Palavra do dia

"Eis que DEUS é meu ajudador, o SENHOR é quem me sustenta a vida." (SALMO 54:4)


segunda-feira, 16 de novembro de 2015

QUEM FORAM OS HERÓIS DE ALBERT EINSTEIN?

A dúvida é mínima quanto a Albert Einstein (1879-1955) ser o mais famoso cientista do século 20. Hoje seu nome é sinônimo de “gênio”. Muitos hoje reconheceriam sua famosa equação E = MC² (embora muitos não conseguissem explicá-la!). Mas até mesmo Einstein tinha seus heróis na ciência. Então quais eram os grandes que Einstein admirava? Devem ter sido cientistas incríveis para que Einstein se inspirasse neles. E eles eram! Einstein tinha quadros de seus três heróis da ciência na parede de sua sala de estudos.[1] Eram eles Isaac Newton (1642-1727),[2] Michael Faraday (1791-1867)[3] e James Clerk Maxwell (1831-1879).[4] Os três mereciam a veneração de Einstein. As leis do movimento de Newton e sua noção de gravidade foram as primeiras ideias que unificaram com sucesso os conceitos sobre o movimento das estrelas, dos planetas e da Terra. Faraday é comumente chamado de o maior experimentalista de todos os tempos. Seu trabalho envolveu mostrar que o magnetismo pode produzir eletricidade, descobriu o benzeno, além de muitas outras coisas. Maxwell descobriu as quatro equações fundamentais do eletromagnetismo, e predisse que a radiação eletromagnética teria uma velocidade enorme. A medição da velocidade da luz – 300.000 km por segundo – demonstrou que a luz era uma radiação eletromagnética. Sem as descobertas deles, não teríamos muito do que a tecnologia hoje nos proporciona. Praticamente tudo que envolve partes móveis, eletricidade e magnetismo pode em muito ser atribuído ao trabalho desses três homens.

Mas esses três homens tinham outra coisa em comum: eram todos criacionistas bíblicos. Nos padrões de hoje, eles seriam considerados “fundamentalistas”. Newton escreveu mais sobre teologia do que que escreveu sobre ciência, acreditando que a Bíblia é a Palavra de Deus. Faraday era membro de uma conservadora “filial” da Igreja da Escócia, os Sandemanians. Os Sandemanians eram conhecidos pela sua compreensão literal da Bíblia. Um livro recente relata:

“Membro de uma seita cristã, os Sandemanians, Faraday era profundamente religioso e via na ciência – investigação da natureza – uma extensão de sua fé. Embora no século 21 debatamos o conflito entre ciência e religião, Faraday não via divisão. ‘O livro da natureza, o qual temos que ler, foi escrito pelo dedo de Deus’, ele escreveu. Para Faraday, ‘descobrir os mistérios da natureza era descobrir as manifestações de Deus’.”[5]

Maxwell era muito dedicado à teologia. Ele interagia com as maiores mentes da teologia de seus dias, sempre como um sólido cristão evangélico. De fato, por vezes ele repreendeu outros crentes por tentarem adequar as verdades religiosas à ciência de seus dias. Ele entendia que isso não era problema para a Palavra imutável de Deus, mas um problema para a mutável compreensão dos homens sobre como o mundo funciona.

A fé de Maxwell na Bíblia certa vez chocou o jovem Karl Pearson[6] que, ao questionar sobre o dilúvio, foi repreendido por Maxwell por questionar a Bíblia.

“E o assunto veio à evolução darwiniana. Não sei como aconteceu, mas falei desrespeitosamente sobre o dilúvio de Noé. Clerk Maxwell foi instantaneamente elevado ao mais alto nível de irritação, reprovando-me por duvidar da Bíblia! Eu não sabia à época que ele mantinha a fé rígida de sua infância, e era, se possível, um crente mais firme que Gladstone[7] quanto à veracidade do Gênesis.”[8]

Infelizmente, Einstein não compartilhava as mesmas convicções espirituais de seus heróis. Como muitos em seus dias e ainda hoje, ele se sentiu livre para abandonar o Deus da Bíblia.[9] Mal sabia ele que, por todo seu trabalho, estava operando em suposições emprestadas. Newton, Faraday e Maxwell não eram criacionistas bíblicos à toa. Eles compreendiam que a única referência racional para toda a maravilhosa regularidade que encontramos na natureza é o imutável Deus das Escrituras. Eles compreendiam que as suposições da ciência,[10] que apenas encontram sua base em Deus, não podem ser separadas da história que Ele tem testificado.[11] E compreenderam que Sua palavra é mais segura que as fundações do Universo, incluindo as leis que o governam. Eles procuravam pensar os pensamentos de Deus depois dEle.

