longo de todo o livro do Apocalipse são mencionados muitos anjos. Dessa vez João vê outro anjo. Este "anjo" ou "mensageiro" representa, segundo os comentaristas bíblicos, "os servos de Deus empenhados na tarefa de proclamar o evangelho".1 Afinal de contas, a missão de pregar o evangelho foi dada por Jesus aos discípulos antes de o Mestre partir." (Marcos 16:15 e 16). Quer dizer que, hoje, existe neste mundo um povo especial, com uma mensagem especial para ser dada aos moradores da Terra.

 A mensagem que essas pessoas proclamam é a seguinte: "Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora de Seu juízo." (Apocalipse 14:7). Essa mensagem é de suma importância porque é o anúncio do dia do acerto de contas: finalmente chegou a hora do julgamento. Quando o juízo findar, todo o Universo saberá sem sombras de dúvidas quem estava com a razão: Satanás ou Cristo. Lá nos céus, muito tempo atrás, Lúcifer acusou a Deus de ser tirano, arbitrário e cruel. Acusou-O de estabelecer princípios de vida que nenhuma criatura poderia cumprir e, portanto, de não merecer mais adoração nem obediência. Mas agora chegou o momento do veredicto final. A História encarregou-se de acumular as provas. Os livros serão abertos, e o juízo começará.

A Bíblia está cheia de afirmações que confirmam a existência de um juízo para a raça humana. Observe algumas delas:

1- "Porque Deus há de trazer a juízo todas as obras, até as que estão escondidas, quer sejam boas, quer sejam más." (Eclesiastes 12:14)
2- "Porquanto [Deus] estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça..." (Atos 17:31)
3- "Porque importa que todos nós compareçamos ante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou mal que tiver feito por meio do corpo." (II Coríntios 5:10)
Mas a grande pergunta é: Quando acontece o juízo? Como saber o tempo exato em que esse julgamento terá início? Se nosso destino eterno está em jogo, não deveríamos preocupar-nos por estudar a profecia a fim de estar preparados para aquele dia?

DIA DO JUÍZO

Para compreender as profecias do Apocalipse é preciso conhecer bem o Velho Testamento. Isso porque, no Apocalipse, muitos detalhes proféticos do Velho Testamento cobram sentido. No Apocalipse está o maravilhoso final da história que começa no Gênesis. Portanto, para saber quando começa o juízo que o Apocalipse menciona, é preciso rever, na história bíblica, quando se realizava o juízo em Israel, o povo de Deus no Velho Testamento.

Segundo o Mishná, que é a coleção dos escritos judeus, o juízo de Israel começava no primeiro dia do sétimo mês, com a Festa das Trombetas, e terminava no décimo dia, com a Cerimônia da Expiação. Até hoje esse dia é denominado "Yom Kippur", que significa literalmente "dia do juízo".2 Nesse dia, cada verdadeiro israelita renovava sua consagração a Deus e confirmava seu arrependimento, ficando, assim, perdoado e limpo. (Levítico 16:30)

Nesse dia, também, o sumo sacerdote de Israel efetuava a limpeza ou purificação do santuário, com sacrifícios de animais. Note agora o que a Bíblia diz a esse respeito: "Era necessário, portanto, que as figuras das coisas que se acham nos Céus se purificassem com tais sacrifícios; mas as próprias coisas celestiais, com sacrifícios a eles superiores. Porque Cristo não entrou em santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém, no mesmo Céu, para compadecer, agora, por nós, diante de Deus." (Hebreus 9:23 e 24).


UM SANTUÁRIO NO CÉU E O JUÍZO
Se você analisar com cuidado essa declaração bíblica, chegará à conclusão natural de que existe um Santuário lá nos Céus e que o santuário terreno do povo de Israel era apenas uma figura do verdadeiro que está nos Céus. Bom, se o dia da purificação do santuário de Israel era o dia do juízo para aquele povo, está claro que o dia da purificação do Santuário Celestial será também o dia do juízo da humanidade. Mas quando acontecerá isso? Se descobrirmos essa data, teremos descoberto a data do início do julgamento do planeta em que vivemos. Não é fascinante?
Agora vem algo que surpreende: a Bíblia contém uma profecia quase desconhecida pela humanidade (se você tiver uma Bíblia em casa, é só conferir). Essa profecia esta registrada em Daniel 8:14, e diz assim: "Até duas mil e trezentas tardes e manhãs e o santuário será purificado." Essa profecia não pode se referir à purificação do santuário de Israel, porque essa purificação era realizada a cada ano. Aqui está falando necessariamente da purificação do Santuário nos Céus. E isto é confirmado pela própria Bíblia (Hebreus 9:25 e 26). Isso que dizer que, se descobrimos quando termina essa profecia, teremos descoberto o dia da purificação do Santuário Celestial, ou seja, o dia do juízo dos seres humanos.

Em primeiro lugar, é preciso ter em mente que, em profecia, um dia equivale a um ano (Números 14:34; Ezequiel 4:6 e 7). Para saber, então, quando termina esse período de dois mil e trezentos anos é preciso saber quando ele começa. Essa profecia foi revelada ao profeta Daniel com a seguinte advertência: "A visão da tarde e da manhã é verdadeira. Tu porém cerra a visão porque se refere a dias mui distantes." (Daniel 8:26). E Daniel acrescenta: "Eu, Daniel, desmaiei, e estive enfermo alguns dias... E espantei-me acerca da visão, pois não havia quem entendesse." (Daniel 8:27).
Enquanto Daniel orava pedindo que Deus lhe revelasse o significado da profecia, o anjo apresentou-se novamente ao profeta, dizendo: "No princípio das tuas súplicas, saiu a ordem, e eu vim para to declarar, porque és mui amado; considera, pois, a palavra, e entende a visão... Sabe e entende, que desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém até o Ungido, o Príncipe, haverá sete semanas e sessenta e duas semanas... E ele fará um pacto firme com muitos por uma semana; e, na metade da semana, fará cessar o sacrifício." (Daniel 9:23 a 27).

