Palavra do dia

"Eis que DEUS é meu ajudador, o SENHOR é quem me sustenta a vida." (SALMO 54:4)


quinta-feira, 30 de julho de 2015

PESQUISAS CIENTÍFICAS APONTAM EVIDÊNCIAS DA EXISTÊNCIA DE ADÃO E EVA

A geneticista Georgia Purdom, Ph.D. em genética molecular pela Universidade Estadual de Ohio (EUA), lançou recentemente um DVD com uma palestra sobre “A Genética de Adão e Eva”, mostrando evidências de que o relato de Gênesis sobre o primeiro casal é amparado pela ciência.

Em um artigo recente sobre o tema, a geneticista – que é cristã – afirmou que “um dos maiores debates no cristianismo diz respeito às duas primeiras pessoas, Adão e Eva, se eram reais ou o produto de mitos”, escreveu.

No texto, Purdom destaca que o assédio exercido por pesquisas científicas e pela Teoria da Evolução, de  Charles Darwin, sobre a tradição cristã, fez muitos fiéis recuarem e se renderem ao que é divulgado pela mídia. Mas essa é uma postura errada, segundo a geneticista.

“Aqueles que afirmam que evoluímos ao longo de milhões de anos acreditam que Adão e Eva, conforme a Bíblia ensina sobre eles, não têm lugar na história da humanidade. Eles argumentam que a ciência da genética prova que não podemos ser descendentes de apenas duas pessoas. Muitos cristãos aceitaram esta posição e propõem que a sua existência histórica é irrelevante para o cristianismo e o evangelho”, contextualiza Purdom.

Entretanto, a pesquisadora desencoraja esse tipo de postura, e relembra que o primeiro casal, dentro do cristianismo, é fundamental para a compreensão do propósito de Salvação: “Entender que Adão e Eva eram pessoas reais ajuda as pessoas a perceberem a necessidade de um salvador, por que foram eles que trouxeram o pecado”, pontua.

Com diversos artigos científicos publicados por conceituadas revistas, como Journal of Neuroscience e Journal of Bone and Mineral Research, Purdom destaca que uma das principais alegações da Teoria da Evolução não é compatível com o que já se sabe sobre o DNA humano: “A genética mostra claramente que humanos e chimpanzés não compartilham um ancestral comum. Há muitas, muitas diferenças em seu DNA que minam completamente a possibilidade de ancestralidade compartilhada”, destaca.

Citando o trabalho de pesquisa feito pelo colega geneticista Nathaniel Jeanson, a doutora afirma que há evidências de que o relato bíblico é mais preciso do que se supõe: “Ele mostra claramente que o ancestral humano comum de todos nós (Eva) viveu dentro do período bíblico de apenas milhares de anos atrás”.

Por fim, destaca que a vinda de Jesus à terra, como homem, é a solução definitiva para o erro cometido por Adão e Eva, no Jardim do Éden, que terminou por inserir o pecado no mundo: “Jesus é a solução para o problema do mal, que começou em Gênesis 3. Paulo fez essa conexão muito clara em Romanos 5 e 1 Coríntios 15″, conceitua, segundo informações do Christian News.

(Via Gospel Mais)

sábado, 18 de julho de 2015

11 ALIMENTOS VEGETARIANOS RICOS EM PROTEÍNAS

Uma das grandes lutas de quem escolhe aderir a uma dieta vegetariana ou vegana é ingerir a quantidade correta de proteínas sem recorrer a alimentos de origem animal. A parte boa é que vários vegetais possuem uma grande quantidade desse nutriente, basta saber quais são eles e como combiná-los para chegar a uma dieta saudável. Quem já é vegetariano costuma saber bem como se alimentar. Mas, se a sua última desculpa para não deixar de comer carne é a proteína, seus problemas acabaram.[...]
(Vale lembrar: qualquer coisa em excesso, inclusive comida saudável, pode fazer mal à saúde. Para encontrar uma dieta adequada para você, consulte um médico ou nutricionista).

LEGUMINOSAS


O feijão nosso de cada dia, pode acreditar, é uma ótima fonte de proteínas de origem vegetal. Além dele, favas, lentilhas, ervilhas e alguns cereais também são ricos nesse nutriente. Mas aqui tem um segredo: esses alimentos precisam ser combinados com outros, para que a união dos aminoácidos resulte em proteínas de boa qualidade. Alguns exemplos de combinação são arroz + feijão; ervilhas + milhete; lentilhas + trigo sarraceno; quinoa + milho e arroz integral + ervilhas vermelhas.

TOMATE


Você sabia que o tomate é bom para manter um bom bronzeado? Isso porque ele é rico em betacaroteno, que atua na produção de melanina. De todas as calorias do fruto (que ele é fruto você sabia, né?), 18% vêm das proteínas do tomate. Ele também é rico em licopeno (antioxidante), vitaminas A, B e C, fósforo, ferro e potássio.