Os heróis de Einstein têm muito a nos ensinar. O mundo tem ordem porque Deus o ordena. A Palavra de Deus é imutável e sempre confiável, diferente das teorias científicas dos homens. Mas a boa ciência sempre andará junto com as Escrituras – ambas vêm do mesmo Deus, afinal. Eles nos ensinam que longe de se opor à ciência, o criacionismo bíblico é seu fundamento.

(Shaun Doyle, traduzido na íntegra do Creation.com; via Engenharia Filosófica e Criacionismo)

Referências:
1. Arianrhod, R., Einstein’s Heroes: Imagining the World Through the Language of Mathematics, University of Queensland Press, St Lucia, Qld, p. 8, 2003.
2. Lamont, A., Sir Isaac Newton (1642/3–1727):A Scientific Genius, Creation 12(3):48–51, 1990; creation.com/newton.
3. Lamont, A., Michael Faraday(1791–1867)—God’s power and electric power, Creation12(4):22–24, 1990; creation.com/faraday.
4. Lamont, A., James Clerk Maxwell (1831–1879), Creation 15(3):45–47, 1993; creation.com/maxwell.
5. Schlesinger, H., The Battery: How a Portable Power Sparked a Technological Revolution, Smithsonian, 2010.
6. Karl Pearson (1857–1936) was one of the founders of mathematical statistics, and also a noted Darwinist and eugenicist (known as the protégé of the founder of eugenics, Francis Galton). Even as a young man Pearson would not have looked upon Maxwell’s religious views favourably, despite his respect for Maxwell as a scientist.
6. William Ewart Gladstone (1809–1898), served four terms as UK Prime Minister—and was famous for his oratory and conservative evangelical views.
7. Pearson, K., Old Tripos days at Cambridge, as seen from another viewpoint, The Mathematical Gazette 20:27–36, 1936. Pearson had a great respect for George Stokes (1819–1903) as a teacher, who like Maxwell was a Bible-believing Christian and a groundbreaking scientist in optics and fluid dynamics.
8. Grigg, R., Einstein, the universe, and God, Creation 23(1):50–53, 2000; creation.com/einstein.
9. Sarfati, J., Why does science work at all?, Creation 31(3):12–14, 2009; creation.com/whyscience.
10. Sarfati, J., Biblical history and the role of science, Creation 33(4):6, 2011; creation.com/biblical-history-science.

JOGADOR MUDA ESTILO DE VIDA APÓS DECIDIR SEGUIR A BÍBLIA

O pôr do sol na sexta-feira indica o momento de Vinicius Matos parar. Parar o trabalho, a correria, a televisão, o telefone... tudo aquilo que o conecta ao mundo louco que vivemos. É hora de silêncio e de orar para estar mais perto de Deus. A vigília semanal deve durar até o fim do sábado, como indicam os mandamentos da Igreja Adventista [na verdade, mandamentos de Deus registrados na Bíblia]. Vinícius quer seguir à risca e respeitar a história bíblica de que Deus criou o mundo em seis dias e no sétimo descansou. Ele tenta e faz o que pode, mas não é perfeito porque comete (e assume) o pecado de trabalhar no sábado. Vinícius é zagueiro do Vitória, que disputa a Série B do Campeonato Brasileiro, e costuma jogar aos sábados ou nas noites de sexta-feira. O jogador vive um dilema por causa disso. Para aliviar seu coração, ele conversa com o sogro que é pastor e se agarra à fé de que é algo passageiro. “O primeiro mandamento [sic] é guardar o sábado. A base que eu tenho agora é a da religião, para eu ficar bem espiritualmente preciso disso. É o momento só de refletir, de orar a Deus. Por enquanto está difícil conciliar isso, eu não consigo. Eu fico chateado, pecado é pecado de qualquer jeito, sei que estou pecando por não estar guardando o sábado. Mas o pai da minha namorada é pastor, eu converso com ele e ele diz para ter paciência, não ficar apavorado.”