Nesse texto estão contidos dados necessários para entender a profecia. Com essa declaração bíblica podemos estabelecer o seguinte diagrama: (primeiro leia os pontos explicativos e depois olhe para o diagrama).

1- Perceba que o período profético de 2300 anos começa quando saiu "a ordem para restaurar e edificar Jerusalém". (Daniel 9:25; Esdras 7:7 e 11; Esdras 7:21 e 22). E a História registra que essa ordem foi dada pelo rei Artaxerxes, da Pérsia, no ano 457 a.C. Este é, então, o ano do início do período profético.

2- A profecia diz que, do ano 457 a.C. "até o Ungido Príncipe" (ou seja, o batismo de Jesus), haveria "sete semanas e sessenta e duas semanas". Esse total de 69 semanas, em linguagem profética, equivale a 483 anos, o que nos leva ao ano 27 d.C., data em que historicamente realizou-se o batismo de Jesus. Até aqui a profecia tem-se cumprido com exatidão.

3- A profecia fala de uma semana a mais (sete dias proféticos = sete anos), que nos leva do ano 27 d.C. até o ano 34 d.C., quando o apóstolo Estevão foi apedrejado pelo povo judeu e, com isso, o tempo de Israel estava acabado. "Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo" (Daniel 9:24), tinha dito o anjo ao explicar a profecia para Daniel. Isso também se cumpriu com exatidão.

4- A profecia afirma que, na metade dessa última semana - que nos leva ao ano 31 d.C. - "fará cessar o sacrifício". Noutras palavras, Jesus morreria na cruz e já não seria mais necessário o sacrifício de animais que Israel realizava. A História registra que, exatamente no ano 31 d.C., Jesus foi morto, e você pode ver mais uma vez como a profecia se cumpriu de maneira extraordinária.

5- Até aqui, tudo aconteceu como estava previsto. A profecia foi dada a Daniel por volta do ano 607 a.C. e, séculos depois, tudo se cumpriu ao pé da letra.


6- Agora me acompanhe no raciocínio. Se, depois do período de 70 semanas (490 anos) continuarmos contando o tempo, concluiremos que o período de 2300 anos termina em 1844. Quer dizer que, naquele ano, segundo a profecia, o Santuário Celestial seria purificado, ou seja, começaria o grande julgamento da raça humana.


457 a.C. - Emissão da ordem para reconstruir Jerusalém (Esdras 7:11 e 12).
408 a.C. - Jerusalém reconstruída e o Estado judeu restaurado.
27 d.C. - Batismo de Jesus (Mateus 3:13 a 17).
34 d.C. - Morte de Estevão (Atos 7:54 a 60); a Igreja é perseguida (Atos 8:1 a 3) e o Evangelho é levado aos gentios (Atos 13:44 a 48).
1844 - Início do Juízo Investigativo (Daniel 8:14; Apocalipse 3:7 e 8).

VIVENDO EM PLENO PLENO JUÍZO

Isso é algo surpreendente e de solene significado. A humanidade não pode viver este milênio sem saber que o juízo divino começou. Este não é um assunto para o futuro. Segundo a profecia, foi a partir de 1844 que o destino dos homens começou a ser definido, e milhões de pessoas no mundo ignoram essa verdade. Por isso o Apocalipse declara que era necessário levantar-se um anjo "voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a toda nação, tribo, língua, e povo, dizendo em grande voz: temei a Deus e dai-Lhe glória, pois "É CHEGADA A HORA DE SEU JUÍZO".

Perceba que o anjo voa. Isso é urgente. Voar significa rapidez. Não há mais tempo a perder. Perceba que a mensagem é dada em alta voz. Isso não pode ser ignorado por mais tempo. Precisa ser proclamado em toda a Terra e para todos os seres humanos. E, finalmente, perceba que este evangelho é eterno. Não é nada novo; algo que foi inventado por alguém. Trata-se da história do maravilhoso amor de Deus pelos seres humanos.

 Infelizmente, o juízo, por algum motivo, é mal compreendido pela humanidade. Muitos confundem o juízo divino com os flagelos e catástrofes que acontecerão antes da volta de Cristo, e que também estão profetizados no Apocalipse. Só que aqueles flagelos são parte da sentença. Eles são resultado do juízo. Não é juízo. A prisão ou pena de morte, por exemplo, não é o juízo da pessoa, mas a condenação. Juízo é o processo pela qual se considera o caso: existe um juiz, um advogado, um promotor de acusação, testemunhas e provas.

Veja como o profeta Daniel descreve o juízo celestial: "Continuei olhando, até que foram postos uns tronos, e o Ancião de dias Se assentou; Sua veste era branca como a neve, e os cabelos da cabeça, como a lã pura... um rio de fogo manava e saía de diante dEle. Milhares e milhares O serviam, e miríades e miríades estavam diante dEle; assentou-se o tribunal, e se abriram os livros." (Daniel 7:9 e 10) Note, aí estão o Juiz e também os livros.

Agora confira como o juízo é descrito pelo Apocalipse: "E olhei, e eis não somente uma porta aberta como também a primeira voz que ouvi dizendo: sobe para aqui, e te mostrarei o que deve acontecer depois destas coisas." (Apocalipse 4:1). Depois de que coisas? Depois que a porta for aberta, claro. E quando é que a porta foi aberta?