REPOLHO
A fama do repolho não é das melhores quando falamos nos odores que ele causa em quem o consome. Mas a verdura é uma boa fonte de proteínas, com 22% de suas calorias vindas desse nutriente. Além de gases, O repolho também tem grandes quantidades de vitaminas C, A, B1, B2, B6 e K, ácido fólico, fibras, cálcio, fósforo e enxofre. A grutamina e os polifenóis fazem com que o repolho seja anti-inflamatório.






PIMENTÃO


O pimentão está longe de ser consenso quando se fala em sabor. Mas quando o assunto é proteína, é batata – aliás, pimentão. O vegetal possui 22% de suas calorias provindas desse tipo de nutriente. Também é rico em capsaicina, que tem propriedades vermífugas e ajuda a limpar o estômago. No pimentão, há boas quantidades de vitaminas C e A e minerais como cálcio, fósforo e ferro.



PEPINO

O pepino não é somente bom para a pele. Ele também é bom para os músculos, pois é uma boa fonte de proteína. Do total de suas calorias, 24% provêm desse nutriente. Composto 90% de água, ele é um “sabre de luz” das dietas de emagrecimento. Pepinos também são ricos em vitamina C, B5, potássio, magnésio, folato, fibras e antioxidantes – principalmente beta e alfacaroteno, luteína e zeaxantina. Dentre suas principais qualidades, estão a capacidade calmante, e as ações anti-inflamatória, digestiva, estimulante, remineralizante, diurética, tônica e laxativa (ou seja, bom para quem tem prisão de ventre).




SALSINHA



Quem diria que aquele verdinho que se coloca como enfeite na comida seria uma ótima fonte de proteínas! Mas 34% de todas as calorias da salsinha provêm desse nutriente. O problema é só a quantidade que você vai ter que comer do tempero, já que 100 gramas de salsinha possuem somente 34 calorias. Mas a dedicação vale a pena: as folhinhas que também servem para a decoração de pratos são ricas em vitaminas C, B6, B2, manganês, cálcio, zinco e ferro. Sua principal atuação no organismo é afinando o sangue, o que contribui no combate às doenças cardiovasculares. [E tem mais, a salsinha ajuda a previnir o câncer do cólon de útero e ajuda a diminuir a coriza, aquele ranho  que escorre do nariz quando a pessoa está resfriada, basta comer duas ou três folhinhas de salsinha que a coriza cessa quase que instantaneamente].




COGUMELOS


Pouco consumidos e relativamente caros no Brasil, os cogumelos comestíveis são uma excelente fonte de proteínas – e o melhor, muito pobres em gordura! De todas as calorias dos cogumelos, 38% provêm das proteínas, e os danadinhos ainda são excelentes fontes de vitaminas B2, B3 e B5, selênio, cobre, triptofanos (aminoácido presente no código genético), potássio e fósforo. Se você acha muito caro comprar cogumelos no supermercado, saiba que tem jeito de cultivá-los em casa (VEJA AQUI). Mas tome MUITO cuidado: compre os esporos somente de fornecedores confiáveis, pois muitos cogumelos são alucinógenos ou até tóxicos. No Brasil, nenhum cogumelo que nasce naturalmente em troncos de árvores, pedras, cocô de vaca ou outros cantos da natureza é comestível.

COUVE FLOR


Da mesma família do brócolis, da couve e do rabanete, a couve-flor também é rica em proteínas: 40% do total de suas calorias são derivadas delas. O sabor suave desse vegetal possibilita que ela seja protagonista ou coadjuvante em várias receitas (gratinada é de raspar o prato!). Além de gostosa, a couve-flor ainda é rica em vitaminas C, K e B6, além de ácido fólico, cálcio, magnésio, fósforo, potássio e manganês. Ela atua na proteção do organismo contra doenças cardíacas, osteoporose e mal de Alzheimer, alivia a hipertensão e previne a calvície.

BRÓCULIS


Cem gramas de brócolis contém aproximadamente 36 calorias. Dessas, 45% são derivadas das proteínas. Esse vegetal também é rico em minerais, como cálcio, potássio, ferro, zinco e sódio e possui grande quantidade de vitaminas A, C, B1, B2, B6 e K. Pela grande qualidade nutricional, ele é considerado um superalimento. Há pesquisas que relacionam o consumo diário de brócolis à diminuição de doenças do coração, de úlceras e gastrites, além de ele ser bom para os ossos, dentes, cabelos, unhas, pele e no combate às anemias.

COUVE

Elemento-chave na culinária mineira, 45% das calorias da couve vêm das proteínas. A hortaliça também é rica em vitaminas A, B6, C e K, além de ter muito ferro e cálcio. Possui ação vermífuga, ajuda no combate a problemas do fígado e do estômago, é benéfica para quem possui prisão de ventre e diminui os sintomas da asma e da bronquite. Estudos mais recentes relacionaram esse santo remédio à diminuição da multiplicação de células cancerígenas. E pode ser consumida sem moderação: cada 100 gr de couve possui apenas 25 calorias.