A dor de ferir as próprias crenças o fez imaginar como seria a vida longe da profissão que ama. “No meio do processo, quando eu estava entendendo como funciona, eu pensei como ia fazer, cheguei a pensar em como seria a minha vida fora do futebol. Mas não adianta eu querer largar o futebol e seguir só Deus. Eu não tenho faculdade, não estou cursando nada, iria demorar para conseguir trabalho. Mas em certo momento vou conciliar.”

No meio do ano, Vinícius viu uma luz para resolver a situação depois de passar um mês no Sevilla, da Espanha, em período de observação e de quase ser negociado. No primeiro contato com o presidente do clube ibérico, ele fez a pergunta crucial: “Posso ser liberado nos sábados?” A resposta positiva o animou. No fim das contas, a janela de transferências fechou e o negócio acabou não dando certo, mas ainda existe uma chance na próxima abertura.

“A primeira coisa que eu perguntei para o presidente quando cheguei lá é se teria como guardar o sábado. E ele foi tranquilo, disse que aceitaria de boa. Lá é tudo muito respeitoso quanto à religião. E a maioria dos jogos é aos domingos. Eu poderia perder o treino do sábado que é só um recreativo, algo mais simples preparatório para o jogo.”

Vinícius deu os primeiros passos na Igreja Adventista há um ano por causa da namorada Karina. Antes disso, sua conexão com Deus se resumia à formação católica e às leituras solitárias da Bíblia em seu quarto. Nos primeiros convites, ele até resistiu, mas aos poucos foi cedendo e passou a frequentar os cultos com ela.

De lá para cá muita coisa mudou, principalmente o amadurecimento. Vinícius admite que se deslumbrou com o futebol em certo momento. As baladas viraram rotina na mesma medida que os atrasos nos treinos aumentaram. Para ele, não havia tempo ruim. Todo dia era dia de se divertir. O puxão de orelhas do técnico foi o primeiro alerta, mas a mudança mesmo veio com a fé.

“Eu saía muito para festas, bebia e saia muito. Antigamente tinha horas que eu não queria saber de nada, qualquer hora era para sair, fazer folia, era só chamar que eu ia, e eu chegava virado no treino. Isso atrapalhou um pouco, o rendimento estava caindo. Meu treinador conversou comigo e disse que eu tinha que dar uma parada. Ele perguntou: ‘Você quer ser jogador boleiro ou jogador profissional? Tem que saber o momento certo de curtir.’ Com o tempo fui parando, hoje não sinto falta de sair.”

O reflexo veio em campo e as coisas boas começaram a acontecer. Vinicius foi convocado para a Seleção Brasileira de Base, ganhou destaque no Vitória. Em campo, seu comportamento também mudou. Aboliu os palavrões e já influencia a postura dos colegas.

“Comecei a entender melhor as coisas, tudo na vida tem sentido. Comecei a me aprofundar nos estudos bíblicos e ver qual atitude eu tinha que ter em algumas situações como os palavrões. Dentro do jogo é difícil não xingar, ainda mais na posição de zagueiro que reclama muito com o time. Às vezes escapa, é difícil, mas estou trabalhando para parar com esse hábito. Já sei que você não pode ir pela emoção, tem que pensar um pouco antes de falar. Meus colegas repararam que eu parei de xingar, começaram a me elogiar e já tentam adotar isso na vida deles. Eu mudei meus hábitos, não saio mais, isso me ajudou dentro de campo, fui convocado para a Seleção. Várias coisas aconteceram, e nada acontece sem a permissão de Deus. Tenho que fazer minha parte, Deus ajuda quem se ajuda.”

(Uol Esportes)
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