UMA PORTA ABERTA EM 1844
No santuário de Israel, a porta que levava do lugar santo ao lugar santíssimo, era aberta a cada ano, no Dia da Expiação (que era o dia do juízo). Com relação ao Santuário Celestial é dito que:

"Pois Cristo não entrou num santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, mas no próprio Céu, para agora comparecer por nós perante a face de Deus; nem também para Se oferecer muitas vezes, como o sumo sacerdote de ano em ano entra no santo lugar com sangue alheio. Ora, neste caso, seria necessário que Ele tivesse sofrido muitas vezes desde a fundação do mundo; agora, porém, ao se cumprirem os tempos, Se manifestou uma vez por todas, para aniquilar, pelo sacrifício de Si mesmo, o pecado." (Hebreus 9:24 a 26)

Que dizer que, em 1844, a porta entre o lugar santo e o lugar santíssimo, lá nos Céus, abriu-se para que Jesus pudesse iniciar a purificação do Santuário. E quando essa porta se abriu, veja o que João viu:

"Imediatamente, eu me achei no espírito, e eis armado no Céu um trono, e no trono alguém sentado." (Apocalipse 4:2).

Depois, João descreve a cena ao longo de todo o capítulo quatro de Apocalipse. Ali são mencionados: o trono de Deus, rodeado de querubins; um arco-íris em cima do trono; e, em volta, 24 pequenos tronos onde se assentam 24 anciãos, que declaram: "Tu és digno, Senhor e Deus nosso, de receber a glória, a honra e o poder." (Apocalipse 4:11).

 Não são semelhantes essa declaração e a do anjo de Apocalipse 14, que proclama:  "Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora de seu juízo"?Anjos no Céu e homens na Terra confirmam que a glória pertence a Deus, porque alguém quer usurpar essa glória. Depois de descrever a cena, João continua: "Vi na mão direita dAquele que estava sentado no trono, um livro escrito por dentro, e por fora selado com sete selos."

Está montada a cena. O tribunal está instalado. Segundo a profecia isso aconteceu em 1844 e, no presente momento, a humanidade está sendo julgada. Qual é o assunto em pauta? Qual é a acusação? Quais os argumentos? Quem é o acusador? Quem é o Advogado de defesa? Quem são as testemunhas? E quem é o Juiz? A cortina vai cair e o conflito dos séculos será desvendado.

Saiba mais sobre este e outros assuntos acessando o site:



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domingo, 12 de abril de 2015

ET`s E OS SINAIS DE RÁDIO DETECTADOS

Um artigo científico relatando a descoberta de rajadas de ondas de rádio com um padrão matemático estranho, e vindas de algum ponto do universo distante, aumentou as esperanças de que ETs possam estar nos enviando sinais. Mas o que há de real por trás disso e o que são apenas expectativas infladas? Veja o nosso FAQ-ET.

1. Esta é a primeira vez que pensamos ter encontrado alienígenas?
Não, tem havido alguns alarmes falsos. O mais famoso foi um sinal com duração de 72 segundos, batizado de Wow! (Uau!) porque um astrônomo que analisou os dados escreveu a interjeição ao lado dos dados, captados pelo telescópio Big Ear, em 1977. O sinal não parece ter origem terrestre, mas nunca mais foi captado.

Poucos anos antes, a astrônoma Jocelyn Bell pensou ter encontrado sinais de outras civilizações, quando na verdade havia acabado de descobrir os pulsares, restos de estrelas que giram muito rapidamente emitindo um feixe de radiação, como se fossem um farol.


Os softwares do projeto SETI agora eliminam falsos alarmes já na fonte, o que talvez explique a inexistência de quaisquer sinais suspeitos nos últimos 10 anos - até este novo caso anunciado agora.

2. As emissões de rádio podem ter causas naturais não-vivas?
Rajadas rápidas de rádio podem ter várias fontes, incluindo o choque entre duas anãs brancas, gerando uma supernova, ou a aproximação de duas estrelas de nêutrons, que emitem uma rajada de ondas de rádio antes de se fundirem em uma só.

Contudo, nenhum desses eventos apresenta o padrão temporal das rajadas de rádio rápidas detectadas agora.

3. Como é que vamos descobrir se o padrão matemático 187,5 é real ou não?
Com estatística. Primeiro, os astrônomos terão que descobrir mais rajadas de rádio usando vários telescópios diferentes. Com base no tempo que os radiotelescópios estiveram funcionando e na área do céu que eles cobriam, até descobrir as 10 emissões detectadas, estima-se que devem ocorrer 10 mil dessas rajadas rápidas de rádio todos os dias. Observar todo o céu o tempo todo seria uma alternativa cara demais. Assim, dependemos de que os telescópios estejam apontados para o lugar certo, na hora certa.

As novas ocorrências poderão apresentar o mesmo padrão temporal ou não. Se não, caso encerrado. Mas, supondo que se encaixem no cabalístico 187,5, será necessário então procurar quaisquer padrões terrestres que apareçam nas mesmas regiões ou nos mesmos horários.


Isso já pode estar jogando um pouco de água sobre a descoberta: os pesquisadores publicaram uma atualização do seu artigo na qual eles sugerem que os sinais detectados podem seguir o padrão temporal UTC/GMT, que os alienígenas eventualmente não conhecem.

4. Se for realmente um sinal de ETs, como é que vamos saber o que eles estão dizendo?
Para as rajadas de rádio já detectadas, será necessário tentar encontrar padrões e ver se alguma coisa está codificada, além do número 187,5. A detecção de novos sinais poderá ajudar, mas alguns cientistas do SETI acreditam que poderia levar séculos para decodificar qualquer mensagem que recebamos.

5. Que outras formas temos para encontrar ETs?
Os astrônomos têm procurado alienígenas ouvindo sinais de rádio basicamente porque são os mais fáceis de detectar. Também poderíamos procurar pulsos de laser, uma vez que, tanto quanto sabemos, o Universo não cria emissões de laser naturalmente, coisa que os seres humanos - e talvez os aliens - podem fazer.