ESPINAFRE


Quase metade (49%) das calorias do espinafre vêm das proteínas. Além disso, o vegetal de folha verde escura também é rico em Ferro, Fósforo, Cálcio, vitamina A e vitaminas do complexo B. Assim, ele atua no combate às anemias, à fadiga, à hipertensão, hemofilia, pedras nos rins, artrites e escorbuto. O espinafre ajuda a fortalecer os dentes e os ossos, favorece os sistemas digestivo e nervoso e diminui a queda de cabelos. Agora dá pra entender por que o Popeye comia tanto!




OVOS


(não vale para veganos, é claro)
A clara do ovo é composta quase totalmente de proteína, mas quase não tem gorduras, vitaminas, minerais nem carboidratos. Já a gema é composta por 50% de água, uma fração maior de lipídios (gorduras) e outra, menor, de proteínas. Ou seja, está aí uma ótima fonte de proteínas para os vegetarianos (apesar de o mesmo não valer para os veganos). Na gema também há uma boa quantidade de vitamina A. Do ovo, até a casca se aproveita, já que ela é rica em cálcio, magnésio e fósforo. O pó da casca de ovo pode ser usado em farinhas e misturas nutricionais como fonte de cálcio.

(Por Raquel Sodré e Carolina Vilaverde via Revista Super Interessante)

Leia mais: Benefícios de uma dieta vegetariana,  Mais alimentos vegetias que substituem a carne,  saiba mais sobre alimentação clicando aqui.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

DECISÃO DA ASSEMBLÉIA MUNDIAL DA I.A.S.D. DE NÃO ORDENAR MULHERES AO MINISTÉRIO PASTORAL REPERCUTE NO THE WASHINGTON POST, UM DOS JORNAIS MAIS LIDOS PELOS AMERICANOS

A decisão tomada [...] pela assembleia mundial adventista de não autorizar as 13 divisões da igreja a ordenar mulheres ao ministério pastoral em suas regiões repercutiu no site de um dos jornais mais lidos pelos norte-americanos: o The Washington Post.

O porta-voz da igreja em nível mundial, Garrett Caldwell, foi um dos entrevistados pela reportagem. Caldwell procurou contextualizar a discussão sobre o assunto e disse que não é possível prever quais serão os desdobramentos da decisão.

Buscando uma opinião externa, o veículo de comunicação também ouviu a editora Bonnie Dwyer, da revista norte-americana Spectrum, publicação independente de tendência progressista. Ela opinou sobre os possíveis impactos do voto tomado pela igreja especialmente nos lugares em que começam a surgir movimentos favoráveis à ordenação de mulheres ao ministério pastoral.

O jornal destacou o fato de a votação ter sido o tema mais importante e intenso da agenda do evento que acontece a cada cinco anos e considerou que o assunto é tratado de uma perspectiva mais conservadora pela igreja no Hemisfério Sul.

Outro ponto levantado pelo periódico foi o pedido feito pela liderança mundial adventista para que a igreja se mantivesse unida a despeito das diferentes opiniões manifestadas sobre o assunto. A matéria chega a citar trechos do discurso feito pelo presidente da Associação Geral, pastor Ted Wilson, após a votação.

A reportagem é assinada pela repórter Michelle Boorstein, que escreve sobre religião no The Washington Post. [Márcio Tonetti, equipe RA]

(Revista Adventista)

quinta-feira, 9 de julho de 2015

APÓS 50 ANOS, ACABA A PROIBIÇÃO DE BÍBLIAS EM CUBA

Após a reaproximação dos Estados Unidos e Cuba, surgiu uma oportunidade rara para os missionários. Há quase 50 anos Bíblias não eram encontradas nas livrarias cubanas. Um cristão tinha acesso a elas apenas pela rede de igrejas subterrâneas. Agora essa situação mudou.

Este mês, a International Missions Board (IMB), maior agência missionária dos Estados Unidos, enviou 83.000 bíblias para a ilha caribenha. Há relatos que existem extraoficialmente cerca de 1200 igrejas evangélicas em Cuba. O regime comunista dos irmãos Castro proibia a abertura de templos “não registrados”.

O IMB relata que este é um tempo de crescimento dos evangélicos.  A nação comunista proibiu a distribuição da Bíblia abertamente em 1969.  Até recentemente as bíblias que chegavam até os cubanos precisavam ser contrabandeadas e seguidamente eram apreendidas pelas autoridades. Centenas de missionários já foram presos e extraditados por tentarem levar literatura bíblica escondida desde a década de 1960.

Segundo David Isais, que faz parte da Comissão Bíblia de Cuba (CBC), o ministério Revival Fires [Fogo do Avivamento] pretende entregar pelo menos 250 mil bíblias em Cuba este ano. O seu objetivo é que as ofertas possibilitem atenderem o pedido de 1 milhão feito por pastores cubanos. Isais explica que o governo está fazendo um programa experimental que pode ser interrompido a qualquer momento se a distribuição “criar muitos problemas”.

A Comissão Bíblica de Cuba serve como “ligação” entre o governo e as igrejas em Cuba há mais de seis décadas. Para ele é um grande alívio essa liberdade. Algumas igrejas têm apenas uma ou duas bíblias para toda a congregação e muitos pregadores cubanos precisam dividir um mesmo exemplar para estudar e pregar.

A CBC firma que foram autorizados a colocar bíblias não só nas igrejas, mas também em escolas, prisões e bibliotecas. Sua expectativa é que a ampla distribuição da Palavra de Deus gere um avivamento entre os cubanos. Com informações ( CBN e Joplin Globe  via Gospel Prime)

domingo, 5 de julho de 2015

OS DEZ MANDAMENTOS: JUSTIÇA ORDENA RETIRADA DE MONUMENTO CONSTRUÍDO POR CRISTÃOS EM JARDIM

Um monumento intitulado “Dez Mandamentos”, erguido por cristãos nos jardins do Oklahoma State Capitol, deverá ser removido do local após a Suprema Corte do estado decidir que sua presença no espaço público é irregular.

O monumento, com 1,8 metro de altura, foi custeado por cristãos e instalado em frente à sede do parlamento do estado de Oklahoma em 2012. Desde então, diversas críticas à escultura de pedra com a transcrição dos dez mandamentos dados por Deus a Moisés foram feitas, e a polêmica se arrastava desde então.

Os juízes da Suprema Corte decidiram, por 7 votos a 2, que o monumento deve ser retirado, com base em uma lei estadual que proíbe o governo de beneficiar qualquer crença religiosa.

Antes da decisão de retirar o monumento do local, um grupo satanista reclamou de privilégios ao cristianismo e solicitou autorização para construir uma escultura do espírito baphomet. (veja aqui)

O grupo, liderado por Lucien Greaves, chegou a divulgar um esboço da escultura, que teria 2,1 metros de altura e representaria satanás através de um hominídeo alado e barbudo com uma cabeça de cabra e grandes chifres.

Greaves destacou à época que o monumento teria, além da função de representar o satanismo, “um propósito funcional, com uma cadeira onde as pessoas de todas as idades podem se sentar no colo de Satanás em busca de inspiração e contemplação”.


Ativistas ateus da Igreja do Monstro do Espaguete Voador também se queixaram do monumento “Dez Mandamentos” e solicitaram o direito de construir um monumento á descrença no local, caso a Suprema Corte decidisse a favor dos cristãos.

Em meio a tantas disputas e manchetes na imprensa, o monumento chegou a ser atacado por um motorista, que jogou o carro contra a escultura e o destruiu em pedaços. Preso, Michael Reed Jr., 29 anos, foi enviado a uma instituição mental para ser submetido a uma avaliação, e chegou a dizer que destruiu o monumento “porque satanás havia mandado”.

(Gospel Mais)

CASAMENTO E SÁBADO: INSTITUIÇÕES SOB ATAQUE

Em Gênesis 1:27 e 28, lemos: “Criou Deus, pois, o homem à Sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a.” E em Gênesis 2:23 e 24 está escrito: “E disse o homem: Esta, afinal, é osso dos meus ossos e carne da minha carne; chamar-se-á varoa [mulher], porquanto do varão foi tomada. Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne.” Jesus reafirmou essa verdade ao dizer que “no princípio da criação Deus ‘os fez homem e mulher’. ‘Por esta razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e os dois se tornarão uma só carne’. Assim, eles já não são dois, mas sim uma só carne” (Marcos 10:6-8). A concepção bíblica/criacionista de casamento permaneceu relativamente segura através dos séculos, com uma ou outra tentativa de fazer uma releitura dessa instituição. Mas isso mudou radicalmente no dia 26 de junho de 2015, quando a Suprema Corte dos Estados Unidos aprovou o “casamento” de pessoas do mesmo sexo. A ironia está no fato de que uma nação fundada sobre princípios cristãos aprova uma lei que vai contra esses mesmos princípios.

É claro que a doutrinação favorável ao “casamento” gay vem sendo feita há muitos anos por meio de filmes, seriados, músicas, enfim, da mídia de modo quase geral. No Brasil não é diferente: em maio de 2011, uma novela exibiu o primeiro beijo gay na TV em nosso país. Foi um alarde. Discussão pra todo lado. Polêmicas. Ataques e defesas. Etc. Pouco tempo depois, a maior emissora do país levou ao ar uma novela em que os personagens principais eram homossexuais. No último capítulo, os dois protagonizaram também uma cena de beijo. A polêmica foi menor e até senhoras donas de casa (que certamente antes se escandalizariam com a cena) passaram a defender o romance dos dois rapazes. Finalmente, numa novela intitulada Babilônia, o beijo gay, desta vez envolvendo duas idosas lésbicas, foi exibido logo no primeiro episódio. E recebeu muitos elogios.