Outra possibilidade seria procurar por sinais de poluição atmosférica e de luz artificial nos exoplanetas, embora a tecnologia para isso ainda esteja em desenvolvimento.


Finalmente, ETs suficientemente evoluídos podem ter desenvolvido uma versão superevoluída de energia solar, na qual a energia da sua estrela seria coletada por uma esfera Dyson, que deixaria uma assinatura de calor que poderíamos captar.

6. Em resumo, qual é a explicação mais provável para os sinais já detectados?
A única coisa que sabemos com certeza sobre as 10 rajadas rápidas de rádio e seu padrão temporal é que elas estão nos dizendo que nós não entendemos alguma coisa sobre o Universo. O que não sabemos pode ser que temos primos cósmicos, ou que existe algum evento natural ainda desconhecido. O mais provável é que nossas teorias ainda não cobrem algum aspecto do funcionamento dos pulsares ou dos nossos próprios satélites, sejam espiões ou não.


Dessa forma, investigando esse fenômeno nós vamos aprender ou algo sobre astrofísica, ou algo sobre civilizações interestelares. É um jogo no qual ninguém perde.

(Inovação Tecnológica)

Comentário do jornalista Michelson Borges: "Esta frase me chamou a atenção: “...será necessário tentar encontrar padrões e ver se alguma coisa está codificada”. Por que, quando olham para cima, os pesquisadores concluem que, se encontrarem padrões e códigos, isso será evidência de seres inteligentes, mas, quando olham para baixo, bem embaixo de seu nariz, e veem os padrões e códigos ultracomplexos do DNA, concluem pelo acaso?
Difícil entender, não? E mais: se eles encontrarem uma “versão superevoluída de energia solar”, concluirão que isso é evidência de um design inteligente. Ok. E o que dizer da fotossíntese? Não é uma forma superevoluída de captação de energia solar? Não precisamos, realmente, ir muito longe para detectar sinais de inteligência extraterrestre no Universo. A vida neste planeta foi criada por um Ser “extraterrestre”; na verdade, um Ser “extrauniverso”, “extratudo”. Deus."

sexta-feira, 10 de abril de 2015

SERÁ QUE PEIXE FAZ MESMO BEM PRA SAÚDE?

Durante muito tempo a ciência apoiou e incentivou o consumo de peixe. Estudos sugeriam que o consumo era bom para o coração, o desenvolvimento do cérebro e o crescimento.
O ômega 3 começou a ser adicionado a certos alimentos, como leite, sucos e cereais, e uma indústria de suplementos de óleo de peixe floresceu.

Mas, mais recentemente, pesquisas ligaram o ômega 3 a um risco maior de desenvolver certos tipos de câncer (como o de próstata) e descartaram que o consumo de suplementos de óleo de peixe reduz o risco de doenças cardíacas.

Também descobriu-se que o excesso de ômega 3 pode aumentar o risco de acidente vascular cerebral.
"Foram atribuídos ao ômega 3 diversos benefícios sobre os quais não se têm certeza", disse à BBC Eduardo Baladía, editor da revista Nutrição Humana e Dietética e promotor do Centro de Análise de Evidência Científica da Fundação Espanhola de Dietética e Nutrição (FEDN).

"Na verdade, temos dúvidas sobre o ômega 3. É muito problemático dizer que consumi-lo faz bem para a saúde."

Um ponto sobre o qual os especialistas concordam é que o valor nutritivo do peixe não começa e não termina no ômega 3.
"Se você pudesse dizer, com certeza, que os benefícios de comer peixe se originam inteiramente na gordura poli-insaturada, então ingerir pílulas de óleo de peixe seria uma alternativa a comer o próprio peixe. Mas é mais provável que uma pessoa precise da totalidade das gorduras dos pescados, suas vitaminas e minerais ", escreveu Howard Levine, chefe editorial da publicação de Saúde da Universidade de Harvard, em um artigo em 2013.

"Às vezes nos fixamos demais em supernutrientes e superalimentos", diz Eduardo Baladía.
"A ingestão de peixe substitui o consumo de carne, que têm gorduras menos saudáveis. Isso podemos considerar verdade absoluta. E, só por isso, já é interessante comer peixe", completa.

Em revistas e jornais, inúmeros artigos recomendam a opção por peixes com mais gordura, porque eles são ricos em ômega 3.
A Clínica Mayo, em Rochester, nos Estados Unidos, por exemplo, diz que "peixes gordurosos, como salmão, truta, arenque e atum, contêm mais ômega 3, e, assim, proporcionam benefício maior."
Baladía, por sua vez, acha que há espaço para peixe com baixo teor de gordura - e, portanto, calorias.
"Especialmente em uma sociedade em que o consumo de energia é alto, em que as gorduras saturadas e o colesterol são elevados, uma refeição sem isso, feita apenas de proteínas, é atraente", diz ele.

Mas o conselho é não transformar a dieta da Sexta-Feira Santa em rotina o ano todo.
O Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido recomenda comer apenas uma porção de peixe gorduroso por semana - por causa de sustâncias tóxicas, como o mercúrio, presentes nestas espécies devido à contaminação das águas - e quantas vezes quiser de peixes pouco gordurosos.
Mas todos concordam que frutas e verduras ainda são a chave de uma alimentação saudável.

(BBC) 

NOTA: Todos sabem que uma alimentação natural a base de frutas, verduras e cereais é a melhor opção para uma dieta saudável e isso a ciência já aprovou. Mas antes mesmo da ciência descobrir que a alimentação vegetariana é a melhor opção para o ser humano, Deus já afirmava isso em sua palavra. Confira em (Gênesis 1:29) "E disse Deus: Eis que vos tenho dado toda a erva que dê semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore, em que há fruto que dê semente, ser-vos-á para mantimento."