Zuckerberg apoiou a causa
Depois da aprovação do “casamento” gay pela Suprema Corte norte-americana, foi desencadeada uma onda de apoio aos homossexuais. Mark Zuckerberg, criador e dono do Facebook, alterou a foto de seu perfil na rede, aplicando nela as cores do arco-íris gay (que tem seis cores, em lugar do verdadeiro arco-íris, que tem sete). Foi uma febre instantânea. Pessoas e empresas, no Twitter, no Face e em outras redes sociais, passaram a exibir suas fotos e seus logos com as cores do movimento LGBT.

Levam a coisa na brincadeira e parecem ignorar as consequências de tudo isso. Dawn Stefanowic, filha de um “casal” homossexual e autora do livro Out From Under, escreveu num artigo publicado na internet: “A liberdade para pensar livremente a respeito do casamento entre homem e mulher, família e sexualidade é hoje restrita [no Canadá]. A grande maioria das comunidades de fé se tornaram ‘politicamente corretas’ a fim de evitar multas e cassações de seu status caritativo. A mídia canadense está restrita pela Comissão Canadense de Rádio, Televisão e Telecomunicações. Se a mídia publica qualquer coisa considerada discriminatória, suas licenças de transmissão podem ser revogadas, bem como serem multadas e sofrerem restrições de novas publicações no futuro.”

Em um artigo publicado no site da revista Time, Rod Dreher analisa riscos semelhantes aos quais os Estados Unidos podem estar colocando os cristãos ditos “ortodoxos”, ou seja, aqueles que querem continuar fieis à Palavra de Deus. O título do artigo de Dreher é “Cristãos ortodoxos devem aprender a viver como exilados em seu próprio país”.

Em seu livro O Maior Discurso de Cristo (p. 63, 64), Ellen White escreveu: “Então tiveram origem o casamento e o sábado, instituições gêmeas para a glória de Deus no benefício da humanidade. Então, ao unir o Criador as mãos do santo par em matrimônio, dizendo: Um homem ‘deixará... o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne’ (Gn 2:24), enunciou a lei do matrimônio para todos os filhos de Adão, até ao fim do tempo. Aquilo que o próprio Pai Eterno declarou bom, era a lei da mais elevada bênção e desenvolvimento para o homem.”

E no livro Educação (p. 250) ela afirma que “o sábado e a família foram, semelhantemente, instituídos no Éden, e no propósito de Deus acham-se indissoluvelmente ligados um ao outro”.

Note que ela relaciona intimamente as duas instituições e chega a considerar o casamento heterossexual monogâmico uma lei divina, assim como o sábado do quarto mandamento também o é (Êxodo 20:8-11)

E ambas as instituições vêm sendo atacadas ao mesmo tempo. Além disso, é bom notar como, da noite para o dia, os Estados Unidos aprovaram uma lei que contraria a lei de Deus. Desta vez foi a lei do casamento. Mas o que virá a seguir?

É só lembrar da defesa que o papa Francisco faz do domingo como o novo shabbat, como se o sábado pudesse ser substituído por outro dia, assim como o casamento vem sendo substituído por outro tipo de união. Na encíclica Laudato Si, Francisco apresenta o primeiro dia da semana como uma possível solução para o aquecimento global. E esse esforço do papa em favor do meio ambiente foi saudado e elogiado por Barack Obama, que espera discutir mais a fundo o assunto com o líder católico e convidou os líderes mundiais a igualmente apoiá-lo (assista a este vídeo).

Você tem alguma dúvida de que estamos vivendo tempos solenes, de decisões rápidas e cumprimento profético? Eu não.

“Irou-se o dragão contra a mulher e foi pelejar com os restantes da sua descendência, os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Apocalipse 12:17).

(Michelson Borges)

quinta-feira, 2 de julho de 2015

O CÓDIGO DA PROFECIA

Entender os períodos de tempo mencionados no livro de Daniel ajuda a ver a mão de Deus na história

Em anos recentes, alguns teólogos adventistas começaram a aplicar ao futuro os períodos de tempo em Daniel 12. Rejeitando a interpretação adventista tradicional que considera os três tempos e metade de um tempo (v. 7), os 1290 dias (v. 11) e os 1335 dias (v. 12) períodos proféticos já cumpridos, eles alegam que esses períodos devem ser entendidos como dias literais ainda no futuro. Para outros estudiosos, esses períodos de tempo seriam um mero recurso literário para indicar uma aparente “demora” do tempo do fim. Outros ainda acham que essas profecias podem ser interpretadas a partir de uma abordagem múltipla. Quem tem razão?