Mas cada um é livre para comer o que quiser.
Veja alguns benefícios de uma dieta vegetariana AQUI, AQUI E AQUI 

quinta-feira, 9 de abril de 2015

APÓS DOIS MESES A DERIVA, VELEJADOR SOBREVIVE ENCONTRANDO FORÇAS NA BÍBLIA SAGRADA

Um velejador que ficou à deriva no mar sobreviveu por 66 dias bebendo água do mar e lendo a Bíblia que ele guardava consigo no barco.
O norte-americano Louis Jordan saiu em seu veleiro no dia 23 de janeiro para navegar em alto mar. A embarcação, considerada pequena para o desafio, sofreu com a violência dos ventos e das ondas, virou três vezes e teve o mastro quebrado.

Junto a isso, os equipamentos de comunicação pararam de funcionar, e o velejador passou a ficar refém das correntes marítimas, que o levaram para longe da costa.

Durante esse tempo, sua saída para manter-se são foi ler a Bíblia Sagrada de capa a capa. Jordan matava a sede bebendo água do mar, e a fome, com peixes crus que ele, de tempos em tempos, conseguia pescar após ter transformado a própria roupa em uma rede.

Na última quinta-feira, 02 de abril, após mais de dois meses à deriva no Oceano Atlântico, Jordan foi resgatado por um cargueiro alemão, a 300 Km da costa leste dos Estados Unidos, segundo informações do Jornal Nacional.

O velejador contou que quando avistou o cargueiro, começou a nadar e soprar um apito, com a esperança de que a tripulação o visse. E deu certo. A Guarda Costeira foi avisada e mandou um helicóptero para buscar Jordan, que foi levado a um hospital em Norfolk, no estado da Virgínia.

“Achei que ele estivesse morto”, disse o pai de Jordan, ao abraçá-lo depois dos primeiros socorros. O velejador, no entanto, respondeu dizendo que sabia da angústia dos pais: “Eu orava por vocês porque eu estava com medo que estivessem chorando e tristes, achando que eu estava morto. E eu não estava morto”, contou, ressaltando que a leitura da Bíblia o deixou mais próximo de Deus.

(Gospel Mais)

quarta-feira, 8 de abril de 2015

PRESIDENTE MUNDIAL ADVENTISTA SE REÚNE COM SECRETÁRIO DA ONU

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, expressou preocupações sobre a crescente intolerância religiosa em todo o mundo durante uma reunião privada com o presidente mundial da Igreja Adventista, pastor Ted N.C. Wilson, e convidou a Igreja Adventista do Sétimo Dia para trabalhar com a ONU ajudando as pessoas.

Wilson, o primeiro presidente da Igreja Adventista a se reunir com um chefe da ONU, observou que a Igreja tem apoiado há muito tempo a liberdade religiosa e disse que ela estava disposta a se unir a iniciativas que seguiam o ministério de Cristo de ajudar as pessoas física, mental, social e espiritualmente.

Ganoune Diop, diretor associado do departamento de Deveres Cívicos e Liberdade Religiosa da Igreja Adventista mundial, destacou que seu departamento leva a sério as palavras de Jesus de ser “o sal da terra” e “a luz do mundo”, como registrado em Mateus 5:13, 14. Ban se reuniu com Wilson, Diop e John Graz, diretor do departamento de Deveres Cívicos e Liberdade Religiosa, às 12:10 de segunda-feira, 6 de abril, para uma reunião de 45 minutos em seu escritório na sede das Nações Unidas em Nova Iorque.

A reunião foi organizada com o envolvimento pessoal do embaixador Joseph Verner Reed, reitor do subsecretário geral da ONU e amigo dos adventistas do sétimo dia, que regularmente se correspondia com Diop para tornar a reunião uma realidade. “Foi um verdadeiro privilégio encontrar o secretário-geral e ouvir seu apelo por ajuda à humanidade”, Wilson contou à Adventist Review.

Oportunidade para testemunhar

“Os adventistas do sétimo dia devem estar prontos para testemunhar do Senhor em qualquer lugar aonde formos e para testificar da bênção de Deus em nossas vidas e o que podemos fazer em Seu nome”, reforça Wilson. “O mundo está esperando por este tipo de testemunho inspirado pelo céu com respostas claras para os problemas de hoje.”

Ban falou sobre questões globais como a pobreza e a falta de educação antes de expressar sua preocupação sobre a intolerância religiosa que atinge níveis sem precedentes em todo o mundo. Só na semana passada, um grupo militante islâmico matou 148 pessoas em um ataque contra os cristãos em uma universidade queniana. O Estado Islâmico (IS) e outras organizações extremistas no Iraque, Síria, Nigéria, Líbia e em outros lugares também miraram nos cristãos e em outros grupos religiosos com violência muitas vezes mortal nos últimos meses.

O secretário ressaltou sua crença de que as pessoas devem cultivar o respeito por todos, incluindo pessoas de outras religiões. Ele indicou que apreciava o trabalho da Igreja Adventista na promoção da liberdade religiosa, bem como na educação, na saúde e na ajuda humanitária através da Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais. A ADRA tem trabalhado com a ONU na assistência aos refugiados no Oriente Médio e em outros lugares.

Wilson agradeceu Ban pela reunião e falou sobre diversas iniciativas da Igreja que correspondem com a missão da ONU para ajudar as pessoas.

“Tivemos uma excelente reunião com o secretário-geral e alguns de sua equipe, compartilhando com eles sobre as atividades da Igreja Adventista”, destaca Wilson. “Focamos em certas coisas com as quais a Igreja Adventista pode ajudar, tais como a liberdade religiosa, a liberdade de consciência, os valores éticos e espirituais, o respeito pela dignidade humana, a orientação familiar, o incentivo para os jovens, e as necessidades básicas humanas, como água pura e ensino fundamental.”

Cooperação

“Só se formos conduzidos pelo Senhor, poderemos ser verdadeiramente eficazes em nossa ação missionária para o mundo preparando as pessoas para a breve volta de Cristo, realizando o ministério prático de Jesus através do poder do Espírito Santo”, acrescenta o presidente mundial adventista.

Na reunião com Wilson, Graz fez um breve relato sobre os principais congressos organizados pela Associação Internacional de Liberdade Religiosa, afiliada da Igreja que promove a liberdade religiosa e o forte apoio da Igreja ao Artigo 18 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que diz que toda pessoa tem direito “de mudar de religião ou crença”.

Graz, secretário geral da Associação Internacional de Liberdade Religiosa, disse que estava animado para ver a preocupação de Ban sobre a intolerância religiosa e o desejo de ver as pessoas de boa vontade trabalhar juntas para trazer justiça e liberdade. “Foi uma reunião histórica entre o secretário-geral da ONU e o presidente da Igreja Adventista sobre o estado do mundo e como podemos ajudar as pessoas a vive em ambientes muito difíceis”, argumenta Graz. “Como discípulos de Jesus, queremos ajudar as pessoas e especialmente aquelas que não têm voz, que são discriminadas e perseguidas”, afirma ele. “Desta forma, compartilhamos os valores essenciais da ONU.”

Diop disse que ele também viu formas que a Igreja e as Nações Unidas poderiam cooperar, particularmente na erradicação da pobreza e na promoção da educação e da saúde. “O portfólio impressionante que a Igreja Adventista do Sétimo Dia tem desenvolvido para o serviço a toda a família humana notavelmente ressoa com os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU”, disse ele em uma declaração.

(Notícias Adventistas)

segunda-feira, 6 de abril de 2015

PASTOR ADVENTISTA É SALVO POR UM MILAGRE EM CATÁSTOFRE NO CHILE

No final de março, a grande quantidade de chuvas que caiu no Chile deixou mais de 10 mil pessoas afetatas, 20 desaparecidos e 25 vítimas fatais. Foi uma das piores catástrofes climáticas das últimas décadas que assolou as regiões de Antofagasta, Atacama e Coquimbo.

Um milagre, no entanto, chamou a atenção em toda essa tragédia de grandes proporções. O jovem pastor adventista Rubén Soto Montaner, que trabalhava no distrito de Chañaral na região norte do Chile, experimentou um verdadeiro livramento por milagre.

Segundo o relato que ele mesmo fez, “recordo-me estar parado ao ver pela minha janela que um rio mais alto que minha casa vinha com toda a velocidade e, em questão de segundos, arrebentou os vidros e inundou a casa. As janelas da casa tinham barras que poderiam até me deixar preso, mas, graças a Deus, a porta também se rompeu com a força da água e o rio me arrastou e me deixou flutuando em cima dela. Enquanto a água me tirava violentamente de casa eu me agarrei a uma tábua ou prancha de madeira e flutuei ali por dezenas de metros. Isso tudo até que me agarrei finalmente, com ambos os braços, a uma árvore que encontrei no caminho”.
Assista o vídeo abaixo:
O testemunho do pastor Soto foi visto por milhões de pessoas nos meios de comunicação chilenos e as pessoas ficaram impressionadas com o fato de ele ter sobrevivido. Seu resgate foi uma das primeiras imagens que chegaram aos veículos de comunicação do país, logo que a energia retornou.

“No entanto, antes de encontrar com essa árvore (uma palmeira), a uns oito ou dez metros de distância aproximadamente, havia um caminhão do lixo que me serviu de escudo, pois amortizou a força com que eu vinha e evitou um choque duro. Vi como um rio que arrastou casas, mas o caminhão não se moveu. Todos os outros escombros foram levados, mas o Senhor permitiu que o caminhão permanecesse firme e evitou que o rio me golpeasse com força”, relata o religioso.


(Notícias Adventistas)

HORMÔNIOS UMA ORQUESTRA PERFEITA

Quanto mais as pesquisas avançam, mais se percebe que não apenas a intrincada “teia hormonal”, mas toda a vida se trata de uma orquestra bem afinada

Em duas reportagens (“Hormônios – Eles comandam tudo, do humor ao emagrecimento” e “O segredo da paz e do amor”), a revista Veja (dos dias 22 de agosto de 2012 e 16 de novembro de 2011) tratou da tremenda complexidade do sistema hormonal sem o qual a vida seria impossível. Diz a matéria da edição de 22 de agosto: “Imagine o sistema hormonal como uma orquestra. O hipotálamo, no miolo do cérebro, é o diretor artístico, e a hipófise, na base do crânio, o maestro. Nesse conjunto, os hormônios sintetizados por outros órgãos e glândulas equivalem às orquestras de câmara. Como em um concerto, em que todos os músicos tocam juntos, os hormônios interagem entre si – e o bom funcionamento de um depende da ação precisa de outro.”

Mais adiante, o texto retoma a ilustração: “Imagine os 200 hormônios organizados como uma orquestra. Os sistemas paralelos equivaleriam às orquestras de câmara, que, apesar de parecer funcionar de forma independente, têm de seguir o ritmo do conjunto. Nessa composição, o cargo de diretor artístico caberia ao hipotálamo, uma glândula minúscula localizada no miolo do cérebro. A regência dessa orquestra bioquímica, no entanto, seria da hipófise, glândula do tamanho de um grão de feijão encontrada na base do crânio.”