Ao longo da história, os adventistas fizeram diferentes tentativas de explicar o significado dos 1290 e dos 1335 dias de Daniel 12. De acordo com Gerhard Pfandl, que atuou durante vários anos no Instituto de Pesquisa Bíblica, a interpretação desses versos constitui um dos dez maiores desafios proféticos que os teólogos adventistas enfrentam hoje. O consenso geral que há em relação aos 1260 dias e às 2300 tardes e manhãs não existe no caso dos 1290 e dos 1335 dias.


As interpretações adventistas de Daniel 12:11 e 12 podem ser agrupadas em três categorias: (1) abordagem simbólica e historicista, que é a mais aceita pelos teólogos adventistas; (2) interpretação literal, que coloca os eventos totalmente no passado ou no futuro; e (3) visão idealista, a qual propõe que esses períodos possam ser ligados a vários eventos.

INTERPRETAÇÃO HISTORICISTA
A interpretação historicista tradicional vem de longe. Desde o tempo da Reforma, um grupo significativo de intérpretes tem estudado os períodos proféticos de Daniel a partir dessa metodologia. No fim do século 18, Thomas Newton (em seu livro Dissertations on the Prophecies) e John Bacon (em Conjectures in Prophecies) dedicaram bastante espaço à análise exegética das profecias de Daniel 12.

Um novo interesse pelas profecias de Daniel atingiu seu clímax na primeira metade do século 19 com o movimento milerita. William Miller (mais conhecido no Brasil como Guilherme Miller) e um grupo de pregadores itinerantes apresentaram a abordagem pré-milenialista mais convincente das profecias de tempo de Daniel. Para eles, Jesus voltaria antes do milênio, e não depois dele. Miller desenvolveu uma série de princípios para interpretar a Bíblia e suas profecias. A 12ª regra dele dizia que o intérprete de Daniel e do Apocalipse deve descobrir “o verdadeiro evento histórico para o cumprimento de uma profecia”. O intérprete precisa comparar os detalhes proféticos com os registros históricos para determinar o evento que cumpre de maneira literal cada palavra da profecia.

Seguindo seu método, Miller conectou o início dos 1290 e dos 1335 anos com a remoção da “abominação desoladora”, a qual ele identificou com Roma pagã. O pregador acreditava que o poder civil de Roma desfrutaria um total de 666 anos de supremacia (de 158 a.C. a 508 d.C.). A partir desse tempo (508 d.C.), os 1290 e os 1335 anos terminariam, respectivamente, em 1798 e 1843. Ele calculou o ponto inicial desses períodos conectando Apocalipse 13:18 com Daniel 11:31. O poder do papado, substituindo o poder da Roma pagã, duraria 1290 anos (de 508 a 1798). Em 1798, o poder do papado seria tirado, deixando 45 anos para o anúncio do evangelho e o preparo para a segunda vinda de Jesus. Miller assumiu que o número da besta se refere aos anos em que o quarto reino teria domínio sobre os judeus e os cristãos.

O diagrama profético desenvolvido por Charles Fitch e Apollos Hale sintetizou, unificou e melhorou as posições mileritas sobre os tempos proféticos. Segundo o historiador Edwin LeRoy Froom, esse diagrama representou um “claro avanço” sobre os diagramas anteriores. Talvez sua omissão mais significativa tenha sido a conexão feita por Miller entre Apocalipse 13 e Daniel 11, identificando o “diário” com o paganismo. Contudo, esse diagrama manteve dois pontos essenciais: (1) o ano 508 como ponto de partida dos 1290 e dos 1335 anos; e (2) a harmonia desses períodos com os outros períodos proféticos do livro de Daniel.

A interpretação de Miller teve grande impacto no pensamento dos pioneiros adventistas, que mantiveram as mesmas datas para o início e o fim dos 1290 e dos 1335 anos. James (ou Tiago) White, Ellen White, Joseph Bates, Hiram Edson e outros continuaram defendendo a precisão do diagrama profético de 1843. Em novembro de 1850, Ellen White escreveu na revista Present Truth: “Vi que o diagrama de 1843 foi dirigido pela mão do Senhor e que não deve ser alterado.”

Um artigo publicado por Hiram Edson na Review and Herald em 1856 mostra que os adventistas ainda adotavam os cálculos de Miller para os 1290 e os 1335 anos e continuavam a ligar os tempos proféticos de Daniel 12 com as demais profecias de tempo do livro de Daniel. Por exemplo, Uriah Smith afirmou na Review and Herald em 1867 que “a primeira visão, com seu longo período de 2300 anos, estaria continuamente na mente de Daniel, e os outros períodos mencionados (1260, 1290 e 1335 dias) seriam apenas subdivisões do primeiro”.

A maioria dos modernos intérpretes adventistas, com base na abordagem exegética, continua apoiando a posição tradicional dos pioneiros. William Shea, um grande estudioso das profecias, abraça todas as pressuposições do historicismo adventista. No livro Daniel: A Reader’s Guide, ele enfatizou que as profecias de Daniel “começam no tempo histórico do próprio profeta e se estendem ao futuro, após os dias do profeta”.

Shea fez uma cuidadosa análise dos 1290 e dos 1335 dias e concluiu que essa parte é “um epílogo ou apêndice para as profecias de 11:2–12:4”. Segundo ele, a estrutura de Daniel indica que os períodos sempre seguem o relato da visão. Portanto, os componentes de tempo nunca são parte das visões, mas das explicações. Além disso, os tempos proféticos “estão ligados pelos eventos que eles descrevem” e “nunca datam novos eventos”.

Em seu livro Daniel: The Seer of Babylon, Gerhard Pfandl igualmente usou argumentos exegéticos para explicar os 1290 e os 1335 dias a partir de bases históricas. Ele apoiou sua análise por meio de três pontos. Primeiro, há um notável paralelismo entre Daniel 12:11 e 11:31, indicando que ambos os textos representam os mesmos eventos históricos. Em segundo lugar, o conceito de “diário” (tamid) liga intimamente as passagens proféticas de Daniel 8:11, 11:31 e 12:11. Portanto, o significado da passagem prévia ajuda a esclarecer o significado das outras. Por fim, embora o anjo não tenha especificado para Daniel o ponto inicial dos 1335 dias, o contexto sugere que ele seja o mesmo dos 1290 dias.


Um ano depois da publicação de seu livro, Pfandl ampliou e enriqueceu seus argumentos num panfleto intitulado Time Prophecies in Daniel 11, dizendo que as profecias de Daniel são apresentadas “de acordo com o princípio da repetição e ampliação”, em que cada visão “é sempre seguida por explicações”. Assim, Daniel 12:5-13 seria um “epílogo” ou ampliação da visão precedente de Daniel 11, e não “uma nova visão com um novo tópico”. Além disso, ele defendeu que as palavras hebraicas pala (“coisas incríveis”, “maravilhas”) e tamid (“diário”, “contínuo”) também ligam essas seções finais com os eventos de Daniel 11 como referência às horríveis blasfêmias pronunciadas pelo rei do norte. Pfandl concluiu que os 1290 e os 1335 dias começam com a conversão de Clóvis em 508 e terminam, pela ordem, em 1798 e 1843/1844.

INTERPRETAÇÃO LITERAL

A interpretação tradicional adventista, que defende que as profecias de Daniel 12 devem ser interpretadas usando- se o princípio de um dia por um ano (conforme Lv 25:8; Nm 14:34; Ez 4:6, 7) e o método historicista, permaneceu por décadas sem ser desafiada. Contudo, uma série de estudos recentes feitos por teólogos e leigos mudou o panorama. Por um lado, alguns sugerem que esses períodos proféticos cubram um período literal no passado, apenas alguns anos após a morte de Daniel. Essa escola, que teve pouco impacto no pensamento adventista, é conhecida como preterista. Por outro lado, há um grupo mais recente que começou a enfatizar uma nova abordagem futurista para os 1290 e os 1335 dias. Mas essa metodologia não deve ser confundida com a escola futurista protestante.

Todo Adventista deveria estudar o livro de Daniel para entender a história pela perspectiva de Deus, mas é preciso saber interpretar os códigos utilizados pelo profeta

Alberto Timm e Gerhard Pfandl consideram a interpretação futurista a mais desafiadora para a escatologia adventista. Ao que parece, Robert Hauser foi um dos primeiros a apresentar a ideia de um cumprimento futuro dessas profecias. Seu pensamento encontrou eco em alguns membros e até pastores e teólogos. Por exemplo, o Dr. Siegfried Schwantes, teólogo brasileiro, e Kenneth Cox, conhecido evangelista, defenderam um cumprimento literal desses “dias” de Daniel antes da segunda vinda de Jesus. Samuel Nuñez, um erudito na área do Antigo Testamento, também advoga essa interpretação.

Para Nuñez, os 1260, 1290 e 1335 dias são literais e se cumprirão no futuro, tendo início com uma lei dominical nacional ou universal. Segundo ele, há várias razões para se pensar assim. Uma delas seria a estrutura quiástica de Daniel 12, a qual indica que os versos 1 a 6 e 8 a 13 têm que ver com os eventos do tempo do fim. Além disso, diz Nuñez, sempre que o Antigo Testamento usa as palavras yom ou yamim (“dia”, “dias”) com um número ordinal ou cardinal, a medida descrita é literal. Isso seria evidente pelo fato de que, ao apresentar os períodos simbólicos de Daniel 7 (iddan), Daniel 8 (ereb boqer), Daniel 9 (sabuim) e Daniel 12:7 (mo’ed [“tempo”]), o profeta nunca usou o termo yom (“dia”).