As duas matérias descrevem as funções vitais de alguns dos 200 tipos de hormônios, os quais, juntos, não passam de dez gotas circulando na corrente sanguínea de um adulto, mas que, mesmo em quantidades tão pequenas, desempenham papéis extremamente importantes no corpo. Exemplo: o ACTH. Diz o texto: “[Esse] composto é o precursor do cortisol, o hormônio do stress. Entre as suas funções, uma das mais importantes é manter a pressão arterial. Sem ele, o sangue deixa de circular adequadamente e, em consequência, os órgãos entram em falência. Não há vida sem cortisol.”
A reportagem considera os hormônios como “chaves da vida”, e afirma que eles “têm uma complexidade de ação que fascina”. “Por vezes”, continua o texto, “é preciso que dois ou mais se aliem para cumprir uma mesma função. Para manter o equilíbrio hídrico do organismo, por exemplo, são necessários pelo menos quatro hormônios fabricados em locais diferentes. Um hormônio pode ainda servir para estimular a produção de outro. É o caso da grelina. Produzida pelo estômago com a função de abrir o apetite, na hipófise, ela tem a missão de ajudar na síntese de GH, o hormônio ligado ao crescimento.

Um terceiro exemplo do intricado funcionamento da teia hormonal é o fato de que, a depender da quantidade produzida, da sensibilidade do alvo atingido e do estímulo externo, um mesmo hormônio pode exercer funções completamente diferentes. É o que acontece com um dos mais intrigantes compostos produzidos pelo organismo, a oxitocina. Fabricada pelo hipotálamo e distribuída pela hipófise, ela auxilia a produção do hormônio insulina no pâncreas e participa do transporte do esperma nos testículos. É a oxitocina também a responsável pelas contrações uterinas no momento do parto e durante a relação sexual. Ela ainda está presente durante a amamentação, facilitando a liberação do leite materno. Por ser um dos poucos hormônios produzidos diretamente no cérebro, a oxitocina é uma das substâncias que mais influenciam o comportamento humano. É ela que regula a intensidade dos vínculos afetivos, a autoconfiança e a sensação de relaxamento.

A testosterona é outro hormônio curioso. Embora seja fabricada também pelo organismo feminino, ela é o hormônio masculino por excelência. Em ambos os sexos, a testosterona está envolvida na produção de ossos, massa muscular e oleosidade da pele. Ao agir no cérebro, estimula a libido. O fato de o sexo masculino produzir cerca de trinta vezes mais testosterona do que o feminino explica por que os homens são em geral mais fortes e mais peludos, têm a voz mais grossa e estão sempre pensando naquilo.”

Segundo a reportagem, no que diz respeito a tratamentos, não basta que os hormônios sintéticos tenham a mesma estrutura química de seus equivalentes naturais. “É preciso fazer com que eles se submetam aos comandos do organismo como os originais. Por isso é tão complicado (mas não impossível) o tratamento, por exemplo, do diabetes. Em um organismo saudável, a insulina é liberada em doses precisas, que, ao longo de um único dia, variam muitas vezes em função de diferentes circunstâncias. A indústria farmacêutica tentou contornar o problema com a criação de insulina de longa e curta duração. Mas, apesar dos acertos, esses medicamentos ainda não conseguem acompanhar totalmente o ritmo natural do organismo.”

Na matéria “O segredo da paz e do amor”, o médico Arthur Cukiert declarou: “A maioria dos hormônios é ativada ou desativada a partir de outros hormônios, em um efeito cascata extremamente complexo.” Essa reportagem apresenta as funções de vários hormônios, como a oxitocina, que estimula o útero no trabalho de parto e durante a relação sexual, além de fortalecer vínculos de afeto; a progesterona, que prepara o útero para receber o óvulo fecundado e inibe as contrações do útero, durante a gravidez, impedindo a expulsão do embrião, além de participar no processo de reabsorção de água e sal, sem o qual o organismo perde o equilíbrio hídrico; o cortisol, que participa no mecanismo da manutenção da pressão arterial e estimula os batimentos cardíacos; a grelina e a leptina, responsáveis, respectivamente, pelo apetite e pela sensação de saciedade; a insulina, responsável pela entrada da glicose nas células, onde é convertida em energia; a T4, espécie de maestro do ritmo de funcionamento do organismo; etc.

Em um ou dois momentos, nas duas matérias, os autores arriscam um “do ponto de vista evolutivo”, mas a frase fica capenga, quase uma intrusa no texto – afinal, para o bom entendedor (e nem precisa ser tão bom assim), o conteúdo é puro design inteligente. Se, como diz uma das reportagens, o “bom funcionamento de um [hormônio] depende da ação precisa de outro”, como imaginar que essa supercomplexa “teia hormonal” pudesse ter evoluído em etapas sucessivas, como propõe o darwinismo? O sistema somente funciona bem quando está completamente interligado e interdependente. Imaginar toda essa complexidade simplesmente surgindo pronta, funcionando, é algo simplesmente inconcebível.

Relembre alguns exemplos de complexidade irredutível relacionada com os hormônios:
– A progesterona prepara o útero para receber o óvulo fecundado e inibe as contrações do útero, durante a gravidez, impedindo a expulsão do embrião. Como os embriões sobreviveram antes do “aparecimento” desse hormônio? A progesterona também participa no processo de reabsorção de água e sal, sem o qual o organismo perde o equilíbrio hídrico. E sem esse equilíbrio, nada de sobrevivência.