Para Nuñez, Daniel empregou a mesma estratégia literária em todas as visões: descreve a visão e então menciona o período profético (7:2-14, 25; 8:3-12, 14, 26; 11:2–12:4, 7, 11, 12). Os únicos períodos que devem ser entendidos literalmente seriam os apresentados em Daniel 12:11 e 12. Porém, enquanto nas três primeiras visões do livro (capítulos 2, 7, 8) a estrutura literária tende a ser simbólica, nos últimos capítulos (11, 12) ela tende a ser literal. A expressão “homem vestido de linho” (11:6) indicaria que a visão de Daniel 12 deve ser entendida como apontando para o tempo do fim.


Essa abordagem ganhou certo apoio no meio adventista, mas foi pequeno em comparação com a visão historicista tradicional.

INTERPRETAÇÃO IDEALISTA
A interpretação idealista, com sua perspectiva multifocal, também representa o pensamento da minoria. Não tiveram muita aceitação os cumprimentos múltiplos defendidos por Desmond Ford (o chamado “princípio apotelesmático”) e a abordagem literária de Zdravko Stefanovic. Ford propôs uma interpretação para tentar harmonizar todos os principais sistemas de estudos proféticos (historicista, preterista e futurista). Por sua vez, Zdravko defendeu uma abordagem idealista ou espiritual que minimiza a aplicação histórica das profecias apocalípticas.

Desmond Ford analisou Daniel 12 a partir de um método histórico-crítico-gramatical-contextual. No prefácio do Commentary of Daniel escrito por Ford, o erudito F. F. Bruce observou que o teólogo adventista redigiu sua dissertação de doutorado “com base na exegese primária do texto bíblico”, enquanto no comentário ele explorou o “senso plenário” das visões de Daniel. Ford esboçou brevemente sua posição a respeito dos 1290 e dos 1335 dias, dizendo que essas datas poderiam ser entendidas pelo princípio do dia-ano ou dia-dia. 

Assim, esses períodos teriam dois cumprimentos completos. Para ele, a profecia se cumpriu com Antíoco Epifânio e suas ações repulsivas no templo de Jerusalém. Um cumprimento secundário teria ocorrido ao longo da história da igreja medieval, com “a supremacia do anticristo entre 538 e 1798”. Mas Ford não limitou os possíveis cumprimentos dessas profecias a esses dois eventos, pois haveria outro provável cumprimento nos últimos dias.
Há poucos anos, Zdravko Stefanovic, professor de estudos em Antigo Testamento, escreveu um comentário sobre Daniel intitulado Daniel: Wisdom to the Wise, que recebeu elogios por apresentar novas perspectivas e, ao mesmo tempo, preservar a compreensão histórica adventista.

O autor dividiu seu comentário em três partes principais. Primeiro, ele explorou os aspectos linguísticos, literários e históricos do texto original. Na segunda seção, ele fez uma exposição, apresentando o que o autor quis dizer. A última parte é um sumário do ensino do livro, explicando o significado do texto para hoje. Stefanovic se distanciou das aplicações históricas das profecias de Daniel e, portanto, do seu significado simbólico.

Para ele, os 1260, os 1290 e os 1335 dias aparecem em progressão numérica, o que levaria o leitor do livro a saber que uma aparente “demora” quanto à expectativa do fim é possível do ponto de vista humano. Portanto, Deus não teria revelado a Daniel uma sequência histórica de suas ações, mas apenas informado que suas batalhas contra as forças espirituais antagônicas durariam mais do que Daniel e os crentes poderiam prever. Porém, nesse caso, Daniel seria um livro sem nenhuma ênfase profética e escatológica.

Depois de analisar essas perspectivas, podemos concluir que a abordagem simbólica de Daniel 12:11 e 12 ainda é a interpretação mais plausível. Ela respeita a estrutura literária, contextual e temática do livro de Daniel. Conforme enfatizou Jean Zukowski em sua tese defendida na Universidade Andrews em 2009, os anos de 508 e 538 se destacam como datas-chave em que “os modelos de relacionamento entre igreja e estado e entre governantes e clérigos mudaram”.


A interpretação adventista tradicional das profecias de Daniel continua válida e faz parte da nossa identidade escatológica. Contudo, aproveitando o conceito de “verdade presente” tão caro ao adventismo, ela pode ser refinada e se beneficiar da mentalidade pós-moderna para apresentar novos aspectos e apoiar uma contínua expectativa da segunda vinda de Jesus.

ABNER F. HERNANDEZ está cursando o doutorado em história da igreja na Universidade Andrews

(Revista Adventista)
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