– O ACTH tem entre suas funções manter a pressão arterial. “Sem ele”, como informa uma das matérias, “o sangue deixa de circular adequadamente e, em consequência, os órgãos entram em falência”. Como o organismo “se virava” antes da “evolução” do ACTH?
– O cortisol participa no mecanismo da manutenção da pressão arterial e estimula os batimentos cardíacos. Sem ele, nossos ancestrais morreriam. Com ele, seriam bem complexos para ser apenas “ancestrais” pouco evoluídos. Se “não há vida sem cortisol”, como pode ter havido vida antes dele?
– “Para manter o equilíbrio hídrico do organismo, por exemplo, são necessários pelo menos quatro hormônios fabricados em locais diferentes. Um hormônio pode ainda servir para estimular a produção de outro.” Mais um exemplo de “teia hormonal” que não poderia ter evoluído uma parte por vez.

Apesar de todas essas evidências de design intencional e inteligente, os autores dos textos acabaram reproduzindo o discurso corrente ao sugerir que o “surgimento” desse sistema complexo seria resultado da evolução. Entretanto, a contradição emerge também (e de modo mais explícito) no fim da matéria “Hormônios – Eles comandam tudo, do humor ao emagrecimento”. Falando sobre os tratamentos para disfunções hormonais (sim, porque pequenas alterações na “teia hormonal” ocasionam sérios problemas), o texto informa que, “apesar dos acertos, esses medicamentos ainda não conseguem acompanhar totalmente o ritmo natural do organismo”. Ou seja, mesmo investindo fortunas e empregando muita inteligência e tecnologia, os cientistas inteligentes ainda não conseguem imitar o desempenho de um sistema que muitos deles acreditam ter surgido por processos casuais!
Quanto mais as pesquisas avançam, mais se percebe que não apenas a intrincada “teia hormonal”, mas toda a vida se trata de uma orquestra bem afinada. Cabe ao ser humano, deixando de lado o preconceito, usando o bom senso e seguindo as evidências, concluir se existe ou não um Maestro.

MICHELSON BORGES é jornalista, editor na Casa Publicadora Brasileira e mantenedor do blog CRIACIONISMO

(Revista Adventista)

quinta-feira, 2 de abril de 2015

A TEORIA DO BIG BANG PODE DEIXAR DE EXISTIR

A teoria do Big Bang, de que o Universo começou a partir de um ponto extremamente denso e que, ao explodir, criou o cosmos em expansão que conhecemos está prestes a, com o perdão do trocadilho, entrar em colapso. Criada em 1931, a teoria afirma que essa explosão se deu a 13,7 bilhões de anos atrás. O problema é que estamos descobrindo que esse tempo é insuficiente para explicar a formação atual do Universo. Um exemplo? Pesquisadores descobriram o SDSS J0100+2802, um quasar que contém um buraco negro com uma massa de 12 bilhões de sóis e que seria 900 milhões de anos mais jovem do que o Big Bang. O problema é que buracos negros demoram bastante até acumular massa - e 900 milhões de anos não seria tempo suficiente para que este se formasse. Será que ele é mais antigo do que o período estimado do Big Bang? Astrônomos já descobriram mais de 200 mil quasars - e esperam que, entre eles, existam mais ocorrências como o SDSS J0100+2802.

Outro exemplo é a poeira feita de elementos pesados em uma galáxia que seria apenas 700 milhões de anos mais nova que o Big Bang. Esses elementos se formam quando uma estrela se aproxima do final de sua vida, processo que demora bilhões de anos. Mais um caso de elementos mais velhos do que o início do Universo?

Então como explicar o início de... tudo? De acordo com este artigo (escrito por Rick Rosner) a teoria que subistituirá o Big Bang irá tratar o Universo como um processador de informação. O Universo é feito de informação e usa esses dados para se definir. Tanto a mecânica quântica como a relatividade pertencem às interações da informação e a teoria que uni-las será baseada nisso.

“O Big Bang não descreve um Universo capaz de processar informações. Processadores não explodem após um cálculo. Você não joga seu smartphone fora depois de mandar uma única mensagem. O Universo verdadeiro se recicla através de pequenas explosões, iluminando galáxias velhas que funcionam como memória quando necessário”, afirma.

Nota emitida pelo jornalista Michelson Borges

"Pelo jeito, podem abandonar uma teoria antiga para trocá-la por uma ainda mais mirabolante. “Processador de informação”?! Um universo que se “recicla” por meio de pequenas explosões? E cada uma dessas explosões (com potencial para criar caos, como toda explosão) traria à existência um universo ordenado? E a origem da informação que será “processada”, alguém pensou nisso? Informação pode surgir por si só? E como explicar esse universo cíclico que alternaria períodos de ordem com períodos de desordem? O que faria reverter a entropia, uma vez alcançada? A matéria seria eterna? De onde vieram as partículas e a energia que compõem o Universo? Pelo menos os dados discrepantes estão fazendo com que os cosmólogos cogitem abandonar um modelo insuficiente, mesmo que tenha sido “vendido” como verdade por décadas (milhões de livros terão que ser reescritos). Em pior situação estão os defensores da evolução biológica, que veem dados discrepantes, insuficiências epistêmicas, e não têm coragem de sequer cogitar a hipótese de que seu modelo macroevolutivo esteja errado. Muitos biólogos estão conscientes da tremenda dificuldade em explicar a origem da vida a partir da não vida. Sabem que mesmo em supostos 4,5 bilhões de anos isso seria impossível. Abandonam o modelo, como alguns querem fazer com o Big Bang? Nada disso. Salvam a teoria dos fatos e chegam até a afirmar que a vida pode/deve ter vindo do espaço, já que na Terra não haveria tempo suficiente nem condições adequadas. Pra encerrar: Será que ninguém vai cogitar a possibilidade de que o Universo simplesmente tenha sido criado? A aparência de um Universo “maduro” há mais de 13 bilhões de anos pode ser comparada à aparência de Adão, já adulto, embora tivesse sido criado poucos instantes antes."

(Criacionismo)